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Prefeito, vice e chefe de gabinete são afastados dos cargos em Santa Cruz Cabrália Trio está envolvido em um esquema irregular de distribuição de combustível

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O prefeito do Município de Santa Cruz Cabrália, Jorge Monteiro Pontes, o vice-prefeito, Alexandre Carvalho Leite, e o chefe de Gabinete da Prefeitura, Filipe Costa Monteiro Pontes, foram afastados dos cargos por decisão da Justiça.

Na quarta-feira (7), a juíza Nemora de Lima Janssen concedeu uma liminar determinando os afastamentos por no máximo de 180 dias.

Segundo o promotor de Justiça João Paulo da Costa, os três agentes públicos estão envolvidos em um esquema irregular de distribuição de combustível durante o último período eleitoral. João Paulo ainda frisou que, entre os dias 1º de setembro e 3 de outubro, o Município gastou mais de R$ 157 mil com a compra de combustível.

Na ação civil pública, o promotor de Justiça registra que o prefeito foi o responsável direto pelo pagamento dos gastos com o abastecimento para a campanha do vice, que solicitou a quitação. O chefe de Gabinete coordenou toda a ação com vistas à distribuição fraudulenta dos gastos por setores da Prefeitura para dificultar o rastreamento do pagamento ocorrido de forma ilícita.

Além de serem afastados dos cargos para que não prejudiquem a instrução processual, eles tiveram decretada a indisponibilidade de seus bens no limite necessário para garantir a integral recomposição do dano causado ao erário.

Estas imagem foram tirada das nuvens em Paranavaí PARANA linda foto

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Mãe é presa com drogas e arma dentro de mochila de bebê na Bahia Caso ocorreu no município de Lapão, a cerca de 489 km de Salvador. Mulher estava com a filha de 7 meses; criança foi entregue ao Juizado.

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Mulher foi presa com drogas e arma dentro da mochila da filha na Bahia (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Mulher foi presa com drogas e arma dentro da mochila da filha na Bahia (Foto: Divulgação/Polícia Militar)

Uma jovem de 22 anos foi presa na manhã desta sexta-feira (9) com um revólver calibre 32, drogas e uma balança digital dentro de uma mochila infantil, no município de Lapão, distante cerca de 489 quilômetros de Salvador. De acordo com a Polícia Militar, a filha da suspeita, uma criança de 7 meses, estava com ela no momento da prisão e foi entregue ao Juizado de Menores.

Segundo a PM, agentes do 7º Batalhão de Policia Militar (BPM) realizavam abordagens no centro da cidade, quando desconfiaram da mulher, que carregava a filha nos braços e estava com a mochila aparentemente pesada nos ombros. Os policiais revistaram a mochila e encontraram a arma e os entorpecentes, que somavam 114 trouxas de maconha, 115 pinos de cocaína embalada e mais 51 gramas prontas para comercialização

Conforme a PM, a mulher foi encaminhada para a Delegacia Territorial de Lapão, onde foi autuada em flagrante por porte ilegal de arma e tráfico de drogas. A suspeita está na carceragem da unidade policial à disposição da Justiça.

Mulher morre após van capotar e cair em ribanceira em rodovia na Bahia Acidente ocorreu na BR-242, em Muquém de São Francisco, no oeste. Segundo a PRF, ao menos oito pessoas ficaram feridas.

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Van caiu de ribanceira na BR-242 (Foto: Edivaldo Braga/Blog Braga)Van caiu de ribanceira na BR-242 (Foto: Edivaldo Braga/Blog Braga)

Uma mulher morreu e pelo menos oito pessoas ficaram feridas após uma van capotar e cair em uma ribanceira na BR-242, trecho do município de Muqém de São Francisco, no oeste da Bahia. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu após o motorista tentar evitar uma colisão frontal com um veículo que realizava uma ultrapassagem irregular.

Motrorista freou para tentar evitar acidente, mas segundo testemunhas, freio apresentou defeito (Foto: Edivaldo Braga/Blog Braga)Motrorista freou para tentar evitar acidente, mas
segundo testemunhas, freio apresentou defeito
(Foto: Edivaldo Braga/Blog Braga)

De acordo com a PRF, a van onde as vítimas estavam saiu da cidade de Ibotirama e tinha como destino a localidade de Pedrinhas, em Muquém de São Francisco, uma viagem de cerca de 100 quilômetros. Na altura do KM-590, um veículo que vinha no sentido oposto invadiu a contramão para fazer uma ultrapassagem em local indevido, onde não tinha acostamento.

Conforme a PRF, ao tentar evitar a batida, o motorista da van pisou no freio, que segundo depoimentos colhidos no local, apresentou algum problema, fazendo com que o veículo caísse em uma ribanceira de cerca de 10 metros de altura.

Ainda segundo a PRF, a vítima que morreu, uma mulher ainda não identificada, foi arremessada do veículo e morreu no local. Os feridos foram encaminhados para o Hospital Regional de Ibotirama. Não há informações sobre o estado de saúde deles.

Delator diz que Temer pediu R$ 10 milhões à Odebrecht em 2014 no Jaburu Ex-vice de Relações Institucionais da empreiteira afirmou que Temer, à época vice-presidente, pediu repasse ‘direta e pessoalmente’ a Marcelo Odebrecht. Presidência disse repudiar delação.

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O executivo Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, relatou ao Ministério Público Federal (MPF) que o presidente Michel Temer pediu, em 2014, R$ 10 milhões ao empreiteiro Marcelo Odebrecht.

Melo Filho é um dos 77 executivos da empreiteira que assinaram acordo de delação premiada com o MPF. A informação de que Temer solicitou dinheiro à Odebrecht está em material entregue pelo executivo nos termos de confidencialidade – espécie de pré-delação que antecede a assinatura do acordo (saiba quais são as etapas dos acordos de delação da Odebrecht).

Em nota, o Palácio do Planalto informou que o presidente Michel Temer “repudia com veemência” o conteúdo da delação de Melo Filho. “O presidente Michel Temer repudia com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho. As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente.”, diz o texto da nota.

Na fase de pré-delação, quem deseja firmar acordo de delação antecipa informações e documentos como forma de garantir que tem fatos que podem colaborar com as investigações. O G1 e a TV Globo tiveram acesso ao material.

Nos documentos, Melo Filho afirma que Temer é, historicamente, o líder de um núcleo político do PMDB na Câmara dos Deputados.

Segundo o executivo, é “capitaneado” por Temer, pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e pelo atual secretário do Programa de Parcerias para Investimentos (PPI) do governo federal, Moreira Franco.

Pedido de R$ 10 milhões

O delator afirma nos termos de confidencialidade que em maio de 2014, quando Temer ocupava a Vice-Presidência da República, compareceu a um jantar no Palácio do Jaburu (residência oficial da Vice-Presidência, em Brasília), que contou com a participação do atual presidente, do dono da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e de Eliseu Padilha.

Na reunião, afirma Melo Filho, Michel Temer solicitou “direta e pessoalmente” a Marcelo Odebrecht apoio financeiro para as campanhas do PMDB em 2014.

“No jantar, acredito que considerando a importância do PMDB e a condição de possuir o vice-presidente da República como presidente do referido partido político, Marcelo Odebrecht definiu que seria feito pagamento no valor de R$ 10 milhões. Claramente, o local escolhido para a reunião foi uma opção simbólica voltada a dar mais peso ao pedido de repasse financeiro que foi feito naquela ocasião”, diz o executivo.

O executivo afirma ainda que as doações, que eram feitas periodicamente a diversos políticos, tinham como objetivo a atuação destes na aprovação de medidas de interesse da Odebrecht. Seria, segundo ele, uma “espécie de contrapartida institucional esperada entre público e privado”.

“Do total de R$ 10 milhões prometido por Marcelo Odebrecht em atendimento ao pedido de Michel Temer, Eliseu Padilha ficou responsável por receber e alocar R$ 4 milhões. Compreendi que os outros R$ 6 milhões, por decisão de Marcelo Odebrecht, seriam alocados para o Sr. Paulo Skaf”, diz o delator. Skaf é presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e foi o candidato do PMDB ao governo de São Paulo em 2014.

A assessoria de Skaf divulgou nota na qual ele nega irregularidades: “O presidente da FIESP, Paulo Skaf, nunca pediu e nunca autorizou ninguém a pedir qualquer contribuição de campanha que não as regularmente declaradas em suas prestações de contas. Todas as contas de campanha de Paulo Skaf foram aprovadas pela justiça eleitoral”.

Nos termos de confidencialidade, Cláudio Melo Filho afirma ainda que do valor repassado a Padilha, cerca de R$ 1 milhão tinha como destinatário final o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso em Curitiba.

Em nota, Eliseu Padilha disse que a acusação “é mentira. “Não fui candidato em 2014! Nunca tratei de arrecadação para deputados ou para quem quer que seja. A acusação é uma mentira! Tenho certeza que no final isto restará comprovado”, diz o texto da nota.

PMDB na Câmara

Nos documentos, Melo Filho descreve, sob sua ótica, a atuação de Temer, Padilha e Moreira Franco no que ele chama de núcleo político do PMDB na Câmara.

Ele afirma que Temer atua de forma “muito mais indireta”, e que, normalmente, não é ele o responsável por pedir ajuda financeira às empresas para o PMDB, “embora isso tenha ocorrido de maneira relevante no ano de 2014”, quando ele pediu R$ 10 milhões à Odebrecht.

O delator explica ainda que o responsável por falar com agentes privados e “centralizar” as arrecadações financeiras ao PMDB é Eliseu Padilha.

“Ele atua como verdadeiro preposto de Michel Temer e deixa claro que muitas vezes fala em seu nome. Eliseu Padilha concentra as arrecadações financeiras desse núcleo político do PMDB para posteriores repasses internos”, diz o delator.

“Tanto Moreira Franco como Eliseu Padilha, contudo, valem-se enormemente da relação de representação/preposição que possuem de Michel Temer, o que confere peso aos pedidos formulados por eles, pois se sabe que o pleito solicitado em contrapartida será atendido também por Michel Temer”, continua.

Moreira Franco afirmou que o teor dos documentos é “mentira”. “Reitero que jamais falei de política ou de recursos para o PMDB com o senhor Claudio Melo Filho”, diz o secretário.

PMDB no Senado

Assim como na Câmara, Melo Filho afirma que há um núcleo de atuação do PMDB no Senado. O grupo é formado, segundo o executivo, pelo líder do governo no Congresso, Romero Jucá (RR), pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e pelo líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE).

Esse grupo, segundo o executivo, é “bastante coeso” e possui “enorme poder de influência sobre outros parlamentares, tanto do partido como de outras legendas”.

Ele relata que os três peemedebistas têm “grande poder de barganha”, pois possuem a capacidade de “praticamente ditar os rumos que algumas matérias serão conduzidas dentro do Senado Federal”.

O delator afirma que, desde que assumiu o comando das Relações Institucionais da Odebrecht, procurou focar sua atuação no Senado, já que lá, segundo ele, havia menos agentes e interesses do que na Câmara.

Ele diz ainda que “todos os assuntos” que tratou no Congresso se iniciaram por meio de contatos com Romero Jucá. O delator afirma que, desde 2004, participou de pagamentos a Jucá “que hoje superam R$ 22 milhões”.

“Normalmente, me dirigia a ele, que me orientava sobre quais passos adotar e quais parlamentares seriam acionados. Romero Jucá agia em nome próprio e do grupo político que representava, formado por Renan Calheiros, Eunício Oliveira e membros do PMDB. Jucá era o líder do governo no Senado e, embora não falasse pelo governo, falava com o governo. Os assuntos que começavam com ele avançavam ou se encerravam diretamente com ele”, afirma o delator.

Segundo Melo Filho, Jucá, por sua “capacidade de interlocução política”, era o “homem de frente”, responsável por tratar com agentes particulares os temas de interesse tanto das empresas quanto do PMDB.

“Exatamente por essa posição destacada, o senador Romero Jucá, no meu entendimento, é o principal responsável pela arrecadação de recursos financeiros dentro do grupo do PMDB no Senado”, relata o executivo.

“A minha experiência deixou claro que o Senador Romero Jucá centralizava o recebimento de pagamentos e distribuía os valores internamente no grupo do PMDB do Senado Federal, especificamente, no que posso atestar com total segurança, no que diz respeito aos Senadores Renan Calheiros e Eunício Oliveira”, complementa.

Da mesma forma que na Câmara, o executivo diz que, ao falar com um dos integrantes do núcleo político, ele entendia que estava falando com todos.

Melo Filho diz ainda que Jucá “centralizou” os valores pagos pela Odebrecht ao PMDB no Senado, e que depois o peemedebista redistribuia os valores ao seu grupo no partido.

Versões dos senadores

O senador Romero Jucá afirmou, via assessoria, que desconhece a delação de Claudio Melo Filho mas nega que recebesse recursos para o PMDB. O senador disse ainda que está à disposição da Justiça para prestar quaisquer esclarecimentos. A asessoria dele divulgou a seguinte nota:

“O senador Romero Jucá desconhece a delação do senhor Claudio Melo Filho mas nega que recebesse recursos para o PMDB. O senador também esclarece que todos os recursos da empresa ao partido foram legais e que ele, na condição de líder do governo, sempre tratou com várias empresas mas em relação à articulação de projetos que tramitavam no Senado. O senador reitera que está à disposição da justiça para prestar quaisquer esclarecimentos.”

Por meio da assessoria de imprensa, Renan Calheiros afirmou que “jamais credenciou, autorizou ou consentiu que terceiros falassem em seu nome em qualquer circunstância. Reitera ainda que é chance de se encontrar irregularidades em suas contas pessoais ou eleitorais e zero. O senador ressalta ainda que suas contas já são investigadas há 9 anos. Em quase uma decada não se produziu uma prova contra o senador”.

Em nota, Eunício Oliveira disse que todos os recursos de campanha foram recebidos e declarados de acordo com a lei e aprovados pela Justiça Eleitoral. Ele afirmou ainda que nunca autorizou ninguém a negociar em seu nome recursos para favorecer empresas públicas ou privadas.

A pedido do MPF, Justiça condena ex-prefeito de Tremedal (BA) por malversação de R$ 122 mil em obra Catulino Ferraz de Oliveira deverá ressarcir os cofres públicos e pagar multa civil

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[POÇOES24HS]

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A Justiça Federal acatou parcialmente, no último dia 30 de novembro, pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em Vitória da Conquista (BA) e condenou Catulino Ferraz de Oliveira, ex-prefeito de Tremedal (BA), a 600km de Salvador, a pagar multa civil de R$ 122.507,81 e ressarcir os cofres públicos no mesmo valor, com correção de juros, devido a malversação de recursos da União durante seu mandato na cidade, entre 2005 e 2008.

Em 2001, durante a gestão de Joaquim Nonato Silva, o município de Tremedal firmou convênio com o Ministério de Desenvolvimento Agrário para construção de um matadouro, recebendo então R$ 150 mil para execução da obra. Entretanto, após inspeção da Controladoria Geral da União em 2009, foi concluído que o matadouro, que deveria entrar em funcionamento em 2002, havia sido abandonado, apesar de pagamentos já terem sido realizados.

Diversas irregularidades ficaram comprovadas, como o fato de que não estava incluído no orçamento feito pela prefeitura a instalação de rede elétrica ou de abastecimento de água no local, além de não haver licenciamento ambiental ou sanitário. Silva não foi acionado devido à prescrição dos atos de improbidade.

Após assumir a gestão seguinte, em 2005, Catulino Ferraz de Oliveira aumentou o prazo da obra e se comprometeu a terminar o matadouro — empregando, também, recursos municipais. A conclusão, no entanto, não ocorreu, apesar de o valor pago à empresa responsável já ter ultrapassado os R$ 160 mil. A maior parte dos pagamentos indevidos — correspondente a R$ 122.507,81 — ocorreu durante a gestão de Oliveira. O ex-gestor não prestou contas dos recursos utilizados e realizou nova licitação para aquisição dos mesmos materiais e equipamentos da anterior, embora ainda dispusesse de recursos repassados anteriormente pela União.

Em 2013, o MPF moveu essa ação contra Oliveira e outro ex-prefeito, José Carlos Vieira Bahia – sucessor do prefeito condenado e absolvido pela Justiça, que entendeu que não houve execução física dos contratos da obra do matadouro durante a sua gestão.

Além de ser obrigado ao ressarcimento e ao pagamento da multa civil, Catulino Ferraz de Oliveira teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos e foi condenado à perda de qualquer função pública que esteja atualmente exercendo. A sentença ainda admite recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Confira a íntegra da ação.

Número para consulta processual na Justiça Federal: 353-91.2013.4.01.3307 – Subseção Judiciária de Vitória da Conquista

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia

HOMICÍDIO HOJE DIA 09/12/2016 A TARDE NA BAIXADA DO BAIRRO BELA VISTA POÇÕES

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SEGUNDA A REPORTAGEM DO POÇÕES24HORAS CONSEGUIU APURAR NO LOCAL POR VOLTA DAS 17 HORAS UM RAPAZ DE NOME JOAQUIM JOSÉ FRANÇA SOBRINHO DE 41 E UM ANOS ESTAVA TRABALHANDO NUMA OBRA E O MESMO ESTAVA ENCIMA DE UM ANDAIME QUANDO DOS INDIVÍDUOS NUMA MOTO CHEGOU ATIRANDO O MESMO TENTOU CORRER TRÊS DISPARO DE ARMA DE FOGO O ATINGIU E VEIO A ÓBITO NO LOCAL OS MESMO QUE O MATARAM FUGIRAM A POLICIA INVESTIGA O CASO PERICIA E O IML ESTIVERAM NO LOCAL DO CRIME E POLICIAIS DO 79-CIPM PRESERVARAM O LOCAL

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Justiça afasta prefeito, vice e chefe de gabinete de Santa Cruz Cabrália Os três são acusados pelo MP por improbidade administrativa. Decisão liminar tem prazo máximo de até 180 dias e cabe recurso.

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O prefeito de Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia, Jorge Pontes, o vice-prefeito Alexandre Carvalho Leite e o chefe de gabinete Filipe Costa Monteiro Pontes foram afastados dos seus respectivos cargos, após decisão liminar do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). O afastamento, que tem prazo máximo de 180 dias, foi determinado pela juíza Nemora de Lima Janssen, na última quarta-feira (7), e ainda cabe recurso.

Os três são acusados de improbidade administrativa, após ação movida pelo Ministério Público, que apurou denúncias de desvio de R$ 236.668,54 dos cofres públicos, durante a campanha para as eleições municipais deste ano.

De acordo com a investigação, foram constatadas ilegalidades e fraudes no abastecimento de combustíveis, respectivos pagamentos e emissão de notas fiscais na campanha do vice-prefeito, Alexandre Carvalho, que era candidato à reeleição non pleito deste ano, mas foi derrotado.

O G1 tentou falar com a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Santa Cruz Cabrália, para comentar a decisão, mas, até a publicação desta reportagem não conseguiu contato.

Na decisão, a juíza ainda determinou a indisponibilidade de bens e ativos financeiros do prefeito, vice-prefeito e chefe de gabinete, até o limite necessário para garantir o integral ressarcimento do dinheiro público, no montante de R$ 236.668,54. Mesmo afastados, os três permanecem, entretanto, recebendo os salários mensais referentes aos cargos.

O presidente da Câmara Municipal, Luciano Peixoto Monteiro, deve assumir como prefeito. Ele afirmou, nesta sexta-feira (9), que ainda não foi notificado da decisão.

MPF ajuíza ações e expede recomendações para garantir a prestação de contas nas transições de prefeituras Objetivo principal é assegurar às gestões seguintes o acesso aos dados de 2016 para prestações de contas futuras, evitando extravios decorrentes de desavenças políticas

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[POÇOES24HS]

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O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) expediu 278 recomendações e moveu 39 ações civis públicas para garantir, nesta transição de mandatos de prefeitos, a prestação de contas dos recursos repassados aos municípios por meio de convênios federais. As medidas têm duas finalidades. A primeira é assegurar que os atuais gestores apresentem ainda este ano as prestações de contas cujo prazo final seja até 31 de dezembro de 2016. O segundo e principal propósito é garantir que esses prefeitos – principalmente os que não foram reeleitos – deixem aos seus sucessores todos os documentos necessários para as prestações de contas cujo prazo seja posterior a dezembro de 2016, evitando que sejam extraviados por causa de desavenças políticas ou desorganização.

O motivo das recomendações e das ações é que, em diversas transições anteriores, não foram apresentadas prestações de contas dos recursos gastos no último ano de governo. Os prefeitos antecessores frequentemente alegavam que a obrigação não seria deles, pois o prazo para comprovação dos gastos se encerrava na gestão seguinte, e os prefeitos sucessores afirmavam que não haviam sido deixados na prefeitura os documentos necessários.

Em razão disso, o MPF recomendou a 278 prefeitos que criem uma Comissão de Transição de Governo, com o objetivo de viabilizar o repasse de documentos de prestação de contas dos municípios aos prefeitos seguintes, e que exijam do novo gestor o recibo da entrega formal da documentação, especificando os documentos de forma completa e detalhada. Os prefeitos que encerram o mandato em dezembro também devem providenciar cópia ou digitalização de todos os papéis relacionados aos programas e convênios executados na sua gestão com prazo para prestação de contas na gestão seguinte, mantendo em sua posse, após a gestão, para apresentação da prestação de contas, caso o sucessor não o faça sob qualquer alegação – inclusive a de não ter recebido os documentos pertinentes. As medidas têm como base, também, a Resolução nº 1311/2012 do Tribunal de Contas dos Municípios, que igualmente regulamenta a transição de governo para garantir a transparência e a prestação de contas.

Quanto às ações judiciais, 34 delas foram ajuizadas pelo MPF em Vitória da Conquista – para todos os municípios da região –, e cinco foram propostas pelo MPF em Ilhéus e Itabuna (confira lista abaixo). As ações buscaram a condenação na obrigação de manter, nos arquivos públicos da prefeitura, todos os documentos necessários à comprovação das despesas públicas relacionados a recursos federais. Elas levaram em consideração que as prefeituras acionadas são alvo de ações judiciais e inquéritos civis públicos em função da ausência de localização dos documentos necessários nas anteriores transições de governo, apesar de recomendações já expedidas pelo próprio MPF em 2012.

No caso dos municípios da região de Vitória da Conquista, as ações foram propostas em junho, e os prefeitos já se comprometeram judicialmente a cumprir as providências indicadas. Os compromissos foram homologados pela Justiça Federal e, que, caso não sejam cumpridos, resultarão em sanções aos gestores. As demais ações e recomendações foram expedidas entre outubro e dezembro de 2016, com relação a outros 278 Municípios baianos.

Confira a íntegra de uma das recomendações enviadas pelas Procuradorias da República (modelo)

Confira a lista de municípios acionados:

Almadina
Anagé
Aracatu
Arataca
Barra da Estiva
Barra do Choça
Belo Campo
Boa Nova
Bom Jesus da Serrava
Brumado
Buerarema
Caatiba
Caetanos
Cândido Sales
Caraíbas
Condeúba
Cordeiros
Dom Basílio
Encruzilhada
Guajeru
Ilhéus
Itambé
Itapetinga
Itarantim
Ituaçu
Macarani
Maetinga
Maiquinique
Malhada de Pedras
Mascote
Mirante
Piripá
Planalto
Poções
Presidente Jânio Quadros
Ribeirão do Largo
Tanhaçu
Tremedal
Vitória da Conquista

Confira a lista de municípios que receberam a recomendação:

Água Fria

Coribe Jacaraci Pojuca
Buerarema Coronel João Sá Jacobina Ponto Novo
Abaíra Correntina Jaguarari Potiraguá
Abaré Cotegipe Jandaíra Prado
Acajutiba Cravolândia Jequié Presidente Dutra
Adustina Crisópolis Jeremoabo Presidente Trancredo Neves
Aiquara Cristópolis Jiquiriça Queimadas
Alagoinhas Cruz das Almas Jitaúna Quinjigue
Alcobaça Dário Meira João Dourado Quixabeira
Almadina Entre Rios Jussara Retirolândia
Amargosa Érico Cardoso Jussari Retirolândia
America Dourada Esplanada Jussiape Riachão das Neves
Andaraí Euclides da Cunha Lafaiete Coutinho Ribeira do Amparo
Andorinha Fátima Lagoa Real Ribeira do Pombal
Angical Feira da Mata Laje Rio de Contas
Antas Filadélfia Lajedão Rio do Antônio
Antônio Gonçalves Firmino Alves Lajedinho Rio do Pires
Aporá Floresta Azul Lajedo do Tabocal Rio Real
Apuarema Formosa do Rio Preto Lapão Rodelas
Araçás Gandu Lençóis Santa Cruz da Vitória
Aramari Gavião Licínio de Almeida Santa Inês
Arataca Gentio do Ouro Livramento de Nossa Senhora Santa Maria da Vitória
Aratuipe Glória Luís Eduardo Magalhães Santa Rita de Cássia
Aurelino Leal Gongoji Macaúbas Santaluz
Baianopolis Guanambi Macururé Santana
Banzaé Iaçu Malhada Santo Antônio de jesus
Barra Ibiassucê Manoel Vitorino São Desidério
Barra Alto Ibicaraí Mansidão São Domingos
Barra do Mendes Ibicoara Maracás São Felipe
Barra do Rocha Ibicuí Mascote São Félix do Coribe
Barreiras Ibipeba Medeiros Neto São Gabriel
Barro Preto Ibipitanga Miguel Calmon São José da Vitória
Boa Vista do Tupim Ibiquera Milagres São José do Jacuípe
Boninal Ibirapuã Mirangaba São Miguel das Matas
Bonito Ibirataia Monte Santo São Sebastião do Passé
Boquira Ibititá Morpará Sátiro Dias
Brejões Ibotirama Morro do Chapéu Saubara
Brejolandia Igaporã Mortugaba Saúde
Brotas de Macaúbas Iguaí Mucugê Seabra
Buritirama Ilhéus Mucuri Sebastião Laranjeiras
Caápolis Inhambupe Mulungu do Morro Senhor do Bonfim
Cachoeira Ipiaú Muquém do são Francisco Serra do Ramalho
Caém Ipupiara Mutuípe Serra Dourada
Caetité Irajuba Nordestina Serrolândia
Cafarnaum Iramaia Nova Canaã Simões Filho
Caldeirão Grande Iraquara Nova Fátima Sítio do Mato
Camacan Irará Nova Ibiá Sitio do Quinto
Camaçari Irecê Nova Itarana Souto Soares
Camamu Itabuna Nova Redenção Tabocas do Brejo Velho
Campo Formoso Itacaré Nova Soure Tanque Novo
Canarana Itaetê Nova Viçosa Taperoá
Canavieiras Itagi Novo Horizonte Teixeira de Freitas
Candeias Itagibá Olindina Teodoro Sampaio.
Candiba Itaguaçu da bahia Oliveira dos Brejinhos Tucano
Capela do Alto Alegre Itajú do Colônia Ouriçangas Ubaíra
Capim Grosso Itajuípe Ourolândia Ubaitaba
Caravelas Itamaraju Palmas de Monte Alto Uibaí
Cardeal da Silva Itamari Palmeiras Umburanas
Carinhanha Itanagra Paramirim Una
Catolândia Itanhém Paratinga Utinga
Catu Itapé Paripiranga Valença
Caturama Itapicuru Pau Brasil Valente
Central Itapitanga Paulo Afonso Várzea da Roça
Chorrochó Itaquara Pedrão Várzea do Poço
Cicero Dantas Itiruçu Pedro Alexandre Várzea Nova
Cipó Itiúba Pindaí Vera cruz
Coaraci Itororó Pindobaçu Vereda
Cocos Iuiú Piraí do Norte Wagner
Conde Jaborandi Planaltino Wanderley
Wenceslau Guimarães
Xique- Xique

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia

Aposentados são vítimas de golpe e têm benefício furtado na Bahia Caso ocorreu no município de Itabuna, no sul do estado. Idosos encontraram as contas vazias quando foram sacar a aposentadoria.

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Ao menos 30 aposentados do município de Itabuna, no sul da Bahia, foram vítimas de um golpe e tiveram o dinheiro do benefício furtado no início deste mês. De acordo com a polícia, as vítimas descobriram o crime no momento em que procuraram uma agência do Banco do Brasil da cidade para sacar a aposentadoria e não havia dinheiro nas contas.

Segundo a delegada Lisdeile Nobre, titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Itabuna, o dinheiro dos aposentados foi sacado em uma agência do banco no Rio Grande do Sul, por uma quadrilha que age em todo o Brasil.

Conforme Lisdeile Nobre, os criminosos visitam as cidades e instalam dispositivos de coletas de dados, conhecidos como chupa cabra, nos caixas eletrônicos dos bancos, para obter as informações das contas. Em seguida, eles passam os dados para que outros envolvidos no golpe façam a retirada do dinheiro das vítimas.

Boletim de ocorrência de idosa que teve aposentadoria furtada na Bahia (Foto: Reprodução/TV Bahia)Boletim de ocorrência da aposentada Bertulina Maria
(Foto: Reprodução/TV Bahia)

A delegada contou que a máquina usada pela quadrilha, que foi encontrada no banco da cidade, irá passar por uma perícia e as imagens do circuito interno de segurança da agência já foram solicitadas. O vídeo será usado na identificação dos autores do crime.

A idosa Bertulina Maria, de 72 anos, foi uma das vítimas do golpe. Ela contou que não dorme desde que descobriu que teve o dinheiro furtado, na segunda-feira (5), no momento em que esteve no banco para sacar o beneficio. “Foi um susto. Eu falei: meu Deus, quem sacou meu dinheiro”, disse.

Conforme a filha da vítima, Rose de Almeida, ela e a mãe ainda não receberam nenhum posicionamento do banco sobre as medidas que serão tomadas pela empresa. Ela já registrou o furto na delegacia e quer o dinheiro de volta.

“Ela sobrevive desse salário. Como é que esse dinheiro foi retirado da conta de um banco se só quem tem acesso é a dona do cartão?”, falou.

Em comunicado, o Banco do Brasil de Itabuna informou que os aposentados vão receber o dinheiro furtado, mas não detalhou quando o pagamento vai ser feito.