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Promotoria denuncia Aécio por desviar R$1 bi da Saúde Ação é relativa à gestão do tucano em 2009, e se junta à que trata de outros R$4,3 bi já denunciados

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O Ministério Público de Minas Gerais acaba de entrar com mais uma ação pública contra Aécio Neves (PSDB) sobre o desvio de verbas para a Saúde. Desta vez, o montante questionado chega a R$ 1 bilhão em 2009. O valor pode ser somado aos R$ 4,3 bilhões já questionados em processos anteriores.

Foi apurado pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) que, também em 2009, o percentual constitucional de 12% do Orçamento para a Saúde, não foi obedecido. A irregularidade é observada desde que a Emenda Constitucional 29, que garante a obrigatoriedade do repasse, entrou em vigor em 2004.

Dos mais de R$ 3,3 bilhões destinados para a Saúde, em 2009, R$1,017 bilhão foi repassado para a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Apenas R$2,35 bilhões foram aplicados, de fato, na saúde pública do estado.

Segundo o processo, desde 2004, o TCE recomenda que o governo estadual diminua o repasse a saneamento básico, pois não configura investimento direto na Saúde. Uma vez que o setor não cumpre o princípio de gratuidade e nem universalidade, a empresa deve investir os recursos próprios, obtidos com o pagamento das tarifas de água e esgoto.

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Pura verdade cuidado.ass.Adriano cruz

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Vítima de estupro no SSA Norte Shopping reconhece agressor

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Segundo ela, depois do assalto, os criminosos a levaram para a Estrada do Cia, onde a violentaram. Sobre o bandido que continua foragido, ela disse não ter visto bem seu rosto.
José Aparecido foi levado para a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos, no Iguatemi.

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Vacinação contra febre aftosa começa neste sábado na Bahia

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Vacinação AftosaA segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa de 2014 começa neste sábado, 1º, e continua até 30 de novembro em toda a Bahia. A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), informa que 4.315.718 bovinos e bubalinos, com idade até 24 meses, precisam ser vacinados.

A meta é ampliar cada vez mais a cobertura vacinal, mantendo a imunidade elevada do maior rebanho do nordeste, com 10.837.689 animais. Nesta etapa, cerca de 6,5 milhões de cabeças com idade superior a 24 meses ficam isentas da vacinação, o que representa redução direta da ordem de mais de R$ 15 milhões para os criadores nos custos da produção da pecuária baiana.

No prazo de 15 dias após a aplicação da vacina, os criadores devem comparecer nas unidades da Adab, portando nota fiscal de compra, para declarar todo o rebanho de bovinos e bubalinos, por sexo e faixa etária. Os produtores que não possuem animais nesta faixa etária (isentos da vacinação) também estão obrigados a declarar e atualizar o rebanho, evitando desta maneira sanções administrativas previstas em lei.

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Tribunal de Justiça da Bahia é o mais atrasado em julgamento de processos de corrupção

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Tribunal de Justiça da Bahia é o mais atrasado em julgamento de processos de corrupção

Foto: Angelino de Jesus
De acordo com um levantamento inédito feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Justiça da Bahia é o mais atrasado em julgamentos de processos de corrupção. Até julho deste ano, o TJ-BA julgou apenas 417 processos de 7.202 denúncias, o que equivale a apenas 6% dos casos. Nacionalmente, o CNJ pretendia que 86.418 processos de corrupção, iniciados até dezembro de 2012, fossem julgados pelos Tribunais de Justiça dos estados. Esse levantamento é inédito no Brasil, que trouxe o dado de que 31% dos casos de corrupção nas Justiças Estaduais tiveram réus condenados entre janeiro e julho deste ano. Porém, não há como dizer se esse número é otimista ou pessimista, pois nunca na história do país esses dados foram levantados, então não existem dados para serem comparados. Vale ressaltar também que apenas 19 dos 27 estados da Federação enviaram os relatórios completos ao CNJ. A meta proposta pelo CNJ não foi alcançada: foram julgados apenas 30.911 dos 86.478 casos de corrupção no Pais. E entre os estados que enviaram os dados ao CNJ, foi constatado que houveram apenas 6.107 condenações, o que equivale a 31%. Os tribunais não são obrigados a declarar suas estatísticas, mas há um compromisso entre os presidentes para que isso seja feito. Para ter acesso aos dados específicos de cada estado, clique na tabela abaixo.

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Polícia Federal fecha rádios clandestinas no sul do estado

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Polícia Federal fecha rádios clandestinas no sul do estado

Foto: Sulbahianews
As emissoras de rádio que estavam desenvolvendo atividades clandestinas de telecomunicação no distrito de Posto da Mata, no município de Nova Viçosa, foram fechadas pela Polícia Federal nesta sexta-feira (31). Outros mandados poderão ser expedidos também para Teixeira de Freitas, por existir situações semelhantes às de Posto da Mata. O titular da Vara Única da Subseção Judiciária Federal de Teixeira de Freitas, juiz federal Leonardo Augusto de Almeida Aguiar, mandou fechar a emissora clandestina que funcionava com o nome de Rádio Líder FM 107,5 MHZ, e a Rádio Cultura FM 102,5 MHZ, onde cujos proprietários, Edilson Jesus de Lima e José Deilson Portugal terminaram presos preventivamente. De acordo com o Ministério Público Federal, as emissoras já haviam sido fiscalizadas pela Anatel, inclusive com apreensões de equipamentos, mas os proprietários continuaram a desobedecer às leis. Informações do Sul Bahia News.

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Serra depõe sobre cartel do metrô de SP e nega beneficiado empresas em licitações

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Serra depõe sobre cartel do metrô de SP e nega beneficiado empresas em licitações

Foto: Divulgação
O senador eleito José Serra (PSDB) prestou depoimento nesta quinta-feira (30) à Polícia Federal (PF) por conta das investigações do cartel do metrô de São Paulo, que foi denunciado pela alemã Siemens. O ex-governador do estado negou ter beneficiado qualquer empresa durante sua gestão, entre 2006 e 2010. O tucano foi intimado a depor porque o empresário Nelson Branco Marchetti afirmou que, durante encontro na Holanda em 2008, Serra teria dito que se a multinacional alemã procurasse a Justiça contra a licitação vencida pela espanhola CAF, ele anularia o processo da concorrência, sob justificativa de que o preço da Siemens era 15% maior. “No edital havia a exigência de um capital social integralizado que a CAF não possuía. Mesmo assim, o então governador (José Serra) e seus secretários fizeram de tudo para defender a CAF”, afirmou o executivo. Citada na denúncia do cartel, a CAF é apontada como participante de um esquema de fraude que funcionaria desde 1996, nos governos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, todos tucanos. À PF, Serra alegou que sua preocupação era com a preservação dos cofres públicos, já que a CAF venceu o certame pelo menor preço.

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Artigos Golpe midiático de Veja cria ambiente para regulação da mídia

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Na TV, Dilma classificou capa como 'terrorismo eleitoral' e prometeu levar caso à Justiça.Na TV, Dilma classificou capa como ‘terrorismo eleitoral’ e prometeu levar caso à Justiça.Numa tradição que confirma a hipocrisia das conversas de palanque sobre alternância de poder, os escândalos eleitorais costumam ocorrer no país sempre que uma candidatura identificada com os interesses da maioria dos brasileiros ameaça ganhar uma eleição.

Não tivemos “balas de prata” — nome que procura dar ares românticos a manobras que são apenas sujas e vergonhosas — para impedir as duas eleições de Fernando Henrique Cardoso nem a vitória de Fernando Collor. Mas tivemos tentativas de golpes midiáticos na denúncia de uma ex-namorada de Lula em 1989; no terror financeiro contra Lula em 2002; na divulgação ilegal de imagens de reais e dólares clandestinos dos aloprados; e numa denúncia na véspera da votação, em 2010, para tentar comprometer Dilma Rousseff com dossiês sobre adversários do governo.

Em outubro de 2014, quando a candidatura de Dilma Rousseff avança em direção às urnas com uma vantagem acima da margem de erro nas pesquisas de intenção de voto, VEJA chega às bancas com uma acusação de última hora contra a presidente e contra Lula. Comentando o teor da reportagem, Lula declarou ao 247:

— A VEJA é a maior fábrica de mentiras do mundo. Assim como a Disney produz diversão para as crianças, a VEJA produz mentiras. Os brinquedos da Disney querem produzir sonhos. As mentiras da VEJA querem produzir ódio, disse ao 247.

O mais novo vazamento de trechos dos múltiplos depoimentos do doleiro Alberto Yousseff expressa uma tradição vergonhosa pela finalidade política, antidemocrática pela substância. Não, meus amigos. Não se quer informar a população a partir de dados confiáveis. Também não se quer contribuir com um único grama para se avançar no esclarecimento de qualquer fato comprometedor na Petrobrás. Sequer o advogado de Yousseff reconhece os termos do depoimento. Tampouco atesta sua veracidade sobre a afirmação de que Lula e Dilma sabiam das “tenebrosas transações” que ocorriam na empresa, o que está dito na capa da revista.

Para você ter uma ideia do nível da barbaridade, basta saber que, logo no início, admite-se que só muito mais tarde, através de uma investigação completa,que ninguém sabe quando irá ocorrer, se irá ocorrer, nem quando irá terminar, “se poderá ter certeza jurídica de que as pessoas acusadas são culpadas.”

Não é só. Também se admite que Yousseff “não apresentou provas do que disse.”

Precisa mais? Tem mais.

Não se ouviu o outro lado com a atenção devida, nem se considerou os argumentos contrários com o cuidado indispensável numa investigação isenta.

O que se quer é corromper a eleição, através de um escândalo sob encomenda, uma farsa óbvia e mal ensaiada. Insinua o que não pode dizer, fala o que não pode demonstrar, afirma o que não conferiu nem pode comprovar.

Só o mais descarado interesse pelos serviços políticos-eleitorais que poderia prestar na campanha presidencial permitiu a recuperação de um personagem como Alberto Yousseff. Recapitulando: há uma década ele traiu um acordo de delação premiada numa investigação sobre crimes financeiros, e jamais poderia ter sido levado a sério em qualquer repartição policial, muito menos numa redação de jornalistas, antes que cada uma de suas frases, cada parágrafo, cada palavra, fosse submetida a um trabalho demorado de investigação. Até lá, deveria ser colocada sob suspeita. Mas não. Um depoimento feito há 48 horas, contestado pelo advogado, por um cidadão que não é conhecido por falar a verdade, virou capa de revista. Que piada.

Isso ocorre porque vivemos num país onde, 30 anos depois do fim da ditadura militar, os inimigos do povo conquistaram direito a impunidade. Esse é o dado real.

Sabemos, por exemplo, que se houvesse interesse real para investigar e punir os casos de corrupção seria possível começar pelo mensalão do PSDB-MG, pelo propinoduto do metrô paulista, pela compra de votos da reeleição.

As vítimas daquilo que se pode chamar de erros da imprensa, mesmo quando se trata de fabricações, não merecem sequer direito de resposta — no caso mais recente, o ministro Gilmar Mendes segurou uma sentença contra a mesma VEJA com base numa decisão liminar. Olha só.

Num país onde as instituições são respeitadas e os funcionários públicos cumprem deveres e obrigações, a Polícia Federal não poderia deixar-se usar políticamente dessa maneira, num comportamento que compromete os direitos de cada cidadão e ordem republicana.

Diante da incapacidade absoluta de enfrentar um debate político real, com propostas e projetos para o país, o que se pretende é usar uma investigação policial para ganhar pelo tapetão aquilo que não se consegue alcançar pelas urnas — o único caminho honesto para a defesa de interesses num regime democrático. Num país onde a alternância no poder nunca passou do revezamento entre legendas cosméticas, em 2014 os conservadores brasileiros são obrigados a encarar o horizonte de sua quarta derrota eleitoral consecutiva, a mais dolorosa entre todas. Depois de falar de alternância no poder, talvez fosse o caso de falar em alternância de métodos, não é mesmo?

Imaginando que estavam diante de uma campanha próxima de um passeio, com uma adversária enfraquecida e sem maiores talentos oratórias, salvaram-se, por um triz, do vexame de ficar de fora do segundo turno.

A verdade é que não há salvação, numa democracia, fora do voto. Toda vez que se procura interferir na vontade do eleitor através de atalhos, o que se produz são situações de anormalidade democrática, onde o prejudicado é o cidadão.

Essas distorções oportunistas cobram um preço alto para a soberania popular. Não há almoço grátis — também na política.

O exercício de superpoderes políticos tem levado a Polícia Federal a se mobilizar para se transformar numa força autônoma, que escolhe seu diretor-geral que não presta contas a ninguém a não a ser a seus próprios quadros.

O melhor exemplo de uma organização capaz de funcionar dessa maneira foi o FBI norte-americano, nos tempos de John Edgar Hoover. Instalado durante longos 49 anos no comando da organização, Hoover colecionava dossiês, fazia chantagens e perseguições a políticos à direita e à esquerda. Agia por conta própria e também atendia pedidos que tinha interesse em atender — mas recusava aqueles que não lhe convinham. Era o chefe de uma pequena ditadura policial. Lembra de quem usava essa palavra?

Da mesma forma, os golpes midiáticos só podem ocorrer em países onde os meios de comunicação têm direito a atirar primeiro para perguntar depois, atingindo cidadãos e autoridades que não tem sequer o clássico direito de resposta para recompor as migalhas de uma reputação destruída pela invencionice e falta de escrúpulos. Não custa lembrar. Graças a um pedido de vistas providencial do ministro do STF Gilmar Mendes, VEJA deixou de cumprir um direito de resposta em função da publicação de “fato sabidamente inverídico.”

A imprensa erra e fabrica erros sem risco algum, o que só estimula uma postura arrogância e desprezo pelos direitos do eleitor. Imagine você que hoje, quando a própria revista admite que publicou uma denúncia que não pode provar, é possível encontrar colunistas que já falam em impeachment de Dilma. Está na cara que eles já perderam a esperança de eleger Aécio.

Mas cabe respeitar o funcionamento da Justiça, o prazo de investigações e tudo mais. Ou vamos assumir desde já que o golpe midiático é golpe mesmo?

Com esse comportamento, a mídia brasileira prepara o caminho de sua destruição na forma que existe hoje. Como se não bastassem os números vergonhosos do Manchetômetro, que demonstram uma postura parcial e tendenciosa, o golpe da semana só fará aumentar o número de cidadãos e de instituições convencidos de que a sobrevivência da democracia brasileira depende, entre outras coisas, que se cumpra a legislação que regula o funcionamento da mídia. Está claro que este será um debate urgente a partir de 2015.

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Faltam 8 dias para o Enem: veja dicas finais para prova de ciências humanas G1 selecionou alguns temas que podem ser abordados nas questões. Provas do Enem serão no sábado e domingo da semana que vem.

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Faltam oito dias para o início do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os dias 8 e 9 de novembro, e a dica nesta contagem regressiva do G1 é para a prova de ciências humanas, que será no sábado da semana que vem (8), junto com a prova de ciências da natureza.  A prova de ciências humanas engloba temas de história, geografia, sociologia e filosofia. E também traz muitas questões sobre temas da atualidade. Veja abaixo alguns temas que podem ser abordados na prova

FAÇA O SIMULADO FINAL DO ENEM

50 ANOS DO GOLPE MILITAR

50 anos do golpe militar (Foto: Arquivo/Agência O Globo)50 anos do golpe militar (Foto: Arquivo/Agência O Globo)

Este ano o Brasil completou 50 anos do golpe militar de 31 de março de 1964. A renúncia do presidente Jânio Quadros, em 1961, desencadeou uma série de fatos que culminaram em um golpe de estado. O sucessor, João Goulart, foi deposto pelos militares com apoio de setores da sociedade, que temiam que ele desse um golpe de esquerda.

O ambiente político se radicalizou, porque Jango prometia fazer as chamadas reformas de base na “lei ou na marra”, com ajuda de sindicatos e de membros das Forças Armadas. Os militares prometiam entregar logo o poder aos civis, mas o país viveu uma ditadura que durou 21 anos, até 1985.

Veja especial sobre os 50 anos do golpe

60 ANOS DO SUICÍDIO DE GETÚLIO VARGAS

Retrato de Getúlio Vargas em seu quarto no Palácio do Catete (Foto: Marcelo Elizardo/G1)Retrato de Getúlio Vargas em seu quarto no Palácio do Catete (Foto: Marcelo Elizardo/G1)

Pressionado por militares e pela oposição a renunciar ao mandato, Getúlio Vargas, o presidente que mais tempo ficou à frente do país pôs fim à própria vida, aos 72 anos, com um tiro no coração disparado por um revólver Colt calibre 32 em seu aposento no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, sede do poder executivo, na época, no dia 24 de agosto de 1954.

A morte trágica do líder civil da Revolução de 1930, presidente constitucional, ditador do Estado Novo e um dos principais personagens da política brasileira no século 20 gerou comoção em todo o país e adiou, por uma década, um golpe de Estado.

O suicídio do homem conhecido como “pai dos pobres” foi o desfecho dramático de uma crise política que antecipou o epílogo do segundo governo de Vargas na Presidência da República.

Veja reportagem sobre o legado de Getúlio Vargas

100 ANOS DE PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

No dia 28 de julho de 1914 o Império Áustro-Húngaro declarou guerra à Sérvia. Esse ato foi o início de um efeito dominó que envolveu países dos cinco continentes e só teve fim em 1918. Relatos históricos da época mostram que houve uma grande indiferença do Império Austro-Húngaro em relação à morte do príncipe herdeiro Francisco Ferdinando. Sua morte foi apenas uma desculpa para que se iniciasse a já iminente guerra. Nas primeiras horas após ela ter sido declarada começou um bombardeio contra civis na cidade de Belgrado. Durante todo o conflito, 10 milhões de soldados morreram e calcula-se que um número equivalente de civis também tenha morrido.

Saiba mais sobre a Primeira Guerra Mundial

ELEIÇÕES NO BRASIL

Em ano eleitoral, é possível que o Enem leve o tema da história da evolução dos votos para a prova de ciências humanas. O candidato deve estar atento para responder sobre as conquistas dos brasileiros pelo direito ao voto. “Todas as conquistas sociais, todas as conquistas políticas no Brasil são consequência da luta do povo brasileiro. A conquista do voto universal, a conquista do voto da mulher, o direito do voto do analfabeto, representam exatamente uma consequência da mobilização da sociedade. Esses segmentos que foram para as ruas e que lutaram pelos seus direitos”, diz o professor de história Lula Couto, do Projeto Educação.

Saiba mais sobre a evolução do voto no Brasil

CONFLITOS NA FAIXA DE GAZA

GNews - Faixa de Gaza (Foto: globonews)Cenário de destruição na Faixa de Gaza (Foto: GloboNews)

A escalada de violência na Faixa de Gaza entre israelenses e palestinos começou em junho deste ano no terceiro conflito do tipo desde a tomada de Gaza pelo grupo islâmico Hamas, em 2007. A instabilidade política predomina na região e as divergências vem provocando inúmeros confrontos com muita morte e destruição.

Entenda motivos dos dois lados do conflito entre palestinos e israelenses

CRISE NA UCRÂNIA

Rebeldes pró-rússia disparam em direção à Ucrânia na periferia do Aeroporto Internacional de Donetsk, na Ucrânia. O secretário de Estado americano, John Kerry, exigiu a retirada das tropas das proximidades do aeroporto e o fim dos confrontos na região (Foto: Dmitry Lovetsky/AP)Rebeldes pró-rússia disparam em direção à Ucrânia na periferia do Aeroporto Internacional de Donetsk, na Ucrânia  (Foto: Dmitry Lovetsky/AP)

A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que buscaria relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.

Oposição e parte da população foram às ruas contra a decisão, em protestos violentos que deixaram mortos. Em 22 de fevereiro de 2014, as manifestações culminaram na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio. A assinatura ocorreu em meio a confrontos no leste do país, palco de um movimento separatista pró-Rússia, e a ameaças e críticas do governo de Moscou.

Saiba mais sobre a crise na Ucrânia

GLOBALIZAÇÃO

Outro tema que pode ser abordado na prova da humanas, a globalização tem muita relação com os avanços nos processos tecnológicos. A evolução dos meios de transporte e a internet, permitiu aos países adotarem novos modelos de negócios. Graças à revolução dos meios de transporte, o capitalismo conseguiu vencer muitas barreiras. A gente tem, portanto, nesse cenário, uma maior integração da economia entre os vários países. Isso é globalização”, diz o professor de história Ricardo Gomes, do Projeto Educação, da Globo Nordeste.

Saiba mais sobre o processo de globalização

FILOSOFIA E SOCIOLOGIA

O Enem costuma cobrar sociologia e filosofia em um terço das 45 questões de ciências humanas, segundo o professor Eduardo Calbucci, do Anglo Vestibulares. “Nas questões de sociologia, o Enem tem uma predileção por abordar cultura e antropologia”, afirma o professor. “Já em filosofia, é comum caírem questões de leitura e interpretação de fragmentos filosóficos.”

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Lei Anticorrupção deve ser regulamentada até final deste ano, diz ministro

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A Lei Anticorrupção deve ser regulamentada até o final deste ano, de acordo com expectativa do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage. “Espero que assim seja. Claro que não posso assumir compromisso em nome da presidenta Dilma [Rousseff], porque é ela quem vai assinar o decreto. Mas, pelo avanço das discussões e das conversas conduzidas já nesta etapa, na Casa Civil, tudo indica que sairá muito proximamente o decreto”, disse Hage.

O ministro participou, na tarde de hoje (31), de seminário do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) para discutir a Lei Anticorrupção, que ele costuma chamar também de “lei da empresa limpa”. Segundo o ministro, falta apenas “o ajustamento de alguns detalhes da legislação” para que a lei possa ser regulamentada.

A Lei Anticorrupção (12.846/13) foi sancionada em agosto do ano passado, no “calor das manifestações”, segundo ele, mas ainda falta ser regulamentada. Ela responsabiliza as empresas por atos de corrupção contra a administração pública e define punições que variam de 0,1% a 20% do faturamento bruto do exercício anterior ao do processo administrativo. Caso não haja informação sobre faturamento, a multa à empresa pode ser estabelecida entre R$ 6 mil e R$ 60 milhões.

A lei também proíbe que as empresas envolvidas em episódios de corrupção recebam recursos de instituições financeiras públicas. Também não podem participar de processos de licitação nem contratar com o poder público durante o período de cumprimento da sanção. A lei pode levar até ao fechamento da empresa. A multa, ressaltou o ministro, nunca será inferior ao valor da vantagem obtida, e caso a multa não seja paga no prazo, a empresa será inscrita na dívida ativa.

Uma das controvérsias da lei, disse o ministro, envolve as empresas públicas. Uma questão controvertida, segundo Hage, é se as empresas públicas também estariam sujeitas a todas as penalidades, incluindo o fechamento da empresa e a interdição de suas atividades. “Imagina uma empresa de água e esgoto ter suspensas suas atividades. Isso me parece impensável. A aplicação da lei para as empresas estatais é prevista sim, mas tem que ser feita dentro do princípio da razoabilidade”, falou.

Embora a lei esteja em vigor desde janeiro, ela ainda não foi aplicada, porque não ocorreu nenhum fato posterior, segundo o ministro. Perguntado se o caso da Operação Lava Jato, que envolve a Petrobras, não poderia render punição à empresa, prevista já na Lei Anticorrupção, ele explicou que não, pois o fato é anterior à lei, embora o conhecimento sobre o episódio só tenha se tornada público este ano. “A lei entrou em vigor no dia 29 de janeiro de 2014. Não podemos fazer a lei retroagir para punir, porque a Constituição brasileira não permite. Então, todos os casos acontecidos antes da data não estão sujeitos a esta lei, mas a outras leis como o Código Penal, à Lei de Licitações ou à Lei de Improbidade”, explicou.

O ministro comentou ainda sobre sua expectativa para o segundo mandato da presidenta Dilma, e espera “a intensificação do combate à corrupção, o fortalecimento das instituições de controle, o empenho do governo pela reforma política – a começar pela alteração do financiamento empresarial dos partidos -, a redução do número dos partidos e a mudança do sistema partidário, para que se reduza a pulverização dos partidos nanicos no Brasil

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