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Monthly Archives: março 2013

CARTAZ OFICIAL FESTA DO DIVINO 2013 DE 15 A 19 MAIO.

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Bahia é o segundo estado com maior número de servidores não concursados Pesquisa indica que os 27 governadores empregavam em 2012 um contingente de 105,5 mil funcionários comissionados

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A Bahia tem 9.240 servidores comissionados – cargos de livre nomeação – que não fizeram concurso para entrar na administração pública. O número coloca o estado em segundo lugar no ranking desse tipo de nomeações. Ao todo, há 105,5 mil funcionários não concursados nos 27 estados do país. Quase 10% deles estão em Goiás, líder do ranking com 10.175 servidores nesta situação.

Ao se avaliar os resultados pelo tamanho da população, Rondônia e Distrito Federal saltam para a liderança, com 937 e 263 cargos por 100 mil habitantes, respectivamente.

De acordo com o jornal o Estado de S. Paulo, oito governadores do PSDB controlam, em conjunto, 37,6 mil cargos ocupados por servidores não concursados. Os quatro governadores do PT têm 23 mil vagas deste tipo. Em seguida, aparecem os quatro do PMDB, com 21,6 mil.

Os dados correspondem ao ano de 2012 e fazem parte da primeira pesquisa completa sobre a estrutura burocrática dos Estados, realizada pelo IBGE. Se todos os 105 mil funcionários que não fizeram concurso se reunissem, nenhum dos estádios da Copa do Mundo de 2014 teria capacidade para acomodá-las.

O número de funcionários subordinados aos gabinetes dos governadores ou às secretarias de Estado sem concurso chega a 74.740. Outros 4.445 servidores ocupam cargos de confiança no governo federal. Nos Estados, a proporção chega a 2,8%, segundo o Estado de S. Paulo.

Na administração indireta dos governos estaduais, formada pelas autarquias, fundações e empresas públicas, há outros 30.809 servidores comissionados não concursados.

O levantamento foi divulgado pela primeira vez pelo IBGE, mas desde 2001 o instituto avalia a estrutura burocrática dos municípios. A pesquisa de 2011 mostrou que as 5.565 prefeituras do país abrigam 506 mil servidores sem concurso.

Grupo invade Complexo Penitenciário da Mata Escura e tenta libertar detentos Grupo se passou por policiais e tentou explodir o portão da unidade.No pátio da detenção, doze presos já tinham arrombado as celas e aguardavam a fuga

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Um grupo de cinco homens fortemente armados invadiu umas das seis unidades do Complexo Penitenciário da Mata Escura e tentou libertar detentos na madrugada deste domingo (31).

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), um dos integrantes do grupo estava fardado com um uniforme da Polícia Militar quando os homens chegaram no local, se passando por policiais.

Os criminosos renderam o policial que tomava conta da guarita da Unidade Especial Disciplinar (UED), e o agrediram a coronhadas. Eles tentaram invadir a área das celas utilizando ferramentas e armamentos pesados para cortar a cerca de isolamento do local, segundo o Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado da Bahia (Sinspeb).

No interior da unidade, doze detentos já haviam arrombado as celas e aguardavam no pátio os criminosos abrirem o portão para fugir.

Segundo o diretor financeiro do Sinspeb, João Santana, o grupo ainda instalou um explosivo no portão da unidade. No entanto, a detonação não chegou a destruir a entrada do local, e os criminosos não conseguiram acessar a UED.

Com a falha do explosivo, o grupo fugiu a pé pelo matagal que liga a unidade à avenida Gal Costa, levando com eles a arma do policial agredido na portaria. Durantes buscas na região, a PM encontrou dois carros roubados abandonados na via. Dentro de um dos veículos estava a farda da Polícia Militar utilizada na ação criminosa.

Os doze detentos do Complexo Penitenciário foram levados para uma delegacia onde prestam depoimento sobre o caso. A polícia tenta esclarecer de quem partiu o direcionamento para libertar os homens envolvidos na tentativa de fuga.

Ainda de acordo com a Seap, um processo administrativo disciplinar também vai ser instalado para apurar participação de funcionários na ação.

Sargento da PM mata ex-mulher e depois se suicida na frente dos filhos em Canudos Casal travava disputa judicial. Sargento foi buscar os filhos para passar o domingo de Páscoa, mas discussão com a ex terminou em tragédia

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Sargento matou a mulher na frente dos filhos


Um sargento da Polícia Militar matou a ex-mulher e depois se suicidou na frente dos filhos em Canudos, município localizado a 350 quilômetros da capital baiana. O crime aconteceu por volta das 9h deste domingo (31), em um povoado a cinco quilômetros da cidade.

Segundo o capitão Moura, da 5ª Companhia do 5º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Euclides da Cunha), o PM Isamaque Ferreira Lima, de 48 anos, havia acabado de buscar os quatro filhos para passar o Domingo de Páscoa quando ele encontrou com a ex-companheira na Mercearia Carvalho.

O casal, que estava separado havia pouco tempo, iniciou uma discussão. Durante a briga, o PM sacou a arma e disparou três vezes contra a ex, Regina Cardoso de Carvalho, 38 anos. Em seguida, o sargento atirou na própria cabeça.

Os filhos do casal – uma menina de seis anos e os gêmeos de quatro – estavam dentro do carro do pai e presenciaram o crime. O filho do PM com a primeira esposa, um garoto de 8 anos, também estava no Volkswagen Voyage do sargento e assistiu a toda cena.

Regina não resistiu aos ferimentos e morreu em frente a mercearia. O PM Isamaque chegou a ser socorrido para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

“Já haviam indícios que este tipo de fatalidade poderia acontecer”, relatou o capitão Moura. “Segundo testemunhas, a Regina já tinha registrado queixa contra o sargento por ameaça. Eles também já tinham feito parte de uma audiência conciliatória com o Ministério Público, mas não chegaram a um acordo. Tudo indica que a disputa dos dois tinha relação com a guarda das crianças”.

O corpo de Regina Cardoso de Carvalho permanece no local do crime, aguardando a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Euclides da Cunha. Já o corpo do sargento Isamaque Ferreira Lima está em um hospital local, onde também aguarda a chegada do DPT.

O caso será investigado pela Delegacia de Canudos. As crianças foram retiradas da cena do crime e estão acompanhadas dos familiares maternos, mas também devem ser ouvidas pela polícia da região.

concursos na segunda-feira . Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia

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A Secretaria da Segurança Pública do Estado da Bahia abriu processo seletivo simplificado com o objetivo de reforçar os serviços administrativos das Polícias Militar, Civil e Técnica, em Salvador e no interior do estado. Os salários vão de R$ 1.049,89 a R$ 2.528,88 (veja aqui o edital).

São 31 vagas para contratação de pessoal, por tempo determinado, em Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) em cargos de nível médio e superior. Além da capital, as unidades que receberão os novos servidores estão situadas em Vitória da Conquista, Paulo Afonso, Seabra, Euclides da Cunha e Barreiras. O contrato da prestação de serviço é por dois anos, renováveis pelo mesmo período.

Os cargos de nível superior são de técnico de nível superior (formação em direito, administração e ciência social/antropologia), assistente social, psicólogo e enfermagem. O cargo de nível médio é de técnico de nível médio.

Para as funções temporárias de técnico de nível superior a remuneração é constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 991,80, acrescido de uma gratificação no valor de R$ 1.296,59, exceto para as funções temporárias dos graduados em enfermagem, psicologia e serviço social, que tem remuneração constituída por vencimento básico no valor de R$ 841,62, acrescida de uma Gratificação de Incentivo ao Desempenho no valor de R$ 1.687,26. Para todas as funções temporárias de técnicos de nível médio a remuneração é constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 629,13, acrescido de uma gratificação no valor de R$ 420,76.

A ficha de inscrição terá de ser preenchida (digitada) e entregue, para os candidatos que moram em Salvador, na sede da SSP (4ª Avenida, 430, Centro Administrativo da Bahia, CEP 41.745-002), no horário das 9h às 12h e das 14h às 17h, no período de 1º a 5 de abril. Para quem mora no interior, a ficha deve ser enviada pelos Correios, para o mesmo endereço, através de um Aviso de Recebimento (AR).

Motociclista tem a perna arrancada por motorista embriagado na Ernesto Geisel

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Moradores e população conseguiram capturar motorista que fugiu sem prestar socorro
O sábado de aleluia foi o mais triste para a família de Francisco dos Santos Oliveira, 34 anos. O cobrador de ônibus voltava do trabalho quando uma Parati invadiu a pista que estava e colidiu com sua motocicleta. O impacto foi tão forte que sua perna foi esmagada e arrancada.

Diretora agredida a socos quer punição para aluno, que diz ter sido provocado Confusão ocorreu dia 21, na Escola Municipal João Kopke, em Piedade Jovem acusado de agressão tem 15 anos

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 A diretora Leila Soares mostra a foto com as marcas que os socos deixaram em seu rosto: Foto: Pedro Kirilos

A diretora Leila Soares mostra a foto com as marcas que os socos deixaram em seu rosto: Pedro Kirilo

RIO – De um lado, a evocação da autoridade; do outro, a afirmação pessoal, típica de quem está caminhando para a idade adulta e vive numa favela dominada pelo tráfico. O ringue: a Escola Municipal João Kopke, de educação fundamental, em Piedade, a cerca de 300 metros do Morro do Urubu. No colégio, frequentado metade por alunos do asfalto e metade pelos da favela, nunca havia ocorrido um caso de agressão grave. Até o último dia 21, quando a diretora do colégio, Leila Soares, de 43 anos, foi atacada a socos por um aluno de 15 anos. Ele contou e diz que foram oito golpes. Leila só sabe que foram vários. A professora quer uma punição exemplar. O estudante acha que um pedido de desculpas já seria o suficiente. Cada um conta a sua versão

As marcas dos socos no rosto da pedagoga, há quatro anos à frente da João Kopke, já desapareceram, mas a imagem do agressor partindo em sua direção continua bem nítida em sua mente. Ela sente fortes dores de cabeça e não escuta com o ouvido direito. Em seu apartamento, numa rua de classe média do subúrbio, Leila tenta se recuperar do trauma e manter as aparências na hora da lição de casa dos dois filhos, de 6 e 12 anos. Ela vem de uma família cuja tradição é a vocação pelo magistério. Foi normalista do Carmela Dutra, colégio de Madureira voltado para a formação de professores. Rígida, diz que tem como principal virtude ouvir e que costuma pedir para não ser interrompida quando conversa um assunto sério com um aluno ou responsável.

Perto da escola, numa construção tosca de alvenaria, no alto do Morro do Urubu, já no bairro de Pilares, onde o esgoto desce pelas vielas, provocando um mau cheiro insuportável que entra pela única janela do imóvel, mora o adolescente de 15 anos que socou Leila. A casa fica ao lado de uma outra fincada na pedra que ameaça desabar a qualquer chuva mais forte. Dentro dela, nenhuma TV funciona com todas as funções: de uma, só se aproveita a imagem; de outra, o som. O jeito é ligar as duas ao mesmo tempo.

O DVD player é emprestado, e o celular velho não tem chip. A geladeira, enferrujada, com a porta despencada, serve de armário: há alguns dias, um quilo da sardinha, xepa da feira local, estragou por falta de refrigeração. O cômodo da casa onde mora a família, que faz as vezes de quarto e sala, tem cerca de 12 metros quadrados. Há dias o prato principal tem salsicha e ovo, comprados com os R$ 134 do Bolsa Família.

Nesse cenário, não há espaço para o diálogo, apenas para brigas e sessões de espancamento, reconhece a paraibana de Campina Grande, de 38 anos, mãe do jovem agressor. Ela se diz vítima do marido, mas não tem coragem de denunciá-lo à polícia, pois o morro é ocupado pelo tráfico. O socorro vem do próprio adolescente que bateu na professora, o segundo dos três filhos da mulher, considerado o mais calmo da família. É ele quem suplica ao pai que pare de bater na mãe, pois “numa mulher nunca se bate”.

No dia 21, o adolescente, que faz o 7º ano do ensino fundamental, no programa de aceleração escolar, não seguiu à risca seu próprio pensamento.

— O sangue subiu, e eu agredi a diretora. Ela está falando que escorreu sangue, mas eu não vi nada — diz ele, apoiado pela mãe, segundo a qual a professora ficou com a “cara perfeita” (sem machucados).

“Me chamou de demônio. Eu explodi”

Foi quando subia a escada da escola que leva ao pátio que a diretora se deparou com o estudante. Com uma chave de braço, ele estava atracado com um vizinho, seu melhor amigo. Não era briga, apenas um jeito meio bruto de demonstrar afeto. A partir daí, as versões divergem. O estudante alega que esbarrou na diretora; ela diz que foi empurrada.

— A gente tem a mania de andar agarrado. Aí ela disse: “Não quero agarramento”. Desci um degrau e esbarrei nela. Estressada, ela me empurrou, foi comigo na secretaria, falando alto. Não gostei. Ela chegou perto de mim e me chamou de alguns nomes. Me mandou para o inferno e me chamou de demônio. Eu explodi.

Leila diz que os fatos foram outros:

— Não me lembro de tê-lo chamado de demônio. Acho que ele é mau. Enquanto não me bateu, não sossegou. A missão dele naquele dia era dar soco em alguém. Fui eu a vítima. Tanto é que ele foi tranquilamente para o pátio contar o feito para os amigos. Não acredito que ele estivesse surtado ou drogado. Chamei a ronda escolar, e ele foi conduzido pela Guarda Municipal.

O que teria enfurecido o adolescente, que estuda lá desde 2011, foi ser chamado de demônio. É assim que a mãe dele se refere ao pai, pedreiro desemprego, que tem problemas “nos nervos” e toma remédios com tarja preta diariamente. Depois que o filho foi levado para a 24ª DP (Piedade) para se explicar, a mãe teria pegado alguns comprimidos do marido para se acalmar.

Com 23 anos de magistério no município, Leila, que já atuou como professora, coordenadora pedagógica e gerente de uma Coordenadoria Regional de Educação, enfrentou situações delicadas em outras escolas. Numa ocasião, precisou chamar a atenção de uma aluno que ameaçara uma funcionária:

— O aluno disse à merendeira: “Cuidado que você pode acordar com a boca cheia de formiga”. Aí eu o chamei e falei: “Você sabe rezar? Então reza para não cair sequer um cisco no olho dela, porque, se isso acontecer, vai cair na sua conta”. Ele alegou que era brincadeira.

Numa escola do Complexo do Alemão, Leila teve que se deitar no chão por causa de um tiroteio na comunidade. Era comum, às segundas-feiras, antes das UPPs na região, as professoras recolherem uma sacola com projéteis que caíam dentro do colégio.

Na João Kopke desde 2009, Leila orgulha-se de ter mudado o ambiente da escola, o que fez com que o colégio, de 300 alunos, pulasse para 700.

— Conheço cada aluno pelo nome e, quando percebo tentativa de abuso, falo: “Eu jogo bola com você na Paquequer (rua da região)? Então não sou sua colega”. Eles precisam saber seus limites.

Dessa forma, a diretora não se conforma com o fato de o jovem não ter ido à Vara da Infância e Adolescência até o dia 22, como estava marcado:

— Eu gostaria que ele cumprisse uma medida socioeducativa. A mãe acha que é simples ele ter socado alguém.

Sem dinheiro para o ônibus, a mãe do adolescente conta que não pôde levar o filho, que não tem o nome do pai registrado na certidão de nascimento.

— Vou segunda-feira (amanhã). Se não conseguir o dinheiro da passagem, vou ter que pedir ao tráfico — diz ela.

O jovem nega ter rido da diretora, como ela alega. E completa:

— Estou até arrependido porque agredi a diretora, uma mulher. Não gosto de fazer isso. Mas daí a falarem que eu vou entrar para a vida do crime… Isso nunca vai acontecer — garantiu ele, embora tenha ficado mais conhecido no Morro do Urubu, ganhando a simpatia dos traficantes por ter enfrentado a diretora.

Quanto mais for investido em educação, menos precisará ser investido em segurança.

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Maioridade Penal para 16 anos já!

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UM ÓTIMO DOMINGO DE PASCOAL A TODOS.

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