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Daily Archives: 11/08/2013

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ABRE O OLHO..ASS ADRIANO CRUZ

O PINIÃO DO POÇOES24HS.AI FOI UMA ARMASÃO MAIS SE DEUS QUIZER A VERDADE VAI APARECER .

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A informação sobre quando o sargento foi morto é baseada na análise das manchas de sangue e constará no laudo do Instituto de Criminalística que será entregue à Polícia Civil. O laudo necroscópico das outras vítimas também deverá ser concluído na próxima semana. A Polícia Civil aguarda agora a análise do computador usado pelo adolescente e dos telefones celulares da família.

Esta semana, a polícia já havia informado que exames preliminares apontavam a sequência de mortes na residência da Rua Dom Sebastião. Primeiro teria morrido o pai do garoto, depois a mãe, a cabo Andréia Regina Bovo Pesseghini, de 36 anos, em seguida, a avó dele, Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos, e a tia-avó, Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos.

Depoimentos
Nesta sexta-feira (9), um professor e uma professora do Colégio Stella Rodrigues, onde estudava Marcelo, foram ouvidos pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A Polícia Civil não deu detalhes sobre os depoimentos.

“Nós queremos saber, principalmente, o comportamento do garoto na escola. Se ele fez alguma confidência, qualquer coisa neste sentido. O que vier para a gente, venha de onde vier, vai nos ajudar para gente ter uma visão completa do caso”, disse o delegado Itagiba Franco, do DHPP. Ele insistiu no foco da polícia agora em descobrir a motivação do crime.

A Polícia Civil quer ouvir também duas vizinhas da família do garoto. Uma delas teria presenciado por diversas vezes Marcelo colocando e tirando o carro da garagem da casa onde ocorreram os crimes. A outra vizinha, segundo Franco, relatou a uma emissora de televisão ter visto um carro rondando a casa da família Pesseghini. A polícia tenta ainda localizar outras duas vizinhas que teriam ouvido os tiros e outros colegas de Marcelo. Para a Polícia Civil, Marcelo é suspeito de assassinar a própria familia e depois se matar.

O delegado geral da Polícia Civil, Luiz Maurício Blazec, disse que a investigação ainda não está concluída. “Nada está sendo desprezado, todos os informes trazidos pelas testemunhas estão sendo verificados e serão checados. A linha de investigação principal ainda é a autoria atribuída ao menino. O caso ainda não está concluído, aguardamos os laudos a fim de que eles possam ou não comprovar de forma concreta esta tese”, disse Blazec.

Nesta quinta-feira (8), um policial militar ouvido no DHPP disse que o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, havia ensinado o filho a atirar. A informação foi confirmada pelo delegado Itagiba Franco, responsável pela investigação.

Todas as vítimas morreram com tiros na cabeça disparados pela pistola .40 que pertencia a Andréia, indicou a perícia realizada nos corpos. O delegado citou que Marcelo tinha 1,60 metro e não era um garoto franzino, apontando que ele tinha condição de manipular a arma. A testemunha disse ter presenciado uma dessas “aulas de tiro”, que ocorriam em um estande na Zona Sul da capital paulista.

O PM, que morava na mesma rua da família, também informou ao DHPP que o sargento e a mãe do jovem, a cabo Andréia Pesseghini, ensinaram o filho a dirigir automóveis e que o jovem tirava o carro da família todos os dias da garagem. O automóvel foi localizado na rua onde o garoto estudava e a polícia investiga se ele dirigiu até lá, assistiu à aula e só depois retornou para casa e se matou

O procurador-geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, designou nesta quinta os promotores Norberto Joia e André Luiz Bogado Cunha para acompanhar as investigações sobre as mortes da família na Zona Norte. Os promotores deverão acompanhar Franco em todas as oitivas.

Em entrevista ao Fantástico, exibida neste domingo (11), o tio de Marcelo Pesseghini, irmão do policial da Rota Luís Marcelo Pesseghini, mostrou uma carta feita pelo garoto no Dia dos Pais de 2012. No texto, o garoto diz que ama o pai e o felicita pela data. “Pai, você é o melhor pai do mundo inteiro eu sempre vou te amar, um grande beijo e feliz dia dos pais”, diz o bilhete.

De acordo com o tio,  o menino tinha o pai como um ídolo, e sempre foi carinhoso com a avó. “A família dele, para o Marcelinho era tudo. Ele amava o pai dele, a mãe. O pai era um super-herói pra ele. A avó ele amava muito porque foi ela quem criou, cuidou dele. Os pais trabalhavam muito.”

O irmão do policial também rechaça que Marcelo tenha cometido tal crime, e se matado horas depois. “Eu acho que ninguém acredita nisso. Ninguém da família, os amigos.” Segundo a polícia, o menino aprendeu a atirar com o pai, e a dirigir com a mãe. O tio, entretanto, nega tais fatos. “É tudo mentira. Meu irmão era uma pessoa muito coertente. E o menino nunca mostrou interesse em nada disso, tanto a dirigir quanto a mexer com armas.”

Carta escrita por Marcelo para o pai em 2012 (Foto: Reprodução/TV Globo)Carta escrita por Marcelo para o pai em 2012 (Foto: Reprodução/TV Globo)

Laudo O sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, foi assassinado dez horas antes que os outros parentes mortos na Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, segundo informou  o SPTV deste sábado (10), após relato de médicos legistas que trabalham no caso. A Polícia Civil suspeita que o filho do sargento, o adolescente Marcelo Pesseghini, de 13 anos, matou o pai, a mãe, a avó e a tia e na sequência se suicidou entre a noite de domingo (4) e a madrugada de segunda-feira (5)

Motivação
O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Mauricio Blazeck, disse nesta quinta-feira que as investigações buscam, agora, a motivação do crime.

Questionado se existe a possibilidade da participação de outra pessoa no crime, Blazeck informou que essa “não é uma questão fechada”. “Dependemos dos laudos para confirmar isso. Por enquanto, continua a versão inicial”, disse, em relação ao envolvimento apenas do garoto de 13 anos nos assassinatos.

POÇÕES: PREFEITURA REALIZA 1ª COPA POÇÕES DE FUTSAL MASCULINO

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Zil  Nascimento e Juliana Marinho

Zil Nascimento e Juliana Marinho

Na noite deste sábado (10) acontece a abertura do Copa Poções de Futsal Masculino, que será realizada de 10 de Agosto a 05 de Outubro no Ginásio de Esportes Ângelo Magalhães. A Copa Poções é organizada pela Coordenação Municipal de Esportes da Prefeitura Municipal de Poções. Para falar sobre o assunto conversamos com o Coordenador de Esportes, Zil Nascimento, e sua auxiliar, Juliana Marinho. Entre os diversos assuntos, eles revelaram a nossa reportagem que há mais de dois anos não acontece campeonatos de futsal masculino com apoio da Prefeitura.

Três mulheres e uma crianças são baleadas no Nordeste de Amaralina Situação ocorreu por volta das 14h deste domingo (11). Vítimas foram atingidas durante troca de tiros da polícia com criminosos.

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Três mulheres e uma criança foram baleadas na tarde deste domingo (11), no bairro Nordeste de Amaralina, em Salvador, de acordo com a polícia.

A situação ocorreu durante troca de tiros entre a polícia e suspeitos, por volta das 14h. A polícia informa que um grupo participava de uma partida de futebol e, durante uma ronda, a equipe da 40ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) foi recebida com tiros.

As vítimas, que têm 4, 27, 36 e 45 anos, foram atingidas em regiões como o braço, a mão e a perna. O hospital informa que elas sofreram ferimentos leves e devem receber alta ainda neste domingo.

Na ocasião, um homem foi preso com 60 pedras de crack, arma e dinheiro, informou a polícia.

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Legista do caso PC Farias diz que filho de PMs não cometeu suicídio Posição do corpo indica que ele foi assassinado junto com os pais

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Para polícia, Marcelo Eduardo matou os pais e se suicidou em seguida Reprodução/Facebook

A posição do corpo de Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, encontrado morto na última segunda-feira (5), mostra que não houve suicídio e o garoto foi assassinado, diz o médico legista e professor da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) George Sanguinetti.

Sanguinetti é conhecido por ter refeito o laudo das mortes do casal Paulo Cesar Farias e Suzana Marcolino e por apontar que eles foram assassinados, em 1996. O legista também foi contratado pelas defesas do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, presos pela morte da menina Isabella Nardoni, e do goleiro Bruno, preso pelo suposto assassinato de Eliza Samudio.

O corpo de Marcelo Eduardo foi encontrado junto aos dos pais, o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, e a policial militar Andréia Regina Bovo Pesseghini, na casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo.

O garoto é considerado, pela polícia, o único suspeito de ter matado os pais e também a avó, Benedita de Oliveira Bovo, 67, e a tia-avó, Bernadete Oliveira da Silva, 55, encontradas mortas na casa ao lado.

O legista analisou as fotografias da cena do crime e comentou o assunto no perfil dele no Facebook. Ele diz que a posição do corpo de Marcelo diz claramente que o garoto não foi o autor do tiro que o matou, pois a mão direita estava em cima do lado esquerdo da cabeça e o braço esquerdo, dobrado para trás, com a palma da mão esquerda aberta para cima. Segundo Sanguinetti, essa posição não é a de uma pessoa que se suicidou.

— Não estou contestando o trabalho da Polícia de São Paulo, apenas estou apresentando a “linguagem do cadáver de Marcelo”, onde diz claramente que não foi autor do tiro que o matou [sic].

Bilhete mostra carinho de adolescente pelo pai PM

Família descobre chave na casa de PMs assassinados

Sanguinetti comenta também que seria impossível o menino, considerado canhoto pela polícia, disparar a arma com a mão esquerda e a mão direita ser encontrada na posição mostrada na foto, em cima do lado esquerdo da cabeça.

Vizinha diz ter acordado com barulho

O legista explica que, para que o adolescente fosse o assassino, deveria ser constatada a presença de pólvora, chumbo, antimônio e bário nas mãos dele.

— Como o tiro teria sido com arma apoiada, deveria haver também sangue e outros materiais orgânicos resultantes da explosão dos gases.

Conder abre concurso para 340 vagas de nível médio e superior

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A Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) divulgou neste fim de semana o edital do concurso público para 340 vagas, sendo 215 para cargos de Nível Superior e 125 para cargos de Nível Médio Técnico, respeitando o percentual de 5% das vagas para candidatos portadores de deficiências. A seleção ocorrerá através de etapa única composta por uma prova escrita objetiva.

Os cargos de nível superior com atuação nas áreas de obras urbanas, ambiental e informações geoespaciais são para Arquiteto ou Urbanista (20 vagas), Engenheiro Sanitarista ou Ambiental (10), Engenheiro Agrimensor (5), Engenheiro Cartográfico  (1), Engenheiro Civil (64), Engenheiro Eletricista (3), Biólogo (2), e Geógrafo. O salário inicial é de R$ 4.590.

Os postos de nível superior com atuação na área de integração social são distribuídos da seguinte forma: Sociólogo (3), Pedagogo (1) e Assistente Social (23). O salário inicial é de R$ 3.570. Há vagas ainda para Administrador (25), Contador (14), Economista (6), Bibliotecário (1), Jornalista (2), Advogado (15), e formados em Tecnologia da Informação, Processamento de Dados, Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia de Sistemas ou Análise de Sistemas (10). O salário inicial também é de R$ 3.570.

VEJA O EDITAL

Os cargos de nível médio exigem curso técnico em Edificações (32), Administração (82), Contabilidade (9), Segurança e Higiene do Trabalho (1), e Web Design (1). O salário é de R$ 1.632.

As inscrições ficam abertas no período de 19 de agosto até 12 de setembro, pelo site da Fundação Getúlio Vargas, organizadora do concurso. A taxa custa R$ 78 para cargos de nível superior, e R$ 60 para nível médio. A prova objetiva será realizada em Salvador no dia 03 de novembro, das 8h às 13h para nível superior, e das 15h às 19h para nível médio.

O  prazo de validade do concurso será de dois  anos, contados a partir da data de homologação do resultado final, podendo ser prorrogado pelo mesmo período a critério da Conder.

Vitória da Conquista: banana de dinamite e facas são encontradas no presídio

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Uma banana de dinamite foi encontrada, no sábado (10), dentro do presídio Nilton Gonçalves, em Vitória da Con quista, no Sul do Estado.
Segundo o site Itambé Agora, um policial da 78ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), desconfiou de um grupo fde detentos que estava no pátio agindo de forma suspeita e pediu reforços.
Quando policiais da Caesg ocuparam o módulo 1 do presídio encontaram, além da dinamite, dezenas de petecas de drogas, celulares, facas, carregadores e uma folha de papel com contatos dos advogados e de traficantes.
Por conta desta ação, as visitas aos detentos foram suspensas neste domingo (11).

Nordeste: quatro são baleados. Entre eles mãe e filha

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Três mulheres e uma criança foram baleadas na tarde deste domingo (11) no bairro do Nordeste de Amaralina, em Salvador. Segundo informações de moradores, as vítimas foram atingidas próximo ao Campo do Areal, quando comemoravam a festa em homenagem ao dia dos pais. “Eles (policiais) chegam aqui sempre atirando. O que aconteceu aqui hoje é o que vem acontecendo todos os dias: abuso de poder”, disse uma moradora que prefere ter a identidade preservada.

Caroline Cerqueira da Silva, 5 anos, foi baleada no braço direito, a mãe, Jovita Cerqueira da Silva 45, Edileuza Borges dos Santos França e Juliane Novaes, 27. Todas foram encaminhadas para o Hospital Geral do Estado (HGE). O estado de saúde não foi informado.

De acordo com policiais da 40ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) a troca de tiros foi provocada por bandidos que dispararam contra as viaturas da unidade. Um dos suspeitos, Joel Souza de Jesus, foi preso. Com ele a polícia encontrou um revólver e drogas.

Os moradores do Nordeste de Amaralina prometem uma manifestação ainda na tarde deste domingo n bairro. “Queremos mais que segurança. Precisamos ser respeitados pela polícia que acha que todos nós somos bandidos”, desabafou a moradora. O caso será investigado por agentes da 28ª Delegacia Territorial (DT). Não existem informações de onde partiram os tiros que atingiram as vítimas.

Assassinato de PMs por filho intriga especialistas Para criminólogos, é raro crianças matarem parentes e se suicidarem; até policiais experientes relatam nunca ter encontrado caso semelhante

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Uma criança matar mais de um parente e em seguida se suicidar é incomum na criminologia, afirmam especialistas. A discussão está em foco após um casal de policiais militares, o filho de 13 anos e mais dois parentes serem achados mortos a tiros na noite de segunda-feira, na zona norte de São Paulo. Para a polícia, o menino é o principal suspeito. A família, no entanto, contesta essa versão.

Segundo pesquisadores em segurança e em comportamento psicótico, é raro em todo o mundo ver casos de pessoas que promovem um massacre na família, principalmente quando se trata de crianças. No Brasil, não há dados estatísticos sobre crimes resultantes de um quadro psicótico cometidos por menores de idade. Mas nos locais onde existe literatura sobre casos assim, os índices são baixíssimos. “Nos EUA, as estatísticas de quem mata pelo menos um dos pais correspondem a 2% dos homicídios, e quem mata vários membros da família é muito menos. Criança dessa idade que comete suicídio após o crime é mais difícil ainda. Quando isso acontece, há um histórico de grandes conflitos domésticos, abuso sexual, interesse financeiro”, explica a criminóloga Ilana Casoy.

Já o psiquiatra forense Talvane de Moraes, da Associação Brasileira de Psiquiatria, afirma que, pela literatura internacional, ocorrências com as características apontadas pela polícia de São Paulo no caso do estudante Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini tem um porcentual abaixo de 1% da população. “O que surpreende é a idade. A maior frequência desses casos é em adolescentes de 16 a 18 anos. É importante ressaltar que, se aconteceu, é uma exceção mesmo entre os casos de doentes mentais”, afirma. “Normalmente, um doente é vítima de um crime, e não criminoso.”

No entanto, para Moraes, é possível uma criança premeditar um crime quando tem esquizofrenia ou está sob um surto. Os sinais de uma doença psiquiátrica podem aparecer lentamente ou a crise pode ser até momentânea. “Às vezes, os pais não percebem os sinais, que podem ocorrer de tal maneira insidiosa. O adolescente é rebelde por natureza, é inquieto, e isso pode ocasionar mascaramento dos sintomas. Mas é preciso ter cautela: não quer dizer que todo garoto rebelde esteja vivendo um quadro como esse.”

Em casos de surtos, ele explica, a criança não sabe distinguir as relações de afeto e quem são os parentes mais próximos. “Os sentimentos de amor, solidariedade e compaixão pelos pais e familiares podem cair por terra. Há atitude pragmática no crime comum, que visa a algum resultado. Em casos de surtos, não existe nenhum pragmatismo.”

Ele diz que, de acordo com alguns indícios, o menino poderia ter sofrido um quadro assim. “Todas as pessoas que ouvem o caso têm uma sensação de estranheza por uma criança ter matado os pais. Nós raciocinamos com um pensamento de quem não está doente. A ocorrência por hipótese de um surto se manifesta exatamente pelo irracional. O surto foge da regra.”

Já o tenente-coronel da reserva da PM Ricardo Jacob, vice-presidente da Associação dos Oficiais Militares do Estado de São Paulo, contesta essa versão. “Um caso desse jeito, como a polícia acredita, é a primeira vez no mundo que acontece. Em 39 anos de Polícia Militar, nunca vi coisa semelhante.”

Jacob cita elementos que ainda não estão esclarecidos e colocam em dúvida a autoria do crime pelo garoto. “Não acredito que tenha sido a criança ainda, por uma série de fatores. Pelo que acompanhei na imprensa, o local do crime estava muito arrumado, com tiros certeiros na vítima. A arma calibre .40 ( que o garoto teria disparado) é uma munição policial e tem um ‘stock power’, ou seja, um poder de parada. A pessoa que atira recebe um impacto grande, um tranco e vai para trás. A criança deu um tiro na cabeça e a mão não desviou? A arma ficou embaixo do corpo?”

Arma. A criminóloga Ilana diz que só com os dados científicos da perícia é possível ver o caso com clareza. Para ela, o porte de arma pelos pais teria contribuído tanto quanto qualquer outro tipo de crime – seja no trânsito, no bar ou até por ciúme. “No caso, pai e mãe eram policiais, portanto, não há como pensar que não deveriam ter armas em casa nem em acusá-los de negligência, pois ainda não sabemos o que aconteceu.”