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Daily Archives: 28/08/2013

Gostaria que todos leiam essa bonita entrevista de uma médica cubana e depois reflitam a diferença que o governo trata os mais humildes lá em tudo principalmente nos estudos e respeito aos seus cidadãos tire suas conclusões eu já tirei a minha parabéns cuba.

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A médica cubana Ceramides Almora Carbonell, 42 anos, falava emocionada da recepção calorosa dos brasileiros, quando concedeu entrevista à Carta Maior nos corredores da Fiocruz, em Brasília, onde médicos brasileiros e estrangeiros que irão atuar no Programa Mais Médicos participam de um curso de formação. Na entrevista à Carta Maior, ela fala sobre sua experiência como médica e sobre a situação da saúde em seu país. Por Najla Passos.

Brasília – A médica cubana Ceramides Almora Carbonell, 42 anos, ainda falava emocionada da recepção calorosa dos brasileiros, quando a encontrei nos corredores da Fiocruz, em Brasília, onde médicos brasileiros e estrangeiros que irão atuar no Programa Mais Médicos participam de um curso de formação. Ela nasceu em Guane, um pequeno município de 35 mil habitantes na província de Pinar del Rio, famosa pela produção dos charutos cubanos. Aos 5 anos, mudou-se para a capital, onde cursou o estudo básico e médio. Com 17 anos de prática médica e experiências internacionais em Honduras e Bolívia, está divorciada há dois anos e não possui filhos. Decidi iniciar por aí nossa entrevista.

– É mais fácil deixar seu país quando não se tem marido e filhos?, questionei.

“Não tenho marido e filhos, mas tenho família: pai, mãe, irmão. Mas mesmo meus colegas que têm filhos, não temem deixá-los porque sabem que, em Cuba, eles serão muito bem assistidos, terão acesso gratuito à educação e saúde de qualidade. Além disso, os colegas médicos que permanecem na ilha criam uma espécie de rede de solidariedade para atender as famílias dos que estão fora. Nossos companheiros policlínicos visitam nossas famílias e cuidam para que sejam assistida nas suas necessidades. Eles ligam para meus pais, visitam minha casa e, assim, posso viajar tranquila”, explicou.

– Seus pais também são médicos?

“Não. Eles são professores, já aposentados”.

– E seu irmão, é médico?

“Não, eletricista. Sou a única médica da família”.

– E como você decidiu fazer medicina?

“Em Cuba, as escolas promovem ciclos de interesse que vão combinando as coisas que você gosta desde pequena. Por exemplo, vão bombeiros, professores, esportistas e vários outros profissionais, dentre eles os médicos. Isso para formar, desde pequeno, conhecimento sobre todas as áreas. Eu sempre gostei sempre da medicina. No ensino médio, participei do ciclo de interesse de cirurgia experimental e, depois, ainda participei do ciclo de medicina geral e integrada, ainda em Pinar Del Rio. Depois passei pela faculdade de medicina, seis anos de muito estudo. Era um período muito duro. Mas consegui nota máxima em todas as disciplinas. Em seguida, prestei os dois anos de serviço social obrigatório em Guane”.

– Você voltou a sua cidade natal para clinicar?

“Sim, é uma cidade muito pequena, mas gosto muito de trabalhar lá”.

– Não fez nenhuma especialização?

“Depois do serviço social, fiz três anos de especialização em medicina geral e integrada, como todos os médicos cubanos que vieram para o Brasil. Seria o equivalente, aqui no Brasil, a medicina familiar, que ensina ver a pessoa no seu conjunto. Fiz a especialização em dois níveis. Sou mestre em Procedimento e a Diagnósticos Primários de Atenção à Saúde”.

– E como você aprendeu o português?

Meu pai morou na Guiné Bissau por um ano e se apaixonou pelo idioma. Ele me ensinava desde que eu era bem pequena.

– Você disse que, em Cuba, os estudantes escolhem fazer medicina por vocação. No Brasil, os cursos de medicina são os mais caros, nas universidades particulares, e os mais concorridos, nas universidades públicas e, com isso, acaba que praticamente só os mais ricos, que têm como pagar uma educação de maior qualidade, conseguem acesso a eles.

“Em Cuba, a oportunidade é a mesma para todos os cubanos. Primeiro, não há classes sociais diferentes. Todos somos iguais. Não há discriminações por sexo ou raça. Sou mulher, sou mulata, mas estou aqui como todos os outros companheiros da brigada.”

– Os brasileiros têm muita dificuldade em entender como vocês podem vir para cá sem receber o mesmo salário pago aos demais profissionais que integram o programa, como vocês aceitam que parte dos seus salários seja retida pelo governo. Como você vê isso?

“Eu conheço essa polêmica capitalista. É que vocês não entendem que nós não trabalhamos por dinheiro, mas por solidariedade, humanismo. O comandante Fidel Castro, nosso líder nacional e também latino-americano e mundial, tem uma frase que diz que “ser internacionalista é saudar nossa própria dívida com a humanidade”. E nós carregamos esse conceito em nosso coração. Desde pequenos, já aprendemos sobre internacionalismo, solidariedade, honradez, bondade, profissionalismo. Eu acho até que o povo cubano não poderia viver sem esses conceitos, que estão na base da sua cultura. Como diz nossa ministra da Saúde, temos um recurso muito grande, que é nosso próprio conhecimento e o amor do nosso povo por outros povos irmãos”.

– Você falou que já esteve em outras missões internacionais…

“Sim, trabalhei por dois anos na Bolívia, em Potosí, o departamento mais pobre do país. Um lugar cheio de riquezas, mas onde o povo é muito pobre.
Também atuei em Três Cruzes, uma aldeia muito pequena e pobre. Lá, eu tive o prazer de trabalhar muito e conseguir inaugurar um hospital. Em Honduras, trabalhei em Nova Esperança, em municípios muito pobres.

– E, nesses locais, vocês tinham acesso a equipamentos, infraestrutura e tecnologia para atender adequadamente os pacientes?

“Não. Nós trabalhávamos com o método clínico. Nós examinávamos os pacientes. Tocávamos as pessoas, conversávamos com os doentes. A falta de tecnologia não é problema para mim e nem para a brigada cubana, que trabalha muito com este método. E é com isso que esperamos melhorar muito a saúde do seu povo. Muitos países não têm dinheiro para pagar a tecnologia avançada. Sei usar um ultrassom, mas pratico muito o método clínico”.

– Outra crítica das entidades médicas brasileiros é que, em Cuba, por conta do longo embargo econômico, o acesso à tecnologia é muito restrito, o que provoca uma defasagem na formação dos médicos e os impossibilita de atuar adequadamente no Brasil. Você concorda com isso?

“Cuba é um país pobre e bloqueado, mas nossos indicadores de saúde são excelentes. E isso não tem a ver com muita tecnologia. Estamos entre os cinco países com menor índice de mortalidade infantil: menos de 4,5 por mil nascidos vivos. Isso é graças ao nosso esforço, porque estudamos muito, investimos em pesquisas, praticamos muito o método clínico, e isso faz a diferença. Também temos uma vigilância epidemiológica muito boa, fundamental para todos. E a saúde cubana é multissetorial: até a população participa. A dengue, por exemplo, é uma doença transmissível. Se o governo não educa sua população, todos morremos.

– Há dengue em Cuba?

“Não, não há. Eu citei a dengue porque é uma doença comum no Brasil. Já atendi muitos pacientes com dengue, mas em Honduras. Não em Cuba, que temos uma vigilância epidemiológica forte. E nem na Bolívia, porque atuei no altiplano, onde é muito frio”.

Dilma critica preconceito: cubanos fazem o que médicos daqui não querem Segundo a presidente, está sendo externado um “imenso precondeito” contra os médicos formados em Cuba

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A presidente Dilma Rousseff criticou nesta quarta-feira os que têm preconceito contra a presença dos médicos cubanos no Brasil. Em entrevista a rádios de Minas Gerais, ela ressaltou que há médicos estrangeiros de outros países, além de Cuba. A presidente ainda reiterou que os estrangeiros estão no Brasil para desempenhar o trabalho que os médicos brasileiros n”É um imenso preconceito esse sendo externado contra os cubanos. É importante dizer que os médicos estrangeiros, não só cubanos, vêm ao Brasil para trabalhar onde médicos brasileiros formados aqui não querem trabalhar’, disse ela.

Na segunda-feira, primeiro dia de treinamento dos profissionais estrangeiros no Brasil, médicos cubanos foram hostilizados em Fortaleza (CE). Um grupo de médicos brasileiros aguardou o encerramento do curso para protestar, chamando os cubanos de escravos.

Na terça-feira, a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) solicitou à Procuradoria-Geral do Trabalho investigação da relação de trabalho dos profissionais que atuarão pelo Mais Médicos. A entidade alega que o fato de os médicos não revalidarem os diplomas vai causar restrição de locomoção, o que, segundo a entidade, é uma das características do trabalho escravo.

Pelas regras do governo, todos os profissionais do Mais Médicos receberão uma “bolsa formação” pelo serviço nas regiões carentes. Não haverá contrato de trabalho. O Ministério da Saúde é favorável à concessão de pagamento por intermédio de bolsa porque os médicos farão uma especialização na atenção básica ao longo dos três anos de atuação no programa.

Infográfico: Revalidação do diploma médico

Conheça a história de médicos brasileiros que se graduaram fora do País e por que é necessário revalidar o diploma para poder trabalhar no Brasil

No caso dos médicos cubanos, eles atuarão no Brasil em regime diferente dos que se inscreveram individualmente no Mais Médicos. O Ministério da Saúde brasileiro firmou acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para que a entidade internacional buscasse parcerias para a vinda de médicos para o País. Pelo acordo, a Opas acertou com Cuba prevendo inicialmente a vinda de 4 mil médicos cubanos. Os primeiros 400 profissionais desse acordo a chegarem no País vão atuar em parte das 701 cidades que não receberam inscrições individuais de médicos.

No acordo, os repasses financeiros serão feitos do Ministério da Saúde para a Opas. A entidade repassará as quantias ao governo cubando, que pagará os médicos. Inicialmente nem a Opas nem o Ministério da Saúde souberam especificar quanto dos R$ 10 mil pagos por médico será repassado para os profissionais, porém, o secretário adjunto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Fernando Menezes, disse depois que a remuneração ficaria entre R$ 2,5 mil e R$ 4 mil.

ENTENDA O ‘MAIS MÉDICOS’
– Profissionais receberão bolsa de R$ 10 mil, mais ajuda de custo, e farão especialização em atenção básica durante os três anos do programa.
– As vagas foram oferecidas prioritariamente a médicos brasileiros, interessados em atuar nas regiões onde faltam profissionais.
– Com o não preenchimento de todas as vagas, o Brasil aceitou a candidaturas de estrangeiros – incluindo convênio com Cuba para a vinda de 4 mil médicos. Eles não precisam passar pela prova de revalidação do diploma
– O médico estrangeiro vai atuar na região indicada previamente pelo governo federal, seguindo a demanda dos municípios.
– O programa também prevê a criação de 11,5 mil novas vagas de medicina em universidades federais e 12 mil de residência em todo o País, além da inclusão de um ciclo na residência em que os profissionais atuarão no Sistema Único de Saúde (SUS).
Agência Brasil

ISSO SIM É UMA VERGONHA NA SAÚDE .NINGUEM FALA NÃO É………….

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Apagão foi causado por queimada no Piauí, diz ministro Lobão negou fragilidade no sistema e convocou reunião de emergência. ‘Queimada provoca esse tipo de desligamento, lamentavelmente’, disse.

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O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, disse que a causa do apagão no Nordeste ocorrido nesta quarta-feira (28)  foi uma queimada na fazenda Santa Clara na cidade de Canto do Buriti, no Piauí. Segundo o ministério, o blecaute provocou o desligamento de duas linhas de transmissão paralelas e totalizou um corte de carga de 10.900 megawatts.

Queda de energia no Nordeste (Foto: Editoria de Arte/G1)

O ministro informou que as causas da queimada – se foi natural ou provocada por ação humana – ainda estão sendo investigadas. Segundo o ministro, a preocupação inicial foi restabelecer o sistema.

O ministro disse ainda que o apagão atingiu “todo o Nordeste”, mas que o sistema já foi recuperado. No entanto, Lobão disse que há a possibilidade de algumas cidades no interior dos estados ainda estarem com falta de energia.

“As capitais foram reabastecidas em no máximo duas horas, duas horas e pouco. O interior está sendo restabelecido paulatinamente”, afirmou o ministro, que se encontrava no Rio de Janeiro, na sede do ONS.

‘Lamentavelmente acontece’
Lobão negou fragilidade no sistema. “O sistema é bom, é forte, é igual aos melhores do mundo. Queimada provoca esse tipo de desligamento, lamentavelmente acontece. Já aconteceu outras vezes no Brasil e no exterior”, disse o ministro.

O ministro convocou para esta quinta-feira, em Brasília, uma reunião extraordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), integrado pelas autoridades do setor.

1º desligamento ocorreu às 14h58
Segundo o ministério, em razão da queimada, foram desligadas duas linhas de transmissão paralelas.

“Queimadas provocaram.. o desligamento da linha de transmissão de 500 KV Ribeiro Gonçalves-São João do Piauí, circuito 2, da empresa Ienne, controlada pela espanhola Isolux. Na sequência, também devido a queimada, foi desligada a segunda linha Ribeiro Gonçalves-São João do Piauí, circuito 1, da Taesa, empresa controlada pela Cemig, configurando, segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS), uma contingência dupla, causando a separação da região Nordeste do restante do Sistema Interligado Nacional (SIN)”, informou o ministério, em nota.

O Operador Nacional do Sistema divulgou uma nota explicando que houve desligamentos em duas linhas devido “a foco de calor (queimada na região)”. O primeiro deles ocorreu às 14h58. Em comunicado, a ONS informou que as cargas de energia do Nordeste foram praticamente recuperadas às 17h30. Veja a íntegra abaixo.

A área de fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse que, após a apuração das causas pelo ONS, fará a fiscalização do problema e, se houver culpados, aplicará multa.

Apagão afetou as 417 cidades da BA; energia é normalizada em Salvador Coelba informou que apagão afetou todas as cidades da Bahia nesta quarta. Situação foi normalizada em Salvador por volta das 19h30, afirma Coelba.

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Após apagão iniciado por volta das 15h, a energia elétrica foi normalizada em Salvador por volta das 19h30 desta quarta-feira (28), de acordo com a Companhia Elétrica do Estado da Bahia (Coelba). A concessionária informou que a interrupção do abastecimento no Nordeste do país atingiu todos os 417 municípios baianos.

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, disse que a causa do apagão foi uma queimada na fazenda Santa Clara na cidade de Canto do Buriti, no Piauí. Segundo o ministério, o blecaute provocou o desligamento de duas linhas de transmissão paralelas e totalizou um corte de carga de 10.900 megawatts.

Após apagão, energia começa a ser normalizada na Bahia

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Após o apagão que atingiu a Bahia e outros sete estados do Nordeste, a energia elétrica começou a ser normalizada na tarde desta quarta-feira (28). Em nota, a Coelba informou que por volta das 15h30 alguns municípios do sul e sudoeste do Estado tiveram o fornecimento de energia normalizado e às 16h30, a energia começou a ser restabelecida em alguns bairros da capital baiana.

Por volta das 15 horas, vários bairros de Salvador ficaram sem energia elétrica. Nas redes sociais, internautas da Federação, Nazaré, Stiep, Rio Vermelho, Pituba, Pituaçu, Patamares, Itapuã e Cidade Baixa relataram falta de luz nas residências e locais de trabalho.

Vários municípios baianos também foram afetados pelo apagão. Internautas de Lauro de Freitas, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus também relataram falta de energia nas cidades.

De acordo com a Agência Brasil, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) informou que o desligamento de energia foi considerado de grande porte. A empresa ainda trabalha para restaurar a energia e apurar as causas do blecaute que atingiu também Piauí,  Alagoas, Ceará, Sergipe, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O Operador Nacional do Sistema (ONS) está investigando as causas do desligamento, que estão sendo apuradas pelo Centro Nacional da ONS, em Brasília.

Após apagão, ferry atrasa atracagem na Ilha e trânsito trava em Salvador Embarcação Ivete Sangalo precisou esperar 30 minutos para desembarque. Longo congestionamento começou na capital baiana ainda durante a tarde.

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O ferry boat do modelo Ivete Sangalo atrasou cerca de 30 minutos a atracagem no Terminal de Bom Despacho, na Ilha de Itaparica, nesta quarta-feira (28), porque o sistema de descida da rampa para passagem dos carros precisou ser feito de forma manual após o apagão ocorrido em todo o nordeste, segundo a empresa Intermarítima, que administra o serviço. A situação aconteceu devido à falta de energia, por volta das 17h, e agora é realizada com apoio de gerador.

Trânsito - apagão em Salvador, na Bahia (Foto: Imagem/TV Bahia)População disputa lugar em ônibus (Foto: Imagem/TV Bahia)

Trânsito
Com a cidade sem luz, a população começou a enfrentar engarrafamento em Salvador a partir das 16h desta quarta-feira (28), mais de uma hora antes do horário de pico habitual.

Segundo a Transalvador, os pontos mais críticos da cidade são Avenida ACM, principalmente na região do Shopping Iguatemi, na Avenida Paralela, com sentido centro, na Baixa do Fiscal, no Comércio e no Campo Grande, situação que persiste até por volta das 18h30.

Trânsito - apagão em Salvador, na Bahia (Foto: Imagem/TV Bahia)Trânsito congestionado em Salvador (Foto: Imagem/TV Bahia)

Perto do terminal rodoviária, a situação está mais complicada pelo agravante de um acidente que envolveu uma moto e um carro de passeio, deixando o motociclista ferido.

O Elevador Lacerda, na Praça Tomé de Souza, teve a operação interrompida durante uma de suas viagens, mas, por conta do gerador, os passageiros foram liberados em seguida. Até por volta das 18h, o sistema continuava parado.

Trânsito na Avenida Paralela, uma das mais movimentadas da capital (Foto: Rodrigo Bonfim / Arquivo Perssoasl)Trânsito na Avenida Paralela, uma das mais movimentadas da capital (Foto: Rodrigo Bonfim / Arquivo Perssoasl)

Queda de energia no Nordeste (Foto: Editoria de Arte/G1)Queda de energia no Nordeste (Foto: Editoria de Arte/G1)

Apagão
Grande parte da Bahia ficou sem luz na tarde desta quarta-feira (28), segundo informações da Companhia Elétrica do Estado da Bahia (Coelba). A queda de energia aconteceu por volta das 15h. A Coelba informa que não tem como resolver o problema, já que a responsabilidade é Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf).

O superintendente de Operação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), João Henrique Franklin, confirmou ao G1 a queda de energia no Nordeste. O problema foi observado por volta das 15h. O superintendente informou que está fazendo o diagnóstico do ocorrido.

No estado, foi registrada a falta de energia em cidades da região sul, oeste, sudoeste, norte e sudeste. Na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia, os estudantes foram liberados. A Universidade Católica de Salvador cancelou as aulas nesta quarta-feira (28).

Salvador: pontos afetados
Na capital baiana, as lojas dos dois maiores shoppings da cidade, o Iguatemi e o Salvador, fecharam as portas por algumas horas. Por volta das 16h40, os lojistas voltaram a funcionar normalmente.

O Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães opera com gerador e o saguão da unidade ficou completamente sem luz. Todos os semáforos da capital foram desligados e, de acordo com informações da Transalvador, alguns locais da cidade estão congestionados.

Na Praça Tomé de Souza, o Elevador Lacerda encerrou a operação e liberou os passageiros que estavam nas cabines com o apoio de gerador. Segundo informações do ponto de informações, a energia continua interrompida em toda a região, afetando também a sede da Prefeitura de Salvador e todo o comércio local.

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizada no Curuzu está liberando os pacientes que têm condições de alta médica e não está cadastrando novos, segundo informações da unidade. O G1 não consegue contato com as secretarias estadual e municipal de Saúde.

Bahia
No Polo Petroquímico, localizado na região metropolitana de Salvador, algumas fábricas evacuaram as unidades. Foi realizado um resfriamento de cilindros químicos, como procedimento de segurança, o que causou tensão em quem passava pela região, que avistou muita fumaça.

De acordo com informações da Coelba,”às 15h28, alguns municípios do sul e sudoste do estado, a exemplo de Itabuna, Eunápolis e Vitória da Conquista, tiveram o fornecimento de energia normalizado. Às 16h20, as cargas de Salvador começaram a ser restabelecidas e, gradativamente, todo o fornecimento de energia será regularizado”. Por volta das 16h50, a energia já foi reestabelecida nos bairros da Barra, Brotas e na Federação, na capital baiana.

Foi registrada falta de energia nos estados do Piauí, Alagoas, Ceará, Sergipe, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Anatel
Segundo as informações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram detectadas falhas nos sinais das operadoras que prestam serviços ao nordeste. Em nota, o órgão informou que as operadoras e as localidades atingidas são apuradas no final da tarde desta quarta-feira.

Loja do Salvador Shopping desceu as portas (Foto: Danutta Rodrgues / G1)Loja do Salvador Shopping desceu as portas (Foto: Danutta Rodrgues / G1)
polo petroquimico; bahia (Foto: Everaldo Lins / Divulgação)No Polo Petroquímico, um procedimento de segurança causou tensão em quem passava pela região.

Apagão de luz pega a Bahia toda de surpresa…

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Estive esse final de semana e passei hoje também para saber como esta o andamento no hospital são Lucas teve médicos de plantão esses dias todos e a parti de hoje faço questão de todo os dia em ir lá e peço a população qualquer coisa irregular no hospital me líquen que mostrarei o atendimento tá normal e estão fazendo de tudo para resolver urgente a situação do hospital vou fala a verdade para nossa população estive em algumas cidades vizinhas a coisa tá feia na saúde estão saindo de outras cidades para procurarem socorro aqui então já percebi que não tem o que falar do prefeito estão pegando a saúde mais aviso o Brasil todo esta uma porcaria a saúde o governo federal e estadual esta fazendo de tudo para resolver…quando fomos a apontar um problema vamos procura solução. eu concordo com a upa porque os vereadores não pesquisam quantas upas na Bahia estão assim vão se assustar….a saúde tá longe de tá 100 por cento mais melhorou e muito o que fico mais besta os que mais detonam não depende da saúde publica. vou fica em cima se tiver errado detono mais se eu descobri que é politicagem voou da nome aos bois .e deixo um recado a nossa população não levando bandeira de partido nenhum estou com o povo não com politicagem denuncie ou me liguem quem tem medo de raio não sai na chuva e eu não tenho medo não e deixo um recados. não tenho medo de cara feia cara feia para mim é fome …Adriano cruz

Audiência pública sobre serviço de telefonia móvel acontece hoje a partir das 19 horas na câmara municipal de poções não percam é interesse de todos.

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hoje (28) haverá uma audiência pública na câmara de vereadores de Poções para discutir e encaminhar soluções para os problemas enfrentados pelos clientes das 4 operadores de telefonia móvel da cidade.

Hoje no Informe Liberdade os Vereadores Laudelino e Zezel convidaram a população para participar do debate. “É uma iniciativa nossa, mas a construção das idéias e a luta são de todos…” Disse Zezel. A audiência acontece às 19:00 hs.