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Monthly Archives: agosto 2016

Quatro policiais morrem em colisão de viatura com ônibus em São Fidélis

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Curiosos se aglomeraram no local

Curiosos se aglomeraram no local Foto: Reprodução
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Quatro policiais morreram em um acidente na RJ-158, na entrada de São Fidélis, no Norte Fluminense, no início da noite desta quarta-feira. Segundo informações do 8º Batalhão de Polícia Militar (Campos dos Goytacazes), uma viatura do Grupamento de Ações Táticas (GAT 4ª Cia) colidiu com um micro-ônibus que transportava universitários.

Três sargentos e um soldado estavam dentro do carro

Três sargentos e um soldado estavam dentro do carro Foto: Reprodução

Em imagens registradas por motoristas que passavam pelo local, é possível ver a viatura completamente destruída. Os policiais, três sargentos e um soldado, foram identificados como Bragança, Franco, Lugão e Júlio Cesar. Os nomes completos não foram divulgados pela Polícia Militar.

Destroços ficaram espalhados pela pista

Destroços ficaram espalhados pela pista Foto: Reprodução
Equipes do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local

Equipes do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local Foto: Reprodução

Até as 19h, não foram divulgados mais detalhes sobre as causas do acidente.

Leia, na íntegra, a nota enviada pela Polícia Militar:

“De acordo o 8° BPM (Campos), uma viatura do batalhão colidiu contra um micro-ônibus e capotou quando trafegava pela RJ-158, estrada que liga Campos a São Fidélis, na tarde desta quarta-feira (31/8). Os quatro policiais militares que estavam no veículo não resistiram aos ferimentos.

É sempre com pesar que a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro recebe a notícia do falecimento de seus policiais militares. O Comando da Corporação está dedicado a prestar todo apoio às famílias, além de prestar as últimas homenagens a estes policiais que perderam a vida no cumprimento do seu dever.

Em respeito as famílias, ainda não vamos divulgar as identidades deles”,

Dilma sai da presidência muito maior do que entrou. Por Paulo Nogueira

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Dilma se agigantou no impeachment

Parecia que a melhor hora de Dilma tinha sido seu discurso na véspera do julgamento final do Senado.

Mas não.

Em clareza, grandeza, Dilma se superou na entrevista que concedeu pouco depois de definido o golpe.

Ela declarou guerra ao golpe.

Não guerra no sentido militar convencional. Ninguém está falando de pegar em armas ou coisa do gênero.

Trata-se de guerra política.

O primeiro e essencial passo é dar às coisas o nome que elas têm, sem lantejoulas e sem metáforas.

Uma amostra do que Dilma disse com a contundência indispensável:

1) É golpe. É golpe parlamentar, mas é golpe. Com exclamação.

2) Por trás do golpe estão as velhas forças conservadoras de sempre, os reacionários que conspiraram contra Getúlio, JK, Jango, Lula e, finalmente, a próprio Dilma.

3) Os golpistas tiveram uma contribuição milionária da “imprensa facciosa”. De novo, é uma repetição de golpes anteriores, em que a mídia foi invariavelmente protagonista na destruição da democracia.

4) Temer é um usurpador que levou ao núcleo do poder o que existe de mais corrupto e atrasado na política brasileira.

Ficou claro que, daqui por diante, as forças progressistas mostrarão o mar de lama da plutocracia nacional.

Isto tem o poder de mudar a história. A narrativa golpista, de GV a Dilma, sempre se alicercou no combate — farisaico, cínico, mentiroso — à corrupção.

As delações comprovaram que os principais tagarelas anticorrupção são exatamente os homens mais corruptos da vida pública nacional.

O caso mais simbólico é o de Aécio: jamais ele terá condições de falar em corrupção, como fez a carreira toda, sem provocar gargalhadas ao redor.

Aécio se tornou um ícone da corrupção plutocrata das mesmas dimensões de Eduardo Cunha.

Ele roubava, só que ninguém noticiava na mídia plutocrata.

Aécio parece ainda viver numa realidade paralela. Numa entrevista nesta quarta aos amigos da Globonews, citou o eminente senador Cássio Cunha Lima como um expoente do universo político brasileiro.

Ora, ora, ora.

Cunha Lima é um corrupto notório. Foi cassado como governador da Paraíba e só conseguiu concorrer a senador porque a lei da Ficha Limpa só passou a valer depois da eleição. Não bastasse isso, um homem de sua equipe teve que jogar dinheiro do alto de um prédio para evitar um flagrante de compra de votos. Pobres paraibanos ganhavam dinheiro de Cunha Lima para votarem nele. O episódio passou à história como o caso do Dinheiro Voador.

Esta é a probidão dos plutocratas.

Sabe-se agora quem são os reais corruptos, os parasitas que tomam dinheiro público para montar patrimônios bilionários e deixar o Brasil eternamente na condição de um inferno da desigualdade.

Dilma jogou luzes onde sempre houve sombras. Os ladrões são aqueles que todos nós conhecemos, e que se fazem de paladinos da moral para enganar a sociedade e assim poder roubar cada vez mais.

Para a democracia brasileira, a fala de Dilma como ex-presidente é algo que traz esperanças em doses colossais para que deixemos um dia de ser a republiqueta das bananas a que os plutocratas querem nos sujeitar pela eternidade.

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Após afastamento, prefeito de Itapebi tem mandato cassado por vereadores Votação ocorreu na terça-feira (30), no sul da Bahia. Gestor era investigado por improbidade administrativa.

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Francisco Antônio de Brito foi afastado pela Justiça (Foto: Site Itapebi Acontece)Francisco Antônio de Brito teve mandato cassado
(Foto: Site Itapebi Acontece)

O prefeito de Itapebi, no sul da Bahia, Francisco Antônio de Brito Filho, teve o mandato cassado pelos vereadores do município, na terça-feira (30), durante uma sessão de julgamento realizada na Câmara. Ele era investigado por improbidade administrativa e estava afastado do cargo público desde abril deste ano, por decisão da Justiça.

De acordo com a assessoria da Prefeitura de Itapebi, dos nove vereadores da cidade, sete compareceram à sessão e votaram a favor da cassação. Com a decisão, o ex-vice-prefeito, Adelgunes Ferreira, que já estava à frente da cidade como interino, assume a gestão do município.

O G1 tentou falar com Francisco Antônio, mas não conseguiu contato até o fechamento desta matéria.

Caso
A Justiça determinou que Francisco Antônio ficasse afastado da prefeitura por 120 dias, no dia 27 de abril. Segundo denúncia do Ministério Público (MP-BA), o gestor “tentou atrapalhar” a investigação de uma ação civil pública, que aponta atos de improbidade administrativa cometidos por ele. À época, os vereadores do município também decidiram afastar o ex-prefeito por mais 90 dias.

Vereadores decidiram pela cassação do mandato do prefeito de Itapebi, na Bahia (Foto: Itapebiacontece.com / Arnaldo Alves)Vereadores decidiram pela cassação do mandato do prefeito de Itapebi, na Bahia (Foto: Itapebiacontece.com / Arnaldo Alves)
População manifestando em cassação do mandato do prefeito de Itapebi, na Bahia (Foto: Itapebiacontece.com / Arnaldo Alves )População usou cartazes durante manifestação na porta da Câmara de Vereadores de Itapebi (Foto: Itapebiacontece.com / Arnaldo Alves )

Com bolo e champanhe, grupo comemora impeachment na Paulista Manifestantes se reúnem em frente à Fiesp, onde acamparam pela saída de Dilma

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Na Avenida Paulista, manifestantes favoráveis ao impeachment comemoram resultado da votação no Senado – Pedro Kirilos / Agencia O Globo

PARA TERMINA A MUSICA QUE FALA TUDO Legião Urbana – Que país é esse?

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SE DILMA COMETEU CRIME ESSE SENHOR COMETEU MUITO MAIS ALÉM DE ESTAR INELEGÍVEL ESSE SENHOR NÃO ME REPRESENTA NEM TANTO O POVO BRASILEIRO ELEIÇÕES JÁ

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Resultado de imagem para GOLPISTA MICHEL TEMER

Operação contra a propaganda irregular apreende material denunciado por aplicativo

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O trabalho resulta de reunião realizada entre a PRE, o TRE e os Juízes das 11ª e 15ª Zonas Eleitorais sobre o exercício do poder de polícia eleitoral
Operação contra a propaganda irregular
apreende material denunciado por aplicativoFoto: TRE-BA

Nessa terça-feira, 30 de agosto, foi realizada a apreensão de material de propaganda irregular no bairro de Cajazeiras, em Salvador, pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). A blitz, a segunda das Eleições Municipais de 2016, foi organizada a partir de relatório do aplicativo Pardal, que teve maior parte das denúncias originadas na região.

A ação é um dos resultados da reunião realizada no início desse mês que contou com a participação do procurador Regional Eleitoral na Bahia, Ruy Mello, sobre como seria exercido o poder de polícia nas eleições e para definir parcerias para a fiscalização da propaganda eleitoral na capital da Bahia. Na ocasião, ficou definido que o poder de polícia será exercido pelas 11ª e 15ª zonas eleitorais e que a Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom) e a Empresa de Limpeza Urbana do Salvador (Limpurb) devem repetir a parceria realizada em eleições anteriores.

Essa segunda operação, contou com a participação de servidores da 11ª Zona Eleitoral (ZE) e da Seção de Segurança Institucional (Segin) do TRE-BA e, ainda, com o apoio da Limpurb e da Sucom. Durante o trabalho, foram apreendidas três faixas e duas placas de propaganda irregular. Além disso, outras diversas situações suspeitas de irregularidades foram fotografadas pelo chefe da 11ª ZE, Hilton Lisa Júnior, que deverá encaminhar relatório para análise da juíza Cenina Maria Saraiva, da 15ª Zona Eleitoral.

De acordo com Lisa Júnior, as notificações deverão ainda ser direcionadas à Procuradoria Eleitoral. Sendo notificados, os políticos que aparecem nos materiais classificados como propaganda irregular terão o prazo de 48 horas para removerem a propaganda ou restaurar o bem, conforme o caso. Configurada a infração, os políticos poderão ser multados no valor mínimo de R$5mil.

Novas regras

Para o chefe da 11ª Zona Eleitoral, Hilton Lisa Júnior, as alterações nas regras da propaganda eleitoral já contribuem para o trabalho de fiscalização. “Com certeza, a proibição de cavaletes para estas eleições já é muito positiva, já que o horário em que os políticos poderiam exibir esse tipo de material não era respeitado”, afirmou.

Lisa Júnior explicou também que a realização de blitz tem o objetivo de educar os políticos para que não produzam peças que desrespeitem a legislação eleitoral, a exemplo de cartazes com dimensões superiores a 0,5 m² (meio metro quadrado).

Denúncias

O cidadão que flagrar propaganda eleitoral irregular nas ruas de Salvador poderá comunicar à Justiça Eleitoral baiana através do aplicativo Pardal ou pelo e-mail poderdepolicia@tre-ba.jus.br. Há também a possibilidade do registro presencialmente, sendo necessário que o eleitor compareça na 15ª Zona Eleitoral, designada para atuar interinamente com poder de polícia nas eleições deste ano.

A sociedade pode, ainda, denunciar irregularidades em propagandas, compra de votos ou crimes eleitorais durante as eleições por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal, de forma presencial, através do site ou pelo aplicativo SAC MPF, disponível para iOS e Android.

Para saber o que é ou não permitido na propaganda eleitoral, acesse a Cartilha de Propaganda Eleitoral.

*Com informações do site do TRE-BA.

Barbosa detona Temer: “tomaram o poder para se proteger e continuar roubando”

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O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa voltou a criticar o processo de impeachment que afastou a presidente Dilma Rousseff. Ele chamou os partidos políticos de “facções” e afirmou, sem citar diretamente o PMDB de Michel Temer, que o grupo que tomou o poder o fez para se proteger e continuar roubando.

As declarações foram feitas na última terça-feira (9 ) a empresários durante a abertura de um evento sobre sustentabilidade em São Paulo, conforme registrou o Jornal da Gazeta. Em sua fala, ele também fez críticas à relação entre empresas e governo que se instalou há décadas no Brasil e ao sistema político atual.

“Nosso país está paralisado há mais de um ano em função de uma guerra entre facções políticas. Sabemos por alto que se trata de ambição, de ganância, de apego ao poder, tentativa de se perpetuar no poder para se proteger, mas também para continuar saqueando os recursos da nação”, declarou Barbosa.Em maio, após a primeira votação do Senado pró-impeachment, ele já havia denunciando um “conchavo” no Congresso e defendido enfaticamente novas eleições no País, também em uma palestra. “Aquilo ali era uma pura encenação pra justificar a tomada do poder”, comentou Barbosa na ocasião, sobre a votação dos senadores.

“Colocar no lugar do presidente alguém que ou perdeu a eleição presidencial para o presidente que está saindo ou alguém que sequer um dia teria o sonho de poder disputar uma eleição para presidente da República. O Brasil, anotem, vai ter que conviver por mais de dois anos com essa anomalia”, disse, em referência ao PSDB e ao PMDB.

POÇOES24HS.COM.BR] A ” Democracia foi morta no dia 31/08/2016 ” lamentável!! Que País é esse

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Senado aprova impeachment, Dilma perde mandato e Temer assume Presidente afastada perdeu mandato por 61 votos favoráveis e 20 contrários. Oficiais de justiça notificarão Dilma; sessão do Congresso dará posse a Temer.

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golpeO plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31), por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment de Dilma Rousseff. A presidente afastada foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

A decisão foi tomada na primeira votação do julgamento final do processo de impeachment. A pedido de senadores aliados de Dilma, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu realizar duas votações no plenário.

A primeira, analisou apenas se a petista deveria perder o mandato de presidente da República. Na sequência, os senadores irão apreciar se Dilma deve ficar inelegível por oito anos a partir de 1º de janeiro de 2019 e impedida de exercer qualquer função pública. Até a última atualização desta reportagem, a segunda votação ainda não havia sido realizada.

Segundo a assessoria do Supremo, ainda nesta quarta, oficiais de Justiça notificarão a ex-presidente e o presidente em exercícioMichel Temer sobre o resultado do julgamento.

Temer deve ser empossado presidente da República ainda nesta quarta, em sessão do Congresso Nacional que será realizada no plenário da Câmara.

Já Dilma deverá desocupar em até 30 dias o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília, e terá reduzida para oito servidores sua equipe de assessores, seguranças e motorista.

Processo de impeachment
A condenação de Dilma se deu após seis dias de julgamento no Senado. Até o impeachment, houve sete votações no Congresso.

O primeiro parecer foi aprovado na comissão especial da Câmara, em 11 de abril de 2016, por 38 a 27 (veja todas as etapas do processo).

A autorização para a abertura do processo foi dada em 2 de dezembro de 2015, pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, no mesmo dia em que a bancada do PT decidiu votar pela continuidade do processo de cassação contra ele no Conselho de Ética.

Em 12 de maio, o Senado decidiu afastar Dilma, e Temer assumiu a Presidência interinamente. Desde então, o processo de impeachment passou a ser conduzido pelo presidente do Supremo.

Condenação
O pedido de impeachment contra Dilma, apresentado pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaina Paschoal e Hélio Bicudo, apontou que ela cometeu crime de responsabilidade ao editar três decretos de créditos suplementares sem autorização do Legislativo e ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais”, que consistiram no atraso de pagamentos ao Banco do Brasil por subsídios agrícolas referentes ao Plano Safra.

Segundo os juristas – e agora o Congresso – Dilma descumpriu a Lei Orçamentária de 2015 e contraiu empréstimo com instituição financeira que controla – o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Aliados da petista e seus advogados argumentaram, ao longo de todo o processo, que Dilma não cometeu ilegalidade e que não houve dolo ou má-fé na abertura de créditos suplementares. Além disso, que as chamadas “pedaladas” não são empréstimos, mas prestações de serviços cujos pagamentos foram regularizados após orientações do Tribunal de Contas da União (TCU).

A defesa da ex-presidente afirmou ainda que o processo de impeachment foi aberto como ato de “vingança” do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por não ter recebido apoio da bancada do PT para barrar o processo de cassação contra ele.

Impeachment de Collor
Esta não é a primeira vez que um presidente da República sofre um processo de impeachment no Brasil. Em 1992, o ex-presidente Fernando Collor foi condenado por crime de responsabilidade por ter utilizado cheques fantasmas para o pagamento de despesas pessoais – como uma reforma na Casa da Dinda, residência em que morava em Brasília, e a compra de um carro Fiat Elba.

Collor renunciou antes da votação final pelo Senado, mas mesmo assim o processo continuou. Atualmente senador pelo estado de Alagoas, ele votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff nesta quarta.

Além de Collor e Dilma, todos os ex-presidentes da República desde a redemocratização do país foram alvo de pedidos de impeachment. Mas somente os processos de Dilma e do senador alagoano foram levados adiante.

Momento a momento do impeachment
Relembre etapa por etapa do processo de impeachment de Dilma:

2015
– 2 de dezembro: Cunha anuncia que autorizou abertura de processo de impeachment de Dilma Rousseff.

2016
– 11 de abril: Comissão especial na Câmara aprova por 38 votos favoráveis e 27 contrários parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pela continuidade do processo de impeachment. Caso vai ao plenário principal da Câmara.

– 17 de abril: Plenário principal da Câmara aprova, por 367 votos favoráveis e 137 contrários, prosseguimento do processo de impeachment, que é encaminhado ao Senado;

– 6 de maio: Comissão especial no Senado aprova, por 15 a 5, parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) favorável à abertura do processo de impeachment pela Casa, fase chamada de “admissibilidade da denúncia”. Relatório vai à votação no plenário do Senado;

– 12 de maio: Depois de uma sessão de mais de 20 horas, o plenário principal do Senado aprova, por 55 a 22, a abertura do processo de impeachment pela Casa. Dilma Rousseff é afastada da função por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume seu lugar;

– 4 de agosto: Após a requisição de documentos, produção de perícia e depoimentos de 45 testemunhas, a comissão especial do impeachment do Senado decidiu, ao aprovar relatório de Anastasia por 14 votos a 5, que Dilma deveria ser levada a julgamento. A fase, chamada de “pronúncia”, também vai à votação pelo plenário principal;

– 10 de agosto: Plenário principal do Senado decide – por 59 votos a 21 – que a denúncia contra Dilma Rousseff é procedente e que a petista deve ser julgada por crimes de responsabilidade. Com a aprovação do relatório da comissão especial, é concluída a fase de “pronúncia”;

– De 10 a 12 de agosto: Acusação e defesa entregam manifestações finais do processo e listas de testemunhas que escolheram para depor ao Senado. Julgamento é marcado para o dia 25 de agosto de 2016;

– 25 a 27 de agosto: Senado começa julgamento do impeachment de Dilma com o depoimento de testemunhas;

– 29 de agosto: Dilma Rousseff vai ao Senado e reitera que não cometeu crime de responsabilidade e que o processo de impeachment é “golpe” movido por Eduardo Cunha em um ato de “desvio de poder”.

– 30 de agosto: Acusação e defesa fazem últimas manifestações no processo de impeachment e senadores se pronunciam sobre o afastamento de Dilma Rousseff.