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Daily Archives: 24/10/2016

NOTA DE REPÚDIO é sobre essa outra nota divulgada dia 20 [pelo sindicato dos delegados do estado da BAHIA]

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Jitaúna: Vereador eleito aparece suspostamente comprando votos em víde

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Jitaúna: Vereador eleito aparece suspostamente comprando votos em vídeoFoto: Divulgação
Um vídeo mostrando uma suposta negociação de compra de votos em Jitaúna circula nas redes sociais. José Carlos Dias Orrico, conhecido como ‘Bafafá’, que foi candidato a vereador no município, aparece no vídeo suspostamente negociando votos. Nas imagens o candidato é abordado por dois homens que pedem claramente dinheiro em troca do voto. No final do vídeo ainda é possível observar que, após receber uma quantia em dinheiro, um dos homens diz não saber em quem irá votar, mesmo ainda estando na presença do candidato. ‘Bafafá’ que é do PDT foi eleito com a segunda maior votação da cidade, contabilizando 706 votos.

NOTA DE REPÚDIO DA ASSOCIAÇÃO DA POLICIA MILITAR E BOMBEIROS DA BAHIA ASPOJER

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POLICIAIS DO 79-CIPM FEZ UMA GRANDE OPERAÇÃO NO DIA DE HOJE 24/10/16

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[POÇOES24HORAS]

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O núcleo de inteligência da PM da 79 obteve a informação que um indivíduo de nome Wiliam estava escondido em uma residência no bairro Santa Rita, procederam com o cerco com o apoio do PETO ROTAM E 1° PEL. Procederam com a abordagem foram autorizados a entrar na casa e encontraram grande quantidade de maconha cocaina, 3 pes de maconha, facas celulares peças de carro e moto, uma chave micha. Todos os envolvidos 3 menores e um maior dono da casa foram conduzidos pra DP de poções para as medidas cabíveis.

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Eleições 2016: Otto diz ter sido alvo de corrupção eleitoral e poderá reassumir a Prefeitura Poções no ano que vem

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24 de outubro de 2016,

O prefeito de Poções, Otto Wagner de Magalhães (PCdoB), não conseguiu a sua reeleição nas urnas do dia 2 de Outubro, mas o resultado foi parar na Justiça Eleitoral. Em entrevista ao BLOG DO ANDERSON nesta segunda-feira (24), Otto falou de supostas irregularidades que garantiu a vitória apertada para Leandro Araújo Mascarenhas (PTB). O comunista apurou 11.442 dos votos válidos contra 11.860 de Léo, perdendo por uma diferença de 418 sufrágios. Na reportagem que o BLOG DO ANDERSON reproduz na íntegra, gravada em Vitória da Conquista, Otto Wagner disse que apesar do resultado ele continua em plenas atividades até o final do ano, não descarta reassumir a Prefeitura de Poções no próximo 1º de Janeiro ou até mesmo voltar ao páreo numa nova eleição, mas tudo isso a depender do Tribunal Regional Eleitoral.

PF deflagra Pão e Circo contra compra de votos em Serranópolis (GO)

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PF deflagra Pão e Circo contra compra de votos em Serranópolis (GO)

Foto: Divulgação / PF
A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (24) a Operação Pão e Circo contra compra de votos e captação ilegal de eleitoral em Serranópolis, Goiás. Em nota, a Federal informa que as investigações apontam para a existência de um esquema que usava doação de cestas básicas, combustíveis, pagamento de contas de água e energia para ‘fidelizar eleitores’. O esquema mirava em eleitores de determinados candidatos no 1º turno, em 2 de outubro. Segundo a PF, a ação do grupo configura compra de votos, “Restou evidenciado também o uso indevido de CPFs de eleitores em prestações de contas eleitorais”, diz a PF.  Serranópolis fica a cerca de 370 quilômetros de Goiânia. São cumpridas 11 ordens judiciais expedidas pela 18ª Zona Eleitoral de Jataí, em Goiás – dois mandados de prisão preventiva e nove de condução coercitiva, quando o investigado é levado para depor e liberado. Os investigados foram indiciados pela prática de captação ilegal de sufrágio (compra de votos) e falsidade ideológica eleitoral, previstos nos artigos 299 e 350 da Lei 4.737/65 (Código Eleitoral). O nome da Operação, afirma a Federal, faz alusão à política denominada Pão e Circo (manipulação de massas) que foi uma expressão utilizada pelo poeta romano Juvenal em ‘Sátira’, como forma de ilustrar o controle do povo pelos imperadores romanos através do fornecimento do pão (distribuição de trigo) e do circo (espetáculos).

Draco prende líder de quadrilha de sonegação fiscal

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O empresário Marcos Augusto da Silva Rocha atuava na Bahia, em Minas Gerais e PernambucoEquipes do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) prenderam, nesta sexta-feira (21), o empresário Marcos Augusto da Silva Rocha, de 50 anos, quando ele desembarcava de um jatinho particular, em Salvador. Ele é apontado como líder uma organização criminosa que atua com sonegação fiscal em três estados, na Bahia, Minas Gerais e Pernambuco.
A ação foi um apoio dado a Polícia Civil de Pernambuco, que possuía um mandado de prisão preventiva contra o empresário, por crimes contra a ordem tributária, expedido pela comarca de Ipojuca, em Pernambuco.
Segundo a delegada Márcia Pereira, da Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap/Draco), Marcos também é alvo de investigações da polícia baiana, já que em setembro de 2015 ele foi preso pela prática do mesmo crime.

Assaltante que roubou R$ 43 mil de supermercado é preso

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Carlos Júnior teve mandado de prisão preventiva cumprido por equipes da DT/Amargosa e PMs da CIPE/CentralO assaltante Carlos de Jesus Santos Júnior, o Júnior, de 22 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido, na quinta-feira (20), na cidade de Amargosa, por equipes da Delegacia Terriorial (DT), daquela cidade, com apoio da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/Central).
Carlos Júnior é acusado de assaltar, no dia 9 de fevereiro de 2015, um supermercado, em Amargosa, de onde subtraiu R$ 43 mil. Além disso, ele também é suspeito de roubar uma motecicleta, no dia 6 de setembro desde ano.
Durante as investigações foi constatado que poucos dias após o assalto ao supermercado, Carlos Júnior adquiriu um automóvel Fiat Pálio, de cor azul, e uma motocicleta CG Titan 150, de cor vermelha, possivelmente com o dinheiro do assalto.
Na residência dele foram encontradas ainda três espingardas sem numeração. As armas e os veículos foram apreendidos e Carlos Júnior já seguiu para o Presídio Regional de Valença.
Na época do roubo ao supermercado, Adalto Mota dos Santos, apontado como comparsa de Carlos Júnior, foi preso. Adalto é suspeito de homicídio, tráfico de drogas e associação ao tráfico, crimes pelos quais é investigado pela DT/Amargosa.

Vitória da conquista hoje dia 24/10/16 Patagónia duas motos se envolve em acidente

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Guerra entre PCC e CV pode chegar às ruas, diz promotor

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post-feature-imageConfronto entre PCC e Comando Vermelho deixou ao menos 21 mortos em três presídios da região Norte na última semana.

As duas maiores facções criminosas do Brasil, Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), estão em guerra. O confronto, por ora, está restrito a presídios. Mas, segundo o promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO) de Presidente Prudente (SP), a carnificina pode extrapolar para as ruas das principais cidades do país.

Gakiya é o AUTOR da principal denúncia já apresentada à Justiça contra o PCC. Considerado um dos principais especialistas na facção, ele afirma que a razão para o conflito pode estar centrada na disputa pelo controle de prisões em regiões que o grupo paulista ainda não domina. Segundo documentos apreendidos, a facção justifica os ataques por uma suposta traição do Comando Vermelho nesses estados.

Na última semana, o confronto entre os dois grupos em presídios no Norte e Nordeste deixou ao menos 21 mortos. De acordo com o governo do Acre, onde três detentos foram mortos nesta quinta-feira, a ação é nacional e todas as unidades da federação estão em alerta. Na segunda, oito presos foram assassinados em Rondônia durante uma rebelião e, no domingo, outros 10 em um presídio de Roraima. Há ainda registro de conflitos no Ceará com a mesma motivação.

Veja trechos da entrevista concedida por Gakiya a EXAME.com na última quarta-feira.

EXAME.com: Há uma informação de que a morte do traficante Jorge Rafaat Toumani, na fronteira com o Paraguai em junho, teria sido o estopim para essa guerra entre as duas facções. É isso mesmo? Qual é a relação entre os dois fatos?

Lincoln Gakiya: Eu desconheço qualquer relação. A morte do Rafaat foi atribuída ao PCC, por isso, estão fazendo agora essa alusão de que essa guerra [entre PCC e Comando Vermelho] pode estar relacionada ao controle do tráfico na fronteira. Mas tanto o assassino quanto o suposto mandante faziam negócio com as duas partes, eles eram fornecedores tanto do PCC quanto do Comando Vermelho. Eu não tenho nenhum indício de investigação ou em documentos apreendidos ou por meio de informantes de que haja alguma correlação entre essa guerra do Comando Vermelho e do PCC com uma eventual disputa territorial na fronteira do Brasil com Paraguai e Bolívia.

Qual é a razão para essa disputa, então?

O próprio PCC tem difundido no sistema penitenciário, tanto em São Paulo quanto fora, em salves – que são as ordens do PCC –, os motivos pelos quais começou a guerra. Segundo eles, foi por conta de “abusos” do Comando Vermelho que teria feito alianças com inimigos do PCC. O PCC afirmou, no salve, que teria inclusive tentado contato com a cúpula do Comando Vermelho, que seria [formada pelo] Marcinho VP e o Elias Maluco, pedindo uma providência em relação a esses desvios que tem acontecido nos estados. Como eles não teriam tomado nenhuma providência, o PCC teria partido para a guerra.

Quem seriam esses inimigos do PCC?

Seriam a FDN (Facção Família do Norte), que é uma facção muito forte no Amazonas, o PGC [Primeiro Grupo Catarinense], de Santa Catarina, o Sindicato do Crime e o Bonde dos 40, que é lá do Maranhão. São pequenas facções locais no Norte, Nordeste e do Centro-Oeste. Essas facções junto com o Comando Vermelho têm impedido o PCC de crescer nesses estados – eles estão, por exemplo, proibidos de batizar integrantes lá, alguns estariam sendo mortos.

Como era a aliança do PCC com o Comando Vermelho?

Durante o decorrer do tempo, o PCC já teve uma aliança mais estreita com o Comando Vermelho porque lá atrás o Fernandinho Beira-Mar cumpriu pena em Presidente Bernardes (SP) com a cúpula do PCC e alguns integrantes do PCC cumpriram penas em Bangu.

Então, formou-se uma aliança entre eles primeiro por convivência mesmo: bandidos de São Paulo que fossem presos no Rio de Janeiro em cadeias que são dominadas pelo Comando Vermelho teriam proteção e vice-versa. A princípio, era uma questão de proteção mútua e um acordo de cavalheiros.

Essa aliança teria avançado para uma relação comercial do crime, principalmente, envolvendo tráfico de drogas e armas. Por problemas de pagamento ou de entrega, os negócios entre PCC e Comando Vermelho foram rompidos, mas a convivência continuava harmônica.

Por que as alianças nos estados viraram uma ameaça para o PCC?

A pretensão do PCC é ingressar nesses estados, crescer e talvez se tornar hegemônico no país. Sempre no sentido de tomar o tráfico estadual para si, dominar o tráfico assim como eles conseguem fazer hoje no estado de São Paulo. Nós não temos várias facções traficando em São Paulo: é só o PCC. A intenção nos outros estados? A mesma coisa.

Qual é a importância do PCC em dominar as penitenciárias nesses estados?

A guerra hoje está localizada nos presídios e pode sair para as ruas. Normalmente, cada vez mais está se provando isso, o crime é comandado de dentro para fora das unidades prisionais. Além de obter controle da unidade em termos de maioria de proteção, o PCC pode avançar fora dos presídios. O motivo do PCC é sempre o lucro. A partir do momento em que você domina o tráfico dentro de determinada região, você se torna mais forte. Essa me parece que seja a intenção e o objetivo dessa guerra.

Além de São Paulo, onde o PCC domina hoje?

Vou te dizer os estados que o PCC não tem força ainda. Um estado que é importante por uma questão turística e pelo porto é Santa Catarina. Lá existe uma dissidência do PCC, que é o Primeiro Grupo Catarinense. Está sendo travada uma guerra lá. Rio de Janeiro, óbvio, o domínio é das facções cariocas. Agora, Mato Grosso do Sul, Paraná, Bahia, Distrito Federal, praticamente em todos os estados da Federação, o PCC tem a maioria.

Podemos falar em 13 mil integrantes fora do estado de São Paulo. Dentro do estado, a gente calcula em torno de 7 mil integrantes.

E o Comando Vermelho?

A gente estima que o Comando Vermelho tenha 11 mil integrantes fora do Rio de Janeiro – numericamente, eles já têm menos que o PCC. Onde vai dominar é em parceria com essas outras facções nos estados, como o Maranhão, Amazonas e alguns estados do Nordeste.

O PCC se inspirou no Comando Vermelho em um primeiro momento?

Isso é uma suposição, ninguém nunca provou. De fato, se você pegar a ideologia de ambas — se é que há uma ideologia das duas facções — elas sempre pregam igualdade, justiça, liberdade, umas baboseiras porque, na verdade, todas elas visam poder, lucro e, às vezes, a intimidação do Estado.

O que diferencia ambas facções?

Uma coisa que preocupa e mantém essa unicidade do PCC é a hierarquia e a disciplina que eles têm. Se você verificar, o comando do PCC tem praticamente a mesma cúpula desde 2006. E as ordens são cumpridas inclusive em outros países.

No PCC, você tem uma unicidade de decisões, existe um colegiado que tem uma sintonia, uma forma organizada de divisão do poder e especialização das funções.

Ao passo que, no Comando Vermelho, as lideranças locais tomam posição sem consultar a liderança natural do Rio de Janeiro. Essas tomadas de poder, essas afrontas às decisões demonstram um pouco de desorganização do CV.

O senhor disse que o confronto hoje está restrito às prisões, mas que isso pode ser extrapolado para as ruas. Qual é o risco de vivermos novamente um cenário semelhante ao de 2006?

[A série de ataques que aconteceram] em 2006, em São Paulo, estou falando do estado que eu trabalho e investigo, a possibilidade é zero. O nível de investigação que se tem hoje pelo Ministério Público e polícias, os serviços de inteligência funcionando e conversando entre si fazem com que a gente acredite que uma série de ataques, como ocorreu em 2006. não se repita. Fora do estado de São Paulo, a situação acaba sendo diferente.

O que eu posso dizer é que toda ação tem uma reação. Há de se esperar e já está correndo em correntes de WhatsApp que o Comando Vermelho soltou um salve [dizendo] que vai pegar familiares do PCC, já que integrantes da facção foram mortos na frente de familiares em Roraima.

Isso pode causar um problema nas ruas. Não em São Paulo, porque a gente não tem um histórico de muitos integrantes do Comando Vermelho no estado. Então, aí existe uma lição de casa a ser feita pelos estados no sentido de identificar nos presídios quem faz parte de ambas as facções, separá-los como manda a lei de execução penal e, no que diz respeito à rua, redobrar as atenções e serviços de inteligência para prevenir que haja uma onda de ataques. Mas a gente imagina que seria mesmo uma guerra entre eles…

Sem atingir necessariamente na população?

O PCC tem inclusive comunicado em seus salves que eles não atacam a população: eles não queimam ônibus, não atacam escolas, o negócio deles é contra o Estado, contra as autoridades constituídas. Essas outras facções, principalmente no Nordeste, têm agido de maneira diferente com queima de ônibus, causando terror. A gente não sabe do desdobramento da guerra entre eles, cada estado vai ter que fazer seu dimensionamento.

Como desmantelar essas facções?

É cada vez mais difícil investigar organização criminosa. Esse é o ponto em que talvez se dê um start para algum tipo de alteração legislativa. O Judiciário, o Ministério Público e as polícias têm que evoluir e entender que não dá para cuidar mais de organizações extremamente especializadas como se combatia bandidos em 1940, que é a data do nosso código penal.

Essas ordens saem por visitas hoje. Semanalmente, entram e saem. Se a liderança máxima do Comando Vermelho está em Bangu 1, que é um presídio federal, como é que essas ordens saíram? Como é que foi declarada essa guerra e como vamos isolar esses integrantes? Tem que entender que não é só enxugar o gelo aqui embaixo. A gente tem que impedir e quebrar essa cadeia de comando, coisa que está difícil agora.

Por que está difícil?

Existe uma dificuldade muito grande, principalmente por parte do Ministério Público e da Secretaria de Administração Penitenciária, de eventualmente poder isolar esses membros e aplicar a eles, por exemplo, algumas sanções de natureza de execução de pena: como a internação em Regime Disciplinar Diferenciado, que proíbe visitas íntimas e o contato com familiares, quando permitido é feito só por meio de um vidro para que não se possa passar nada. Veja: uma ordem que foi dada provavelmente aqui em Presidente Venceslau teve efeito em Roraima e pode causar uma intranquilidade nacional.