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“PARA AÍ, MOTÔ”: Em 13 anos, preço da passagem de ônibus quase triplicou em Salvador

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revolta-do-buzuFoto: Reprodução

Agosto de 2003 foi um mês turbulento de um ano igualmente turbulento em Salvador.  Era o primeiro ano do governo Lula  (PT) e o país vivia sob a desconfiança da mudança do plano econômico e volta da inflação. Em Salvador, o prefeito Antônio Imbassahy (à época no PFL, liderado por Antônio Carlos Magalhães) autorizava aumento da passagem de ônibus na cidade.

Os coletivos saíam do patamar de R$ 1,30 (inteira) para R$ 1,50 (inteira). Os estudantes foram às ruas e pararam o trânsito contra o aumento. O protesto durou quase três semanas provocando transtornos na capital.

Assista documentário sobre a Revolta do Buzu, de Carlos Pronzato:

Nesta segunda-feira (2/1), os usuários do transporte urbano foram surpreendidos. Na primeira segunda-feira do ano, logo após tomar posse, o prefeito ACM Neto (DEM) anunciou o aumento do preço da tarifa, que saltou de R$ 3,30 para R$ 3,60.

Em 2003, segundo o site Guia Trabalhista, o salário mínimo girava em torno de R$ 240. O dia trabalhado por mês equivalia a R$ 8. A inflação era 9,30%. Nesta segunda, passa a vigorar o salário mínimo de R$ 937 — com dia trabalhado valendo R$ 31,23. Este ano estima-se que a inflação chegue a 7,34%