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Daily Archives: 03/01/2017

Tremor atinge o Maranhão e prédios são evacuados Moradores do Piauí também relataram ter sentido o abalo, confirmado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo

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© Divulgação

Os moradores do Maranhão sentiram um tremor de 4,6 graus na escala Richter, na manhã desta terça-feira (3). O epicentro do terremoto foi registrado no município de Belágua, às 9h45, mas os tremores também foram sentidos na capital, São Luís, e em outros municípios.
Segundo testemunhas, a sede do Tribunal de Contas do Maranhão e o 7º Juizado Especial Cível, em São Luís, chegaram a ser evacuados.

O abalo foi confirmado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo informações da revista Veja, nas redes sociais, moradores de Teresina, no Piauí, também relataram ter sentido tremores. Lá, prédios também foram evacuados.

Mais cedo, ainda nesta terça-feira (3), o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) registrou abalos sísmicos no Chile e na Índia.

 

Governo teme contraofensiva do PCC após chacina no Amazonas

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Ministro da Justiça pretende acelerar lançamento do Plano Nacional de Segurança

© DR

 O governo federal acionou o Gabinete de Segurança Institucional após a chacina que fez 56 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) em Manaus, na segunda-feira (2).

De acordo com a colunista Vera Magalhães, da rádio Jovem Pan, há receio de que Primeiro Comando da Capital (PCC), que domina cadeias em vários Estados pelo país, organize uma contraofensiva.

A Família do Norte, que domina o presídio onde houve o massacre de criminosos do PCC em Manaus, é uma facção ligada ao Comando Vermelho, do Rio de Janeiro.

Agora, o governo pretende reforçar dispositivos de segurança para detectar com antecedência novos motins pelo país.

Fora isso, o governo pretende acelerar o lançamento do Plano Nacional de Segurança, anunciado em outubro do ano passado pelo Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Entre as pautas do plano, está “racionalização do sistema penitenciário”, o combate ao trádico de drogas e armas nas fronteiras.

 

Governador do AM é acusado de pedir ajuda a facção para se reeleger Subcrecretário do governo de José Melo teria negociado acobertamento de criminosos para continuar no cargo

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© DR

A conversa gravada entre o então subsecretário de Justiça do Amazonas, major Carliomar Barros Brandão, e o traficante José Roberto Fernandes Barbosa, um dos líderes da facção foi divulgada durante a campanha eleitoral pela revista Veja e pelo jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com informações do jornal O Globo, o traficante promete, no áudio, até cem mil votos para Melo não os “prejudique”. Em resposta, major Brandão diz que “ninguém vai mexer” com os criminosos.

“‘A mensagem que ele (governador) mandou pra vocês, agradeceu o apoio e que ninguém vai mexer com vocês, não”, diz, no áudio, o o ex-subsecretário.

Após o episódio, major Brandão foi exonerado do cargo, e o governador afirmou, por meio de nota, que iria investigar a “veracidade do conteúdo da gravação”

 

Mas uma fatalidade em volvendo ônibus dessa vez foi no paraná] Ônibus cai em ribanceira e deixa dez mortos no Paraná

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Acidente aconteceu na BR-158, em Campo Mourão

© Divulgação/PRF

O acidente aconteceu na madrugada desta terça-feira (3), de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo informações do portal G1, o veículo partiu de Foz do Iguaçu, no oeste do estado, em direção a Maringá, na região norte.

Ainda conforme a PRF, há passageiros feridos com gravidade, mas o número de vítimas ainda não foi confirmado.

Matança em presídio de Manaus é uma das maiores desde Carandiru Em 1992, 111 detentos morreram no massacre do Carandiru, em São Paulo. Em Manaus, rebelião em presídio deixou 56 mortos.

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Foto de arquivo de 2 de outubro de 1992 mostra carros da ROTA entrando no Carandiru para conter rebelião (Foto: Mônica Zarattini/Estadão Conteúdo/Arquivo)A rebelião que deixou 56 presos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, é uma das maiores matanças ocorridas em presídios brasileiros desde o massacre do Carandiru, em 1992. No total, 111 detentos foram mortos na Casa de Detenção, na Zona Norte de São Paulo.

O motim em Manaus começou na tarde de domingo (1º) e durou mais de 17 horas. Os mortos são integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e presos por estupro, segundo o secretário da Secretaria Pública do Amazonas, Sérgio Fontes. Inicialmente, o governo havia informado que o número de mortos era 60.

Quatro presos são mortos em presídio na Zona Rural de Manaus Este é mais um episódio na escalada de violência no sistema prisional do AM. Rebelião no domingo (1º), no Compaj, resultou em 56 mortes.

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UPP receberá presos provisórios junto ao CDPM, na BR-174 (Foto: Ive Rylo/G1 AM)UPP registrou mortes durante a tarde desta segunda-feira (2) (Foto: Ive Rylo/G1 AM)

Quatro presos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), na Zona Rural de Manaus, foram mortos na tarde desta segunda-feira (2), dentro do presídio. A informação foi confirmada pelo Comitê de Gerenciamento de Crise do Sistema de Segurança Pública do Amazonas.

Segundo o Governo do Amazonas, a unidade se encontra em situação estável, mas não foi informado se houve rebelião no local. As mortes ocorrem em meio a uma série de episódios violentos no sistema prisional nas últimas 24 horas.

Com o episódio, já chega a 60 o número de mortes nas cadeias públicas de Manaus, em 24 horas. As outras 56 ocorreram em uma rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), no km 8, na BR-174, caracterizado como o massacre mais violento da história do sistema prisional do Amazonas.

Rebeliões
As mortes na UPP marcam o quarto episódio em cadeias do sistema prisional do Amazonas. As últimas alterações ocorreram no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) e no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), poucas horas após o fim da rebelião no no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), que durou mais de 17 horas e resultou em 56 mortes.

As três unidades estão localizados na BR-174, que liga Manaus a Boa Vista (RR). No domingo (1º), a Seap registrou rebelião e fuga de 87 presos no Ipat. De acordo com o governo, a ocorrência tem relação com a rebelião no Compaj, o “maior massacre do sistema prisional do Amazonas”, segundo o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes.

Na rebelião ocorrida no Compaj, foram mortos presos ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e condenados por estupro. Segundo o secretário, facção rival Família do Norte (FDN) comandou a rebelião, que “não havia sido planejada previamente”. “Esse foi mais um capítulo da guerra silenciosa e impiedosa do narcotráfico”, afirmou.

Para evitar novos conflitos, os presos membros do PCC foram isolados dos detentos membros da FDN, em todos os 11 presídios do Amazonas.

NUMA GUERRA NUNCA SE DEIXA UM SOLDADO PARA TRAZ UMA DICA

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Resultado de imagem para NUNCA SE ABANDONA UM SOLDADO                                                                                     “Muitos cairam tentando me derrubar, o meu silêncio é mais poderoso do que minhas palavras, quando eu me calo, Deus trabalha por mim.”