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Coronel confirma mobilização por volta de Wagner em 2018: ‘Começa a ter densidade’

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por Fernando Duarte

Coronel confirma mobilização por volta de Wagner em 2018: 'Começa a ter densidade'

Foto: Jefferson Peixoto/ Ag. Haack/ Bahia Notícias

Após o ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Marcelo Nilo (PSL), sinalizar a existência de um movimento “Volta Wagner” para que o ex-governador Jaques Wagner seja candidato ao governo em 2018 (veja aqui), o atual gestor do legislativo, Angelo Coronel (PSD), confirmar a “densidade” do movimento. “A gente sente de prefeitos e de colegas deputados essa ventilação. Sinto que existe esse movimento de antes, de quatro meses atrás, mas era embrionária”, explicou Coronel. No entanto, em setembro de 2016, a hipótese já circulava nos bastidores da política, conforme registro do Bahia Notícias na época (lembre aqui). Segundo o presidente da AL-BA, o mobilização aponta que o governador Rui Costa é citado como um bom nome para concorrer ao Senado, enquanto que Wagner seria o nome para voltar ao Palácio de Ondina. “A reclamação dos colegas e prefeitos que a gente ouve é que o relacionamento [com Rui] é muito gélido, muito frio. Eles fazem um comparativo com Wagner e Otto [Alencar], que tratam com carinho. Eles tratavam a classe política com fidalguia e atenção. Nesses dois anos, Rui está muito distante. Falam que Rui é um bom gestor. Muitas vezes não tem o que dar, mas tem a palavra que conforta”, detalhou Coronel. Para o deputado, os prefeitos reclamam da falta de apoio nos primeiros seis meses de administração. “O discurso que há crise, que há crise, mas que o estado da Bahia mantém o equilíbrio das contas, está cansado. Os prefeitos que foram eleitos não tiveram apoio do governo. Esse mesmo apoio que faltou na campanha para eles, faltou nos 180 dias de mandato. Muitas vezes as lideranças quando encontram com o governador, dizem que está tudo bem, mas reclamam nos bastidores. E insistem no comparativo com Wagner, que tratava a todos com carinho e atenção”, apontou Coronel. Apesar de falar publicamente sobre o tema, o presidente da AL-BA ressalta que mantém bom relacionamento com Rui. “Não tenho nada contra o governador, mas não posso ficar calado diante das reclamações das lideranças”, ressaltou