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Category Archives: Brasil

MILHARES PEDEM DIRETAS JÁ E FIM DO GOVERNO TEMER EM BRASÍLIA

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Exibindo IMG_4873.JPGMovimentos sociais, sindicais, trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil realizaram grande ato hoje (24) em Brasília por Diretas Já e Fora Temer, movimento que foi chamado de Ocupa Brasília.

Manifestantes caminharam pela cidade em direção ao Congresso Nacional contra o governo de Michel Temer e as reformas da Previdência e Trabalhista, que tramitam na Câmara e no Senado.

As manifestações contaram com o apoio e solidariedade dos parlamentares da oposição, dentre eles, o deputado federal Waldenor Pereira (PT-BA), que caminhou junto ao povo na chegada à Praça dos Três Poderes.

“Estamos indo ao encontro dos companheiros e companheiras de todo o Brasil, que se destinaram até Brasília, para ocupar a capital federal pedindo a renúncia do presidente golpista e ilegítimo Michel Temer, para garantir Diretas Já!”, relatou o deputado diretamente do meio do povo.

Waldenor declarou ainda ser muito emocionante estar de volta às ruas da capital brasileira ao lado dos companheiros congressistas para lutar pelo reestabelecimento da democracia.

REPRESSÃO – O governo reagiu às manifestações com repressão e violência, impedindo que a frente do Congresso Nacional fosse ocupada pela população.

Policiais reprimiram o movimento que estava ocorrendo de forma pacífica até então com bombas de gás lacrimogêneo e tiros de borracha, deixando muitos dos manifestantes feridos.

Em edição extraordinária do Diário Oficial, o presidente Michel Temer publicou decreto autorizando a intervenção do exército nas ruas da capital brasileira.

A notícia foi recebida com críticas e preocupação por parte de especialistas e juristas do país, como o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio de Mello, que afirmou “estar preocupado e torcer para que essa notícia não seja verdadeira”, durante julgamento que ocorria na Suprema Corte.

Dentro do Plenário Ulisses Guimarães, os deputados da oposição ocuparam a mesa da Presidência da Câmara em protesto, pedindo a renúncia de Temer e obstruindo as pautas de votações, após o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), confirmar a informação de intervenção das forças armadas na repressão ao movimento popular nas ruas.

“Nós, enquanto democratas, não podemos aceitar isso de maneira alguma. Essa atitude do presidente da Casa, que redigiu o decreto, não é prevista nos regimentos da Câmara e são caracterizaras claras de um estado de sítio, um estado de exceção. Por isso, estamos nos retirando do plenário”, afirmou Waldenor, que junto com os parlamentares dos partidos de oposição, deixou o Congresso Nacional em protesto.Exibindo IMG_4880.JPGExibindo IMG_4891.JPGExibindo IMG_4886.JPG

Temer declara guerra ao povo O governo Temer escancarou sua face. Além de uma máquina de corrupção, o usurpador do Planalto mostrou dirigir uma máquina de guerra contra o povo.

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Por Leandro Pedrosa
Mais de cem mil pessoas reuniram-se pacificamente em Brasília pedindo a renúncia do fantoche, eleições diretas e dando um sonoro não às reformas liquidadoras da aposentadoria e dos direitos trabalhistas. O que encontraram? Soldados armados até os dentes e dispostos a atacar uma manifestação democrática.
Há dezenas de feridos. Um deles, pelo menos, foi atingido por uma bala e está no hospital. Bombas de gás e de efeito (i)moral são disparadas incessantemente contra trabalhadoras, trabalhadores e jovens desarmados. Um cenário típico dos tempos de ditadura militar.
Temer e sua quadrilha não tem qualquer condição de continuar no poder. Sua ofensiva contra a manifestação de hoje não deixa dúvidas. Mais e mais, o governo golpista só pode recorrer à repressão. Não há argumento capaz, numa democracia, de defender por mais nem um dia um mandatário enlameado dos pés à cabeça pela corrupção explícita e tingido de sangue de manifestantes.
A permanência no Planalto do fantoche a serviço de interesses reacionários é uma verdadeira provocação ao povo brasileiro. Os números não mentem: 14 milhões de desempregados, milhões de famílias em desespero, milhares de empresas fechando, inadimplência se alastrando. Agora, repressão covarde em larga escala. Tudo isso obra de uma administração ilegítima e desmoralizada até mesmo entre muitos que embarcaram na aventura golpista.
A tragédia vista hoje em Brasília é um novo sinal de que a mobilização popular é o verdadeiro inimigo dos poderosos. Os conchavos para impor um presidente eleito indiretamente por este Congresso de paus mandados nem de longe representa uma saída para o país. Mais do que nunca, é hora de sair às ruas e gritar: Fora Temer. Diretas Já.

Deputado entra com queixa crime contra curitibana que atacou baianos nas redes

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O deputado federal Robinson Almeida (PT-BA) vai entrar com uma queixa crime contra a curitibana que atacou os baianos nas redes sociais e causou polêmica entre os internautas. O caso foi parar na Câmara dos Deputados. Em contato com o BNews, o parlamentar , que discursou sobre o caso na sessão plenária desta terça-feira (23), em Brasília, afirmou que o comentário da mulher identificada como Nelma Baldassi, é uma ato fascista.
“Ela comete o crime de racismo e incitação à violência, inaceitável. Inclusive o crime de racismo é inafiançável. Vou entrar com uma ação judicial de queixa crime contra ela amanhã mesmo. Se ela não aprendeu a respeitar o povo baiano vai ter que responder  a justiça pelos seus atos”, disse.
Nelma Baldassi, foi criticada nas redes sociais após um comentário racista e xenófobo a respeito dos baianos. Ela disse que o ataque terrorista que matou 22 pessoas e feriu mais 100 em Manchester deveria ter ocorrido na Bahia. “Só lamento que tenha sido em Manchester e não na Bahia. Seria lindo ver aquele gente nojenta e escurinha da Bahia explodindo. Kkkkkkkkkkkk”, escreveu a mulher.

Temer decreta uso de militares para conter protesto em Brasília Protestos que pedem a saída do presidente terminaram em confronto e vandalismo na Esplanada dos Ministérios

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Em meio aos protestos contra o presidente Michel Temer (PMDB) que terminaram em confronto entre manifestantes e policias militares em Brasília, o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS) declarou que Temer determinou, a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma ação de Garantia da Lei e da Ordem, que permite a convocação de tropas do Exército e da Força Nacional para atuação na segurança pública (leia aqui o decreto). Os protestos, que pediam a saída de Temer do cargo diante das revelações das delações premiadas de executivos da JBS, tiveram vandalismo e depredação de prédios de ministérios.

“Uma manifestação que estava prevista como pacífica degringolou na violência, no vandalismo, na agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas, muitas delas servidores que se encontram aterrorizados, dos quais garantimos a evacuação dos prédios. O senhor presidente da República solicitou, a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, uma ação de garantia da lei e da ordem. Nesse instante, tropas federais se encontram nesse Palácio, no Palácio do Itamaraty e logo mais estão chegando tropas para assegurar que os prédios dos ministérios sejam mantidos. O presidente faz questão de ressaltar é inaceitável a baderna e o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar os processos que se desenvolvem de forma democrática e com respeito às instituições”, afirmou Jungmann.

Após a declaração de Jungmann sobre a iniciativa de Rodrigo Maia, houve empurra-empurra generalizado no plenário da Câmara entre deputados governistas e da oposição, iniciado pelos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) e Darcísio Perondi (DEM-RS). Segundo Maia, que diante da confusão suspendeu a sessão por 30 minutos, ele pediu ao Planalto a convocação da Força Nacional, mas o “entendimento” do governo Temer foi o de convocar também tropas do Exército.

Também houve protestos no Senado, onde senadores ocuparam a tribuna em meio à votação do projeto de lei que torna o crime de estupro imprescritível.

Durante os confrontos entre militantes e policiais, os prédios dos ministérios da Agricultura, da Cultura e do Planejamento tiveram focos de incêndio e vândalos também tentaram invadir o Ministério da Ciência e Tecnologia. Outros ministérios foram alvos de depredação. Todos os prédios da Esplanada dos Ministérios estão sendo evacuados por questão de segurança. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) deu início a um protocolo que prevê a liberação dos  servidores.

A Polícia Militar usou bombas de efeito moral contra os manifestantes que atiram e colocam fogo em objetos. Um grupo de pessoas com rostos cobertos provocaram os policiais, jogando garrafas de água e pedaços de madeira contra os agentes e tentam furar a barreira colocada na Avenida das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional, que impede o acesso à Praça dos Três Poderes. Parlamentares da oposição criticaram a atuação da polícia.

esclarecimento; não vou usar meu blog para direito de resposta qualquer coisa postada em outro blog a imprensa tem o direito livre se alquem se sentir ofendido procure seus direitos

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Boa noite a todos- reflexão

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Boa semana a todos

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Padilha diz que decisão da OAB pedindo impeachment de Temer surpreendeu Planalto

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O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse neste domingo (21) que a decisão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de protocolar na Câmara pedido de impeachment do presidente Michel Temer, diante da gravidade das delações da JBS, surpreendeu o governo. “É algo que surpreende porque a OAB, tradicionalmente, é uma entidade que tem sido sustentáculo da institucionalidade e da legalidade no exercício do poder no Brasil”, afirmou Padilha à reportagem.

 

Na busca de um contraponto, o Palácio do Planalto também tenta arregimentar a adesão de outras entidades favoráveis à permanência do presidente. “Temos recebido muitos telefonemas de apoio de várias organizações da sociedade civil, especialmente empresariais”, disse o ministro da Casa Civil. Embora o PSDB e DEM já estejam avaliando, nos bastidores, uma saída alternativa para a crise, com a construção de um nome de consenso para substituir Temer, caso a situação fique insustentável, Padilha afirmou que os dois partidos estão “firmes” na base aliada. Questionado sobre a decisão do PSB de romper com o governo, o chefe da Casa Civil procurou amenizar o fato. “O PSB sempre foi dividido e vai continuar dividido”, respondeu ele.

 

Areportagem apurou que as cúpulas do PSDB e do DEM só aguardam o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido feito pela defesa de Temer, que quer a suspensão do inquérito contra ele, para decidir se os dois partidos continuam ou não dando sustentação ao governo. O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, defensor do presidente, pede a suspensão do inquérito que investiga crimes de corrupção passiva, obstrução à investigação e organização criminosa, sob o argumento de que o áudio apresentado pelo dono da JBS, Joesley Batista, foi “fraudulento”. O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, decidiu enviar o áudio para perícia da Polícia Federal e o julgamento do caso pelo plenário da Corte está marcado para quarta-feira. “O mais importante é a realização da perícia, que vai mostrar que a fita foi editada e não tem credibilidade”, disse Padilha…

PSB anuncia oposição ao governo Michel Temer e passa a defender renúncia Anúncio foi feito neste sábado pelo presidente e pelo secretário-geral do partido. Segundo eles, PSB fechou questão para apoiar a PEC que prevê eleições diretas.

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O presidente Michel Temer (Foto: Evaristo Sá/AFP)O presidente Michel Temer (Foto: Evaristo Sá/AFP)

O presidente Michel Temer (Foto: Evaristo Sá/AFP)

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e o secretário-geral do partido, José Renato Casagrande, informaram neste sábado (20) que a legenda decidiu fazer oposição ao governo e passará a defender a renúncia do presidente Michel Temer.

Atualmente, a legenda comanda o Ministério de Minas e Energia. Siqueira e Casagrande deram a informação à imprensa após reunião da Executiva Nacional do partido, em Brasília.

Segundo o presidente e o secretário-geral da legenda, o PSB também passará a defender a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para a realização de eleições diretas no caso de vacância do cargo de presidente da República.

A decisão do PSB é anunciada em meio à maior crise política enfrentada por Temer desde que ele assumiu a Presidência da República, causada pelas delações dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, e de Ricardo Saud, diretor da J&F.

Em razão do que foi informado pelos delatores, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, autorizou a abertura de um inquérito para investigar o presidente, que nega as acusações.

“Nós nunca fomos governo porque, desde o começo, nos negamos a indicar cargos, muito embora tenha o ministro indicado por setores do partido. Mas a decisão de hoje, primeiro, é sugerir ao presidente que, para facilitar a solução para o nosso país, que ele renuncie o mais rápido possível. Segundo, foi referendado meu ato de já ter assinado o impeachment contra o presidente Temer com outros partidos”, declarou Carlos Siqueira.

“O PSB tomará uma decisão de sugerir a renúncia do presidente, porque ele perdeu as condições de governar o país. (…) Quem conclui que o presidente não tem mais condições de liderar um projeto nacional se coloca de fato na oposição”, disse Casagrande, ex-governador do Espírito Santo, momentos antes de Siqueira fazer o anúncio.

As medidas fazem parte de uma resolução da Executiva, divulgada após a reunião. No documento, o partido diz ser “inevitável, nestas circunstâncias, que o sistema político e a sociedade civil, até mesmo para preservar níveis mínimos de coesão, se ponham em busca de soluções, emergindo neste contexto o que seria a alternativa mais simples e natural, ou seja, a grandeza da renúncia, quando se caracteriza o esgotamento da governabilidade”.

Ministério de Minas e Energia

Atualmente, o PSB comanda o Ministério de Minas e Energia. Sobre se o chefe da pasta, Fernando Coelho Filho, permanecerá no cargo, Casagrande avaliou que a nomeação foi uma escolha pessoal de Temer, não uma indicação do partido.

Portanto, a decisão de Coelho Filho de permanecer ou deixar o cargo devará caber ao próprio ministro, na avaliação do secretário-geral do PSB.

Ao final da reunião, o presidente nacional do PSB voltou a dizer que a legenda considera importante que o ministro de Minas e Energia deixe o cargo. “Se o partido pediu o impeachment do presidente a quem ele serve, se o partido pede a renúncia de quem ele serve, se o partido pede pressa para que o presidente, que já não tem condições nem políticas, nem morais, nem éticas, nem administrativas de continuar… o que ele [ministro] está fazendo lá? Já deveria ter saído”, afirmou Siqueira.

“Esperamos o bom senso e a saída dele. Temos muita estima por ele pessoalmente, mas, politicamente, já é um equívoco continuar num governo moribundo como esse que estamos assistindo”, disse.

Caso o ministro deixe a pasta, será o segundo integrante do primeiro escalão a deixar o governo. O primeiro a sair foi Roberto Freire, do PPS, então ministro da Cultura.

“Talvez ele [Coelho Filho] seja até implicado a pedir licença do partido para continuar exercendo [o comando do ministério]. Talvez ele queira ficar no navio tocando o ‘violino do Titanic’. Essa é uma opção dele”, disse a jornalistas neste sábado o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), presente à reunião da Executiva Nacional do PSB.

PEC das eleições diretas

Segundo Casagrande, o PSB fechará questão em torno da PEC que prevê eleições diretas em caso de vacância do cargo de presidente da República.

Pelas regras atuais, quando o cargo de presidente é vago nos últimos dois anos do mandato, há eleição indireta, em que a escolha é feita apenas pelos membros do Congresso Nacional.

Na prática, quando um partido anuncia o “fechamento de questão” em torno de um assunto, significa que todos os parlamentares terão de seguir a orientação da legenda, sob pena de punição se votarem de maneira diferente.

FORA TEMER: Ex-ministro Joaquim Barbosa pede “renúncia imediata” do presidente

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Foto: Jornal do Povo.
O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa disse que “não há outra saída” após a nova crise política gerada pela divulgação da delação da JBS, que atingiu o presidente Michel Temer (PMDB) e o senador Aécio Neves (PSDB-MG)

“Os brasileiros devem se mobilizar, ir para as ruas e reivindicar com força: a renúncia imediata de Michel Temer” afirmou em mensagem publicada em sua conta no Twitter na madrugada desta sexta-feira (19/5).Para Barbosa, que ganhou destaque ao relatar o processo do mensalão no Supremo, “líderes políticos, empresariais, parte da mídia se incumbiram de minimizar a gravidade dos fatos”. “Nada aconteceu, não é mesmo?”, ironizou o ex-ministro.

Fonte: Aratu Online.