Muitos dos presos foram decapitados e os líderes da rebelião picharam as paredes do presídio com a sigla da facção criminosa PCC, o Primeiro Comando da Capital.

Dias atrás, depois dos massacres de Manaus e Roraima, o ministro Alexandre de Moraes disse que a situação estava sob controle.

No entanto, as mortes nas duas primeiras semanas de 2017 já se aproximam de 140 e a barbárie brasileira choca o mundo civilizado.