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Category Archives: Política

Trajetória política de Geddel é recheada de acusações de corrupção As principais tiveram início quando o ex-ministro era um jovem de apenas 25 anos

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© Reprodução

Em 1984, aos 25 anos, ele foi diretor da corretora de valores do banco estadual da Bahia, o Baned, vendido ao Bradesco em 1999. Foi acusado à época de utilizar taxas de rentabilidade superiores às praticadas no mercado para favorecer “um restrito grupo de clientes”, conforme relata matéria da Folha de S. Paulo.

Do pequeno grupo, beneficiado em valores atuais equivalentes a R$ 2,72 milhões, faziam parte o próprio Geddel, seu pai, Afrísio Vieira Lima, seu irmão Lúcio Vieira Lima e sua mãe. O escândalo rendeu demissão ao ex-ministro, que se defende argumentando que foi inocentado em investigações do Banco Central e do Conselho de Recursos do Sistema Financeiro.

NOVAS ACUSAÇÕES EM 1994

Dez anos depois, em janeiro de 1994, na condição de deputado federal, Geddel foi envolvido no escândalo dos Anões do Orçamento, segundo o qual, relembra o Uol, um grupo de quase 40 parlamentares foi acusado de manipular emendas para favorecer empreiteiras – prática escancarada atualmente pela operação Lava Jato.

Na CPI do Orçamento para se defender, o ex-ministro foi às lágrimas ao comentar o fato de seu nome constar na lista de um diretor da Odebrecht ao lado de um percentual de 4%. “Se esse percentual significa um cálculo matemático de ajuda a campanhas eleitorais futuras, como disse o diretor da empresa, a mim não chegou qualquer oferta. Se ousasse chegar, seria repelida de maneira viril”, rebateu, segundo o Uol.

Adversário de Antonio Carlos Magalhães, Geddel sofreu no início dos anos 2000 com o ex-presidente do Senado, que chegou a distribuir fitas intituladas “Geddel vai às compras”, que tratavam do suposto enriquecimento ilícito do político e de seus parentes.

ATUALIDADE

O tempo passou mas as acusações a Geddel não cessaram. Em 2016, ele não conseguiu se sustentar no cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo do presidente Michel Temer. Foi acusado de pressionar o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero a liberar a construção de um prédio de 107 metros de altura em área do patrimônio histórico de Salvador – Geddel tinha um apartamento comprado no imóvel.

O mais recente escândalo ocorreu na sexta-feira (13), quando policiais federais promoveram buscas em imóveis do ex-ministro na capital baiana a fim de encontrar provas da participação dele em fraudes na Caixa Econômica Federal. A ação foi batizada de Operação Coi Bono.

 

Planalto: Mozart assume o comando do PSOL

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Foto: BLOG DO ANDERSON

O professor José Mozart Tanajura Junior, ex-candidato à Prefeitura de Planalto na chama encabeçada pelo petista Cloves Alves Andrade, trocou a bandeira partidária. Ele deixou o Partido Socialista Brasileiro e assumiu o comando do Partido Socialismo e Liberdade, o PSOL. “Já estamos construindo a terceira via em Planalto, para fazermos um amplo debate em favor da conscientização política”, afirmou o político ao BLOG DO ANDERSON na noite deste domingo (15). De olhos nas Eleições 2018 e também nas Eleições 2020, Mozart terá como meta liderar a frente de oposição ao prefeito Edilson Duarte da Cunha, conhecido como Dico, do Partido Progressista.

Lula aparece em notícia não confirmada na revista das Organizações Globo e em panfleto da ultradireita que, agora, passa a reconhecer a perseguição sistemática ao líder petista

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Lula

A nota destaca ainda o fato de que além de ilegal, pois o grampo viola a competência do Supremo e o sigilo da Presidência da República

A caça ao ex-presidente foi confirmada, em outra revista do mesmo campo, neste domingo. Em entrevista à publicação semanal de ultradireita Veja, o delegado da PF Mauricio Moscardi Grillo, coordenador da Operação Lava Jato” afirmou que os investigadores tinham provas, áudios e indícios que poderiam caracterizar tentativa de obstrução da Justiça por parte do ex-presidente. Mas, atualmente, “os elementos que justificariam um pedido de prisão preventiva não são tão evidentes”.

Timing

A operação perdeu o “timing” para levar Lula para cadeia, admitiu o policial. A defesa do ex-presidente reagiu às declarações de Grillo e afirmou que a fala confirma que Lula sofre uma perseguição política.

Os advogados de Lula consideraram a entrevista “luminosa”, por reconhecer que a operação trabalha com “timing”, ou seja, sentido de oportunidade em relação a Lula. Evidenciou, assim, a natureza eminentemente política da Lava Jato em relação ao ex-presidente.

“É o ‘lawfare’, como uso da lei e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política, exposto reiteradamente pela defesa de Lula, agora afirmado, de modo indireto, pelo próprio coordenador da operação na PF”, diz a nota divulgada nesse pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira.

Atentado

Segundo afirmam, se Lula tivesse praticado um crime, a Polícia Federal, depois de submetê-lo a uma devassa sem precedentes, teria provas concretas e robustas para demonstrar o ilícito e para sustentar as consequências jurídicas decorrentes.

Na entrevista, o delegado afirma ainda que a PF errou ao ter levado o petista para depor no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, porque acabou permitindo a ele passar uma imagem de vítima. Já os advogados afirmam que a condução coercitiva de Lula para prestar depoimento no aeroporto, em março de 2016, foi ato de abuso de autoridade. Promoveu um atentado contra a liberdade de locomoção do ex-presidente fora das hipóteses autorizadas em lei. “O delegado deveria repensar não só o local da condução coercitiva de Lula, mas, sobretudo, a inconstitucionalidade e a ilegalidade do ato”.

Ao conduzir coercitivamente o ex-presidente para prestar depoimento sem tê-lo intimado antes, a PF violou o Código de Processo Penal e o próprio mandado no qual o juiz federal Sergio Moro autorizou a ação.

Leia, adiante, a nota dos advogados de Lula:

Sobre a entrevista concedida pelo Delegado Federal Mauricio Moscardi Grillo, coordenador da Lava Jato na Polícia Federal, à revista Veja (“Da prisão do Lula”, 14/01/2017), fazemos os seguintes registros, na condição de advogados do ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva:

1- A divulgação pela imprensa de fatos ocorridos na repartição configura transgressão disciplinar segundo a lei que disciplina o regime jurídico dos policiais da União (Lei no. 4.878/65, art. 43, II) e, afora isso, a forma como o Delegado Federal Mauricio Moscardi Grillo se dirige ao ex-Presidente Lula é incompatível com o Código de Ética aprovado pela Polícia Federal (Resolução no. 004-SCP/DPF, de 26/03/2015, art. 6o, II) e com a proteção à honra, à imagem e à reputação dos cidadãos em geral assegurada pela Constituição Federal e pela legislação infra-constitucional e, por isso, será objeto das providências jurídicas adequadas.

2- Por outro lado, a entrevista é luminosa ao reconhecer que a Lava Jato trabalha com “timing” ou sentido de oportunidade em relação a Lula, evidenciando a natureza eminentemente política da operação no que diz respeito ao ex-Presidente. É o “lawfare”, como uso da lei e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política, exposto reiteradamente pela defesa de Lula, agora afirmado, de modo indireto, pelo próprio coordenador da Lava Jato na Policia Federal.

3 – Se Lula tivesse praticado um crime, a Polícia Federal, depois de submetê-lo a uma devassa sem precedentes, teria provas concretas e robustas para demonstrar o ilícito e para sustentar as consequências jurídicas decorrentes. Os mesmos áudios e elementos que a Lava Jato dispunha em março de 2016 estão disponíveis na data de hoje e não revelam nenhum crime. Mas a Lava Jato, segundo o próprio Delegado Federal Mauricio Moscardi Grillo trabalha com “timing” ou sentido de oportunidade em relação a Lula.

4- A interceptação da conversa entre os ex-Presidentes Lula e Dilma no dia 16/03/2016 pela Operação Lava Jato foi julgada inconstitucional e ilegal pelo Supremo Tribunal Federal. O Delegado Federal Mauricio Moscardi Grillo e a Lava Jato afrontam a Suprema Corte e revelam desprezo pelo Estado Democrático de Direito ao fazer afirmações sobre esse material sem esse registro.

Ademais, é preciso, isto sim, que o Delegado Federal coordenador da Lava Jato esclareça o motivo da realização da gravação dessa conversa telefônica após haver determinação judicial para a paralização das interceptações e, ainda, a tecnologia utilizada que permitiu a divulgação do conteúdo desse material menos de duas horas após a captação, tendo em vista notícias de colaboração informal – e, portanto, ilegal – de agentes de outros países no Brasil.

A divulgação dessa conversa telefônica em menos de duas horas após a sua captação, além de afrontar a lei (Lei n. 9.296/96, art. 8o. c.c. art. 10), está fora dos padrões técnicos brasileiros verificados em situações similares.

5-  A condução coercitiva de Lula para prestar depoimento no Aeroporto de Congonhas foi ato de abuso de autoridade (Lei no. 4.898/65, art. 3o., “a”) porque promoveu um atentado contra a liberdade de locomoção do ex-Presidente de sua liberdade fora das hipóteses autorizadas em lei. Por isso mesmo, fizemos uma representação à Procuradoria Geral da República para as providencias cabíveis e, diante da inércia, documentada em ata notarial, promovemos queixa-crime subsidiária, que está em trâmite perante o Tribunal Regional Federal da 4a. Região.

O tema também é objeto do Comunicado que fizemos em julho ao Comitê de Direitos Humanos da ONU. Portanto, o Delegado Federal Mauricio Moscardi Grillo deveria repensar não só o local da condução coercitiva de Lula, mas, sobretudo, a inconstitucionalidade e a ilegalidade do ato. Merece registro, adicionalmente, que o local do Aeroporto de Congonhas para onde Lula foi levado tem paredes de vidro e segurança precária, tendo colocado em risco a integridade física do ex-Presidente, de seus colaboradores, advogados e até mesmo dos agentes públicos que participaram do ato, sendo injustificável sob qualquer perspectiva.

6-  Ao classificar as ações e providencias da defesa de Lula como atos para “tumultuar a Lava Jato” o Delegado Federal Mauricio Moscardi Grillo e a Lava Jato mostram, de um lado, desprezo pelo direito de defesa e, de outro lado, colocam-se acima da lei, como se estivessem insusceptíveis de responder pelos abusos e ilegalidades que estão sendo praticadas no curso da operação em relação ao ex-Presidente.

Deve ser objeto de apuração, ademais, se pessoas que praticaram atos estranhos às suas funções públicas ou com abuso de autoridade estão sendo assistidas por “advogados da União” – pagos pela sociedade – como revela o Mauricio Moscardi Grillo em sua entrevista

Forças do PT na Bahia defendem mudanças para valer no partido

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O Encontro Estadual do Muda PT, realizado neste sábado (14) em Lauro de Freitas, não foi suficiente para que as forças políticas oriundas de várias tendências internas do Partido dos Trabalhadores que se uniram para disputar o Processo de Eleições Diretas (PED) e o comando da legenda na Bahia, definissem o posicionamento do grupo liderado pelos deputados Marcelino Galo, Jorge Solla, pelos ex-deputados Amauri Teixeira e Yulo Oiticica e pela ex-vice prefeita de Salvador, a ambientalista Bete Wagner. A avaliação desse agrupamento, que defende mudanças pra valer no PT no Brasil e na Bahia, só deve ser oficializada no Seminário Estadual previsto para acontecer no dia 28 de janeiro em Salvador.  A avaliação do deputado Marcelino Galo é de que o PT tem que fortalecer as instâncias internas do partido nos municípios, com a defesa intransigente da transparência e democracia interna, garantindo a participação efetiva de seus militantes sem que haja intervenções ocasionais como ocorreu no último período. “O PT tem que fortalecer sua democracia interna, garantir a participação e controle de sua militância nas instâncias, e essas forças que hegemonizaram o partido no último período também precisam fazer uma autocritica“, afirmou Galo, que presidiu o partido entre 2005 e 2007. O Partido dos Trabalhadores, analisa o deputado Jorge Solla, continua a ser a alternativa de desenvolvimento e inclusão social do Brasil. “Urge a necessidade de acelerar e acalorar os debates, autocríticas e reposicionamentos necessários para reconstruirmos o projeto partidário e retomarmos a credibilidade e confiança da maioria da população”, acrescentou. O encontro do Muda PT em Lauro de Freitas contou com a presença do ex-governador Jaques Wagner, da prefeita local, Moema Gramacho, dos deputados Luiz Caetano, Maria Del Carmen, Neusa Cadore, Bira Coroa, Afonso Florense, Nelson Pelegrino, Valdenor Cardoso, Zé Raimundo, dos ex-deputados Luiz Alberto e Yulo Oiticica, da vereadora de Salvador Marta Rodrigues, da ex-vereadora Vânia Galvão, lideranças políticas das tendências 2 de Julho, Reencantar, EDP, Avante S21, DS e MPT, além de movimentos sociais do estado ligados ao Partido dos Trabalhadores. Ao final do encontro, um documento, com propostas de programa para o PT, foi redigido para ser apresentado no Congresso da legenda.

Prefeito de Baixa Grande nomeia parentes em metade das secretarias e se nega a comentar

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Prefeito de Baixa Grande nomeia parentes em metade das secretarias e se nega a comentar

Foto: Reprodução / Facebook
“Unidos por uma Baixa Grande melhor” foi o nome da chapa do prefeito Heraldo Miranda (PMDB) para as eleições de 2016. O peemedebista levou à sério o próprio lema e reuniu parentes em pelo menos quatro secretarias: Finanças, com a companheira, Elieide Borges; Educação, sob a conduta da sobrinha do gestor, Rejane Miranda; Ação Social, pela cunhada do prefeito, Noranei Miranda, e Saúde, com Leila Pamponet, esposa de um sobrinho do chefe do Executivo. Para completar a lista de distribuição de cargos entre parentes, Guilherme Kuhn, filho do vice-prefeito, Ubiramir Kuhn, o Mimi, comanda a Secretaria de Administração. Porém, ao ser procurado pelo Bahia Notícias, Miranda se negou a falar sobre as nomeações. Segundo ele, apenas “a esposa de um sobrinho” teria sido nomeada para um cargo de confiança. Por meio de perfis nas redes sociais, no entanto, Elieide Borges e Rejane Miranda aparecem com parentesco com o prefeito. As demais pessoas citadas não tiveram perfis localizados, porém uma denúncia à reportagem sugere os graus de familiaridade entre o prefeito e os recém nomeados para os cargos públicos.

Agora é oficial, ex-prefeito Oberdan Rocha assumirá Coordenação de Integração de Políticas e Projetos do Governo do Estado

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Agora é oficial o ex-prefeito de Barra do Choça, Oberdan Rocha Dias  foi confirmado para assumir a pasta da Coordenação de Integração de Políticas e Projetos, da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, do Governo do Estado da Bahia. A informação foi divulgada na manhã desta quarta-feira, 11 de janeiro, no Diário Oficial do Estado da Bahia.

O ex-prefeito entrou em contato com o Blog do Jorge Amorim dando detalhes da nova função, quando toma posse e quais as suas expectativas para o novo desafio.

De acordo Oberdan, ele sempre teve uma excelente relação com o governador e sua equipe. Agradeceu a oportunidade e se diz motivado para trabalhar e ser útil a administração do Governo, disse.

AMANHÃ SEGUNDA FEIRA O POÇÕES24HS ESTARÁ ENTREVISTANDO O VEREADOR MAIS BEM VOTADO NA CIDADE DE POÇÕES O VEREADOR CARECA DO BELA VISTA

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1ebdcb1f-660f-45b8-92f3-eb86bb5e36a0 O POÇOES24HS FICOU AFASTADO DA CÂMARA POR 2 ANOS POR VER SÓ BAIXARIA EM 2017 VOLTAREMOS A COBRI A SEÇÕES AGORA ESPERO QUE NOSSOS VEREADORES RESOLVAM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS NA SEMANA NÃO NO DIA DE FALAR COM A POPULAÇÃO MOSTRANDO PROJETOS E CUIDANDO DO BEM ESTAS DO POVOO POÇOES24HS FICOU AFASTADO DA CÂMARA POR 2 ANOS POR VER SÓ BAIXARIA EM 2017 VOLTAREMOS A COBRI A SEÇÕES AGORA ESPERO QUE NOSSOS VEREADORES RESOLVAM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS NA SEMANA NÃO NO DIA DE FALAR COM A POPULAÇÃO MOSTRANDO PROJETOS E CUIDANDO DO BEM ESTAS DO POVO

Governador do AM é acusado de pedir ajuda a facção para se reeleger Subcrecretário do governo de José Melo teria negociado acobertamento de criminosos para continuar no cargo

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© DR

A conversa gravada entre o então subsecretário de Justiça do Amazonas, major Carliomar Barros Brandão, e o traficante José Roberto Fernandes Barbosa, um dos líderes da facção foi divulgada durante a campanha eleitoral pela revista Veja e pelo jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com informações do jornal O Globo, o traficante promete, no áudio, até cem mil votos para Melo não os “prejudique”. Em resposta, major Brandão diz que “ninguém vai mexer” com os criminosos.

“‘A mensagem que ele (governador) mandou pra vocês, agradeceu o apoio e que ninguém vai mexer com vocês, não”, diz, no áudio, o o ex-subsecretário.

Após o episódio, major Brandão foi exonerado do cargo, e o governador afirmou, por meio de nota, que iria investigar a “veracidade do conteúdo da gravação”

 

Segundo informações obetidas pelo poções24horas o vereador Davi será eleito hoje presidente da câmara ele tem a maioria do votos

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Resultado de imagem para vereador davi suares de poçoes                                               COMO EU NÃO SEI A OPOSIÇÃO FEZ 7 VEREADORES A SITUAÇÃO 6 MAIS POLITICA É POLITICA SÓ MUDA AS CARAS [E TRISTE ISSO MAS É A REALIDADE]

Boechat: classe política deveria renunciar coletivamente[VEJAM VIDEO]

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13/12/2016