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Category Archives: SAÚDE

Ministério da Saúde destaca trabalho de pesquisa e tuberculose da Fundação José Silveira

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Representantes do Ministério da Saúde ao lado de diretores da Fundação José Silveira

Responsável pela gestão do Biorrepositório no Brasil, a Fundação José Silveira (FJS) recebeu na quarta-feira, 14, a visita de representantes do Ministério da Saúde, que vieram conhecer as instalações e o funcionamento do projeto mundial que coleta e armazena informações sobre a cura entre os pacientes e a ocorrência de tuberculose ativa entre contatos. O presidente e a superintendente da FJS, Dr. Geraldo Leite e Leila Brito, juntos com a equipe do Centro de Pesquisa da FJS que atua no Biorrepositório, recepcionaram e acompanharam os visitantes. O epidemiologista do setor de Informações Estratégicas do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Kleydson Andrade, destacou a importância da FJS no projeto e a qualidade do Biorrepositório sediado na instituição. “Esse é um dos consórcios de pesquisas mais robustos do Brasil, em termos de qualidade de amostra”. O consultor técnico do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Karlos Diogo Charlegre, reforçou a satisfação pelo que viu e frisou a segurança de ter o projeto sediado na FJS. “A Bahia é um dos estados que mais são afetados pela tuberculose. Saber que a Fundação José Silveira tem um instituto como o IBIT, que trabalha diretamente com tuberculose, e o Biorrepositório instalado aqui, é de fundamental importância para o projeto. Sem a Fundação, aqui na Bahia, talvez, esse projeto não tivesse acontecido. A FJS é a instituição mantenedora em Jequié, da Santa Casa Hospital São Judas Tadeu.

AMANHÃ DIA 18 E DIA 19 O PREFEITO ADONIAS JUNTAMENTENTE COM O PRESIDENTE DA CÂMARA DE VEREADORES THIAGO E O VEREADOR ADELINO E SECRETARIA DE SAÚDE DE BOA NOVA FARAM A FEIRA DE SAÚDE EM BOA NOVA NA PRAÇA 7 DE SETEMBRO

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Adolescente de 14 anos contrai síndrome rara após vacina contra febre amarela na capital baiana Família denuncia a falta de remédio para a doença

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Matheus desenvolveu sintomas após vacina contra febre amarelaReprodução/Record TV Itapoan

Familiares de um jovem de 14 anos denuncia a falta de medicação para uma doença rara, na capital baiana. Matheus Barreto da Cruz está internado em estado grave no Hospital Roberto Santos, após desenvolver sintomas que os médicos diagnosticaram ser a Síndrome de Guillain-Barré.

Segundo os familiares, o diagnóstico só saiu após o jovem passar por uma clínica particular, mais 12 dias internado em uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e por fim conseguir uma internação no hospital. Ainda de acordo com a mãe do garoto, os sintomas aparecerem após ser vacinado contra febre amarela.

O adolescente só começou o tratamento tomando três doses, após uma liminar na Justiça. Na luta contra a evolução da doença, os familiares buscam pelo medicamento que está em falta para a continuação do tratamento.

De acordo com o neurologista, Pedro Antônio Pereira, a síndrome de Guillain-Barré é imunológica, onde o indivíduo produz anticorpos contra ele mesmo, mas especificamente contra os nervos periféricos. Entre os fatores desencadeantes, estão as infecções gastrointestinais ou até mesmo após vacinas.

Grande feira de saúde em POÇÕES BA dia 16 no açude, 17 no Indaiá, com muitos exames, realização fundação José Silveira!

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Saúde de Jequié e região se fortalece em nova diretoria do COSEMS

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Secretárias de Saúde de Maracás, Jucielle Moreira,  deputado federal Antonio Brito;  de Manoel Vitorino, Jocinha Lima; de Jequié, Hassan Iossef; e de Brejões, Joelma das Neves

O Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (COSEMS/BA) elegeu, em Porto Seguro, a sua nova gestão. Foram nomeados a secretária de Saúde de Eunápolis, Stela Souza, como presidente da entidade, e para o cargo de vice-presidente o secretário de Saúde e vice-prefeito de Jequié, Hassan Iossef. O COSEMS tem a missão de representar as secretarias de Saúde dos 417 municípios baianos, além de deliberar juntamente com a SESAB sobre a gestão da Saúde no estado. Presente no ato, o deputado federal Antonio Brito (PSD) celebrou a nomeação de Hassan, que fortalecerá Jequié e região. O deputado também reafirmou o seu compromisso com a política dos municípios baianos na área da saúde, em conjunto com a SESAB e o COSEMS. Por sua vez, Hassan ressaltou a importância do Conselho como entidade legítima para implementar com o governo políticas de saúde para os municípios. Além disso, ressaltou que buscará o fortalecimento do SUS em Jequié, juntamente com o prefeito Sergio da Gameleira.

Santa Casa de Poções divulga número de atendimentos do mês de abril

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[FOTOPOÇOES24HS]

A Santa Casa de Poções realizou 14.927 atendimentos no mês de abril. Foram 9.357 atendimentos ambulatoriais, 391 internamentos, 36 partos e 5.143 atendimentos de fisioterapia.

A instituição filantrópica e os seus profissionais têm recebido depoimentos favoráreis dos seus pacientes. É o caso de Nájila Oliveira, que, feliz, declarou: “Fomos muito bem recebidos aqui no hospital. Todos tratam a gente muito bem e o filho da gente também. O parto foi ótimo. As enfermeiras obstetras ajudaram muito. Fico feliz em ir embora com ele saudável. Tudo deu certo!”.

A Santa Casa oferece atendimento de média complexidade e funciona 24 horas por dia através do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mais Médicos: Governo abre edital com 2.394 vagas voltadas para profissionais brasileiros

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Mais Médicos: Governo abre edital com 2.394 vagas voltadas para profissionais brasileiros

Foto: Karina Zambrana / ASCOM-MS

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (20), um novo edital do Programa Mais Médicos, com a oferta de 2.394 vagas, voltadas prioritariamente para profissionais com registro no Brasil. As oportunidades fazem parte do processo de reposição e substituição de médicos da cooperação com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), por brasileiros. Neste processo serão repostas também vagas provenientes de desistências e de encerramento de contrato. Os interessados em ocupar um posto de trabalho no programa devem se inscrever até o dia 26 de abril, por meio do sistema do Programa Mais Médicos, podendo escolher quatro municípios de preferência. A seleção seguirá critérios, como experiência em Saúde da Família ou especialização na área. O resultado das inscrições validadas deve ser divulgado no dia 10 de maio, e a escolha de município está prevista para os dias 11 e 12. Caso nem todas as vagas sejam ocupadas com profissionais formados no país, as oportunidades remanescentes serão ofertadas a brasileiros com diploma estrangeiro (clique aqui para acessar o edital).

Poções – Secretaria municipal de saúde informa.

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A secretaria de saúde de poções Bahia realizara mutirão de glaucoma, que acontecera nos dias 10 e 11 de abril, das 8h as 17 hrs, acontecera o mutirão no posto de puericultora (ao lado do tiro de guerra) . serão necessário levar os seguintes documentos ( RG, CARTÃO DO SUS, CARTÃO DA FAMÍLIA OU COMPROVANTE RESIDENCIA) Qualquer duvida procure sua unidade de saúde ou seu agente comunitário de saúde para maiores esclarecimentos.

Médico alerta para importância da prevenção de doenças sexuais no carnaval

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Após o período de folia, são comuns casos de HPV, herpes e sífilis contraídos em relações sem uso de camisinha. Saúde do DF aumentou estoque de preservativos em 30%, disponibilizando 1,57 milhão de unidades no mês de fevereiro

O clima de diversão da temporada de carnaval ressalta a importância da prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). A Secretaria de Estado e Saúde do Distrito Federal aumentou o estoque de preservativos em 30%, disponibilizando 1,57 milhão de unidades nos centros de saúde para o mês de fevereiro.

O médico urologista Rafael Buta, da Aliança Instituto de Oncologia, alerta para graves patologias que podem ser evitadas com o uso da camisinha. “O vírus HIV, causador da Aids; Sífilis, Hepatite B e C; e o HPV são as doenças mais graves que podem ser adquiridas em relações sexuais sem preservativo e podem ser evitadas com este cuidado”, destaca.

De acordo com o médico, passado o período de folia são recorrentes no consultório episódios de gonorréia e a clamídia, que causam uretrite no homem e doença inflamatória pélvica na mulher. Além destas, o HPV, a Herpes e a sífilis são consideradas doenças comuns após o paciente ter relação sexual sem o uso de preservativo.

“A prevenção das doenças é feita com o sexo seguro, sexo apenas com preservativo”, enfatiza Rafael. Segundo o médico, para a maioria das doenças, a proteção com a camisinha é bem eficaz. Entretanto, em casos de lesões, como HPV e outras doenças, que podem surgir em outras regiões além do pênis, como na virilha, região pubiana e na bolsa testicular, o preservativo não protege 100%.

As consequências das DSTs podem variar de acordo com a gravidade de cada doença. A gonorréia, por exemplo, pode causar uma inflamação na uretra, no canal urinário do homem, ou no canal genital da mulher. Com o tempo são geradas cicatrizes que podem obstruir o fluxo urinário, podendo resultar até mesmo na infertilidade.

A sífilis, se não tratada, pode espalhar-se pelo corpo e causar lesões neurológicas. Já o HPV é a principal causa de câncer de colo de útero nas mulheres e também está relacionado ao câncer do canal anal tanto no público masculino quanto no feminino.

Para curtir a folia com saúde, o diagnóstico prévio e conhecimento sobre qualquer doença é o principal fator a ser avaliado. “Um dos principais problemas não apenas no carnaval é não identificar e não tratar corretamente estas doenças, e consequentemente, o paciente continuar transmitindo essas doenças para outros parceiros”, ressalta.

Qualquer ferida que surja na área genital pode indicar a incidência de alguma DST. No caso de aparecimento de ínguas, bolhas, feridas, coceira e odor diferente, o médico deve ser consultado imediatamente para o diagnóstico correto. “Qualquer lesão ou anormalidade na região genital que aparecer depois de uma relação sem proteção é indicativo de DST”, explica o médico. Ardência na hora de urinar e corrimentos também são sintomas sugestivos de doenças.

Rayan Ribeiro
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Rafael Buta – Urologista
Alta | Web


Esclerose múltipla atinge cerca de 30 mil brasileiros, mas ainda é subdiagnosticada Crônica e debilitante, enfermidade tem impacto socioeconômico crescente. Tratamentos ajudam no controle e podem reduzir custos no longo prazo. Entidades discutem consenso e esperam revisão do protocolo clínico

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Resultado de imagem para medicoQuem já ouviu falar da esclerose múltipla sabe que essa doença autoimune causa incapacidade e pode levar à morte. A enfermidade é subdiagnosticada no País e, mesmo assim, já atinge mais de 30 mil brasileiros. Em sua maioria, mulheres adultas jovens, em idade produtiva. O Brasil já conta com os medicamentos mais modernos, que impedem a progressão da patologia. Mas ainda é preciso avançar no diagnóstico, assim como no acesso e no entendimento sobre o uso das terapias, o que inclui a necessidade de revisão do Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da doença.
A esclerose múltipla compromete o sistema nervoso central. É caracterizada pela inflamação crônica e desmielinização da bainha de mielina, que envolve os axônios dos neurônios, por onde passam os impulsos nervosos. “É como se um fio estivesse desencapado e acontecesse um ‘curto-circuito’ no seu cérebro, gerando uma cicatriz, que é a esclerose e pode afetar vários locais no cérebro e na medula espinhal. Essa lesão pode causar desde comprometimento temporário da visão, falta de equilíbrio até sintomas mais graves, como cegueira e paralisia completa dos membros”, explica o médico neurologista Douglas Sato, coordenador do Departamento Científico de Neuroimunologia da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), professor do Instituto do Cérebro (Inscer) e da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Por ser incapacitante, quanto mais rápido seu diagnóstico e o início do tratamento, melhor. Segundo Sato, o diagnóstico da esclerose múltipla é feito pela análise dos sintomas (entre eles, fraqueza, formigamento ou dormência nos membros, tremor nas mãos, dificuldade para falar, caminhar ou escrever) e por meio de exames de imagem. Mesmo assim, por ter sintomas comuns a outras patologias, nem sempre o reconhecimento é fácil ou rápido.
Outra peculiaridade é o perfil da doença, que geralmente difere de paciente para paciente. “Atualmente, há um consenso entre os médicos especializados em desenvolver um tratamento único para cada indivíduo de acordo com a agressividade e a atividade da doença, por exemplo. Para isso, é fundamental aumentar as opções de medicamentos disponíveis e permitir seu uso de acordo com a atividade da doença, o que é limitado pelo atual Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas da doença”, pondera Sato. “Hoje temos de seguir prescrevendo medicamentos em uma sequência que não considera as peculiaridades do paciente. O atraso em atingir as medicações mais apropriadas pode facilitar a presença de surtos e de sequelas permanentes.”
Para discutir essa questão, no fim do ano, o Departamento Científico de Neuroimunologia da ABN e o Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla (BCTRIMS) debateram, durante audiência pública no Ministério da Saúde, a importância do diagnóstico precoce e os critérios atuais para a escolha dos tratamentos. A expectativa é que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) avance com a proposta de atualizar o PCDT/SUS e integre novos medicamentos e procedimentos que sejam benéficos para os pacientes, em conformidade com o desenvolvimento científico e tecnológico da área, e o torne mais flexível – permitindo que pacientes com EM de alta atividade tenham acesso a terapias mais potentes.
Impacto social – Para Sato, a esclerose múltipla tem um impacto que não se restringe somente ao paciente. “A doença atinge toda a família e a sociedade em geral. Já nos estágios iniciais, ela tira a qualidade de vida do indivíduo e reduz sua capacidade produtiva, o que abala também sua saúde emocional, além de gerar custos crescentes para todo o sistema de saúde se não for bem tratada desde o início.”
De acordo com o protocolo clínico de tratamento, a classificação da esclerose múltipla é feita por meio de uma escala que qualifica as incapacidades geradas pela evolução da doença – a Escala Expandida do Estado de Incapacidade de Kurtzke (EDSS). Essa escala estabelece o nível de comprometimento causado pela doença, que vai de zero, quando não há comprometimento neurológico, até 10 – o que se traduz pela morte do indivíduo. Quanto mais alto o índice na EDSS, maior é o custo desse tratamento, que abrange consultas médicas, reabilitação com diversos profissionais de saúde, até, nos casos avançados, internações hospitalares. “Esses são os custos diretos. Os indiretos estão relacionados a perda ou diminuição de salário, pensões por incapacidade ou invalidez, entre muitos outros. E também existem os intangíveis, relacionados à família de quem tem a doença, e se traduz por estresse, ansiedade, depressão…”
Há estudos americanos e europeus que mostram os valores gastos com a doença. Nos Estados Unidos, esse montante chega a mais de US$ 10 bilhões por ano. Já na Europa, o número é de aproximadamente € 14,6 bilhões. No Brasil, o custo total de medicamentos, entre 2006 e 2009, foi de cerca de R$ 360 milhões. No entanto, os gastos públicos gerados pelo tratamento aumentaram mais de sete vezes no mesmo período, chegando a mais de R$ 200 milhões.
“Temos de diagnosticar e prescrever o que é o mais adequado para o paciente de acordo com a atividade da doença, seu histórico médico e as terapias disponíveis. Isso inclui reconhecer que diferentes tratamentos podem ser eficazes para os distintos momentos dos pacientes e saber como integrá-los, quando necessário”, completa o especialista. E quanto maior o acerto menor a evolução da doença e a ampliação dos cuidados médicos, o que reflete em menor custo da doença por paciente tratado e em mais qualidade de vida e produtividade para o indivíduo.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já tem registrados nove diferentes medicamentos para o tratamento da esclerose múltipla. Seis deles estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Já a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), está atualmente discutindo seu rol de medicamentos, e a inclusão de tratamentos para esclerose múltipla faz parte do debate.