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10 Fev 2013 Circuito Batatinha sem ocorrências no terceiro dia de Carnaval

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Balanço parcial do terceiro dia de Carnaval, em Salvador, contabiliza, neste sábado (9), de 7h da manhã à meia-noite, 339 ocorrências. Do total, 267 aconteceram no circuito Dodô (Barra-Ondina) e 72 no Osmar (Campo Grande). No circuito Batatinha (Pelourinho) não houve ocorrências. Entre os registros, 120 foram referentes a furtos e 12 a roubos. Houve ainda o registro de oito ocorrências de lesão corporal.

Nenhum homicídio foi registrado pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) nos três circuitos do Carnaval neste período. Também não houve tentativas de homicídio ou qualquer ocorrência mais grave.

Autor de homicídio no circuito Osmar já está preso

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Uma guarnição da Polícia Militar capturou um homem suspeito de assassinar Álvaro Alexandre Oliveira dos Santos, de 25 anos, na madrugada de hoje, por volta das 03 horas da manhã, no Relógio de São Pedro, no Centro. Algumas pessoas que estavam no local indicaram o paradeiro de Thiago Adília da Silva, 28 anos, que tentava fugir em direção a Piedade. Thiago foi encaminhado à Central de Flagrantes (CF-2), na Piedade, e autuado em flagrante por homicídio.
Na CF ficou constatado que Thiago já tinha duas passagens pela polícia por envolvimento em brigas em 2005 e 2006. Ele negou o crime mas foi reconhecido por testemunhas que, de acordo com a Assessoria de Comunicação da Polícia Civil, informaram o momento dos disparos. A arma utilizada não foi encontrada. Álvaro, a vítima, também tinha passagem pela polícia, por roubos a ônibus. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Geral do Estado (HGE) mas não resistiu aos ferimentos.

Manifestação Fora Renan organizada pelo Anonymous Brasil no sábado de Carnaval, na avenida Paulista

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Polícia estoura cativeiro e resgata criança sequestrada Paulo Guilherme, de 6 anos, é filho de um comerciante e era mantido como refém desde a última quarta-feira (6)

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GarotoO caso gerou bastante comoção no Facebok. A foto do garoto foi compartilhada por várias pessoas (Foto: Reprodução)

Uma operação da Polícia Civil, por meio da Divisão Anti-Sequestro, estourou o cativeiro no município de Limoeiro do Norte, onde estava mantida como refém a criança de 6 anos sequestrada no comércio do pai na última quarta-feira (6), em Morada Nova. O delegado Andrade Junior afirmou que seis pessoas foram presas pelo envolvimento no sequestro e revelou que a descoberta do cativeiro aconteceu no fim da tarde deste sábado (9).

Paulo Guilherme, de 6 anos, é filho de um comerciante. Enquanto a criança estava na loja do pai, bandidos chegaram ao local, renderam o garoto e fugiram em um carro, modelo Gol de cor prata. As imagens do circuito interno de câmeras do estabelecimento comercial mostram que a ação dos criminosos foi violenta.

Disque 100: crescem denúncias de abuso e exploração sexual em todo o Brasil

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Dados recentes do Disque 100, serviço da Secretaria de Direitos Humanos que recebe denúncias de violações de direitos humanos, mostram um crescimento das denúncias de violência sexual infantojuvenil em todo o Brasil. De janeiro a março deste ano foram contabilizados cerca de 4200 registros de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes gerados a partir das denúncias feitas ao serviço. O volume deste ano é cerca de 35% maior na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram apresentados 3125 registros.

Segundo a Secretaria de Direitos Humanos, todas as denúncias, uma vez recebidas, são encaminhadas num prazo máximo de 24 horas para as autoridades locais. “Porém, em alguns casos, principalmente em cidades isoladas, a fragilidade dos órgãos responsáveis, como o Conselho Tutelar, pode dificultar o encaminhamento da denúncia”, explica Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da Secretaria.

Porém, o combate ao abuso e a exploração sexual não termina na denúncia. “A denúncia, em qualquer circunstância, é importante. Porém, existe o problema de que não necessariamente ela irá se transformar em uma notificação ou em um atendimento”, explica a socióloga e especialista Graça Gadelha. Além disso, a existência de um alto número de denúncias em um determinado local não significa que nessa  região o problema seja mais combatido. “Depende da mobilização local, do nível de conscientização das pessoas em relação a essa situação, dos graus de banalização e naturalização do problema”, complementa a especialista.

Uma alternativa às atuais campanhas de mobilização, voltadas à divulgação do disque-denúncia, seria o incentivo ao trabalho continuado nos municípios. “É preciso responsabilizar o agressor, incluir o menino na escola, acompanhar a família, etc. Para isso, as campanhas precisam ser permanentes, articuladas, animadas e desenvolvidas dentro das redes locais e municipais de enfrentamento”, opina Maria Lúcia Pinto Leal, especialista da área e fundadora do Grupo de Pesquisa sobre Violência, Tráfico e Exploração Sexual de Crianças, Adolescentes e Mulheres (Violes) da Universidade de Brasília (UnB).

Nesse sentido, um bom exemplo, é o projeto Ação Proteção, desenvolvido pela Fundação Telefônica, que conta com a participação de profissionais da rede local de 30 municípios do estado de São Paulo. A iniciativa começou em 2010 com uma capacitação desses profissionais em torno da questão do enfrentamento do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes. Agora, a partir de 2011, essas mesmas pessoas participarão do desenvolvimento de planos de ação em seus municípios.

Outro enfoque desse projeto é a divulgação da causa nos principais veículos de comunicação, canais de televisão e rádio dos municípios participantes, com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para a problemática e convidá-la a fazer sua parte como integrante da rede de proteção, acionando o conselho tutelar e demais agentes públicos.

SEJAM TODOS BEM VINDOS!!!

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Olá! sejam todos bem vindos ao mais novo website de Poções e região. Com a missão de levar noticias , entretenimento e informações de utilidade pública de toda a microrregião, este e o principal objetivo de toda a equipe do site poções 24hs. Na oportunidade, gostaríamos de esclarecer que não defendemos nenhuma bandeira partidária pois este veículo de mídia é autônomo e independente. Esclarecemos ainda que será dado a todos os munícipes, destacando que este site ouvirá e dará o direito de resposta a quem se sentir prejudicado, pois priorizamos pela a ética e profissionalismo.  No mais, esperamos de coração que gostem, utilizem e nos ajudem a divulgar este site que foi feito para todos vocês.  Um abraço!

Equipe Poções 24hs.

Sete anos após a instituição da Lei Federal 11.108/2005, hospitais ainda negam o direito do acompanhante para gestantes durante o parto.

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Nove meses de espera. O parto é o momento mais esperado pelas futuras mamães. Mas a insegurança e a ansiedade podem tornar a experiência desagradável. Nesta hora, a companhia do marido, de um parente ou de uma amiga ajuda a acalmar a gestante e transformar o nascimento do bebê em um momento prazeroso.

Desde 2005 uma Lei federal garante às grávidas o direito à presença de um acompanhante – de sua escolha – durante do trabalho de parto até o pós-parto nas maternidades do Sistema Único de Saúde (SUS) e conveniadas. No entanto, não é sempre o que acontece.

Vários hospitais no país ainda não seguem a regra e barram o acompanhante, como, por exemplo, em Belém, no Pará. No ano passado, representantes do grupo Parto do Princípio encaminharam denúncias de descumprimento da lei ao Ministério Público Federal (MPF). Na maioria dos casos, as alegações das maternidades são a falta de espaço ou que a presença de uma pessoa do sexo masculino ameaça a privacidade das gestantes.

“Dizem não ter acomodação. Ás vezes, não permitem a entrada do pai por ser homem. Num momento desses, a mulher fica desassistida”, contou Patrícia Sales, integrante do grupo no Pará. A rede tem representantes em 16 estados e no Distrito Federal. Segundo elas, há relatos de desobediência à lei em outros estados, como no Rio Grande do Sul e em São Paulo.

Estudos científicos constataram que a presença de um acompanhante com a gestante contribui para reduzir o tempo do trabalho de parto, o número de cesáreas e as chances de depressão pós-parto.

As maternidades tiveram prazo para se adequar. Apesar da lei, a coordenadora de saúde da mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, disse que a adaptação tem sido feita de forma “gradativa” e a principal dificuldade é mudar a postura dos profissionais de saúde para aceitar o acompanhante como um aliado. “O acompanhante é tido como uma ameaça que vai interferir no processo, vigiar. Isso está mudando”, disse.

Segundo ela, o governo tem incentivado os hospitais públicos, inclusive com destinação de recursos financeiros, a receber os acompanhantes, como obriga a legislação. No ano passado, o ministério fez um trabalho de capacitação em 26 maternidades da Amazônia Legal e do Nordeste, regiões com altos índices de mortalidade materna. Depois da iniciativa, 16 passaram a acomodar os acompanhantes das gestantes, de acordo com a coordenadora. “Apesar de ser lei, precisa de preparação e adesão da maternidade”, disse. A Lei 11.108/2005 não prevê punição a quem descumpri-la.

De acordo com Esther Vilela, o cumprimento da lei por todas as maternidades públicas é uma das propostas doprograma Rede Cegonha, aposta da presidenta Dilma Rousseff para melhorar o atendimento às grávidas e aos recém-nascidos até 2014.

A gestante que decidir ter seu bebê em um hospital particular também tem direito ao acompanhante e de acordo com normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é proibida a cobrança de taxa extra. Cabe aos planos de saúde e ao hospital ou clínica negociar as despesas, por exemplo, com roupa esterilizada.

O que diz a Lei Federal:

Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de um acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. O acompanhante será indicado pela parturiente.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

CarolinaPimentel
Repórter da Agência Brasil

Edição: Andréa Quintiere

O QUE É CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE?

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O Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao usuário, ao profissional que os realizou e também à unidade de saúde onde foram realizados. Para tanto, é necessária a construção de cadastros de usuários, de profissionais de saúde e de unidades de saúde. A partir desses cadastros, os usuários do SUS e os profissionais de saúde recebem um número nacional de identificação.

Como é feito o cadastramento:
O objetivo fundamental do Cartão Nacional de Saúde é possibilitar ao Sistema Único de Saúde (SUS) a capacidade de identificação individualizada dos usuários. Para tanto, está sendo constituído o Cadastro de Usuários do SUS, baseado no número PIS/Pasep. Cada cidadão terá um cartão identificador que facilitará seu acesso ao Sistema.

A partir do cadastramento e da emissão do cartão, será possível identificar o usuário em todos os seus contatos com o SUS e acompanhar a sua evolução dentro do Sistema, com efeitos na atenção individual e no planejamento das ações de saúde.

O cadastramento para o Cartão Nacional de Saúde pode ser dividido em duas fases, apenas para efeitos de facilitar o entendimento dos dois processos vividos pelo projeto até o momento:

§ cadastramento nos municípios do Projeto Piloto;

§ cadastramento nacional para a expansão do Projeto.

O cadastramento nos municípios do Projeto Piloto

Para a implantação do Projeto nos 44 municípios, foram constituídos dois cadastros: de usuários e de profissionais.

Cadastramento de Usuários

O cadastramento de usuários para os 44 municípios do projeto-piloto do Cartão Nacional de Saúde foi iniciado em janeiro de 2000, com o objetivo de constituir um cadastro com informações individualizadas dos usuários nesses municípios, permitindo que cada cidadão tenha seu Cartão Nacional de Saúde.

O Ministério da Saúde assinou convênio com cada um dos 44 municípios, de forma a apoiar as tarefas envolvidas no cadastramento. O repasse foi feito na base de R$ 0,30 por habitante, devendo o município dispor, em contrapartida, de R$ 1,00 por habitante. Cada município estabeleceu sua própria estratégia de operacionalização do cadastramento.

Os cartões confeccionados pelas empresas contratadas pelo Ministério da Saúde são encaminhados às respectivas secretarias municipais de saúde. Cabe ao gestor, portanto, sua distribuição aos usuários. É nesse momento que deve ser aproveitado o contato para ressaltar a importância de seu uso e dos benefícios. A forma de distribuição também pode ser escolhida pelo município:

§ entrega domiciliar;

§ entrega na unidade de saúde;

§ entrega feita por agentes comunitários de saúde;

§ entrega feita pelos Correios.

Cadastramento de Profissionais

Os profissionais envolvidos nas unidades de saúde onde está sendo implantado o Cartão Nacional de Saúde também precisam ser cadastrados para que possam receber seus cartões de identificação, igualmente baseados no número PIS/Pasep.

O cadastramento dos profissionais dos 44 municípios teve início em novembro/2000 e integra o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde realizado pela Secretaria de Assistência à Saúde (SAS), do Ministério da Saúde.

Para o Projeto, são considerados profissionais todos aqueles que geram procedimentos para o SUS ou que trabalharão com a operação direta dos terminais de atendimento.

O cadastramento foi idealizado nos mesmos moldes do cadastramento de usuários, um formulário foi concebido pelo Ministério e o Departamento de Informática do SUS (Datasus) desenvolveu um aplicativo para entrada de dados.

Os cartões de profissionais também são encaminhados às secretarias municipais de saúde, juntamente com as correspondências lacradas que contêm as senhas de acesso ao sistema.

Essa senha é pessoal, sigilosa, intransferível, está gravada na tarja magnética do cartão e permite a identificação do profissional que faz atendimento, lança ou extrai dados do sistema.

Cadastramento Nacional de Usuários do SUS

Diante da necessidade de identificação individualizada de usuários do SUS e já visando à expansão do projeto Cartão Nacional de Saúde para toda a população brasileira, na Portaria MS/GM nº 17, de 13 de fevereiro de 2001, o Ministério da Saúde instituiu o Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde e regulamentou sua implantação.

Esse cadastramento agrega novas características àquele anteriormente desenvolvido nos municípios do projeto piloto:

· todo o preenchimento dos formulários deve ser feito através da visita aos domicílios dos usuários;

· os municípios e estados aderem ao processo voluntariamente por meio da assinatura de termos de adesão;

· a ajuda financeira aos municípios para a operacionalização do processo é realizada a partir da validação de cada cadastro. Como forma de apoiar o início do processo de cadastramento, na adesão dos municípios o Ministério da Saúde libera 15% do total de recursos estimados para o repasse.

A Portaria SIS/SE n.º 39, publicada em 19 de abril de 2001, trata da operacionalização do processo de cadastramento nacional e traz os termos de adesão, municipal e estadual, bem como o manual de preenchimento do formulário.

Fonte: Portal Saúde

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Foto: Montagem R7